Olá a todos!
Foi uma grande tarde de futsal, passada na companhia de grandes equipas e de grandes pessoas. Acima de tudo, dar os parabéns à organização do Balio, nas pessoas do Paulo Pereira e do seu pai, que tudo fizeram para nos proporcionar uma tarde fantástica. Nada nos faltou no Pavilhão do Araújo e, por isso, só temos que dar os parabéns ao Balio, pela excelente organização que tem e pela comitiva que trouxe ao Pavilhão. Sem dúvida que jogos FFA com público é outra coisa.
Para além disso, conhecemos mais duas equipas: FLX e MariaBolacha, ambas de Lisboa. Tudo pessoal 5 estrelas, que se deslocou ao Norte para umas belas jogatanas. Finalmente conheci o Strik3r (que tudo fez para nos marcar um golo no Gaia United - FLX , golo esse que felizmente não aconteceu) e outros user's aqui do FFA. Foram todos jogos muito disputados e renhidos em que, por vezes, só a sorte ou um ou outro lance de mestria individual ditou o resultado final. Parabéns ao Balio, FLX (desta vez não me esqueci de vocês, ao contrário do meu discurso no final do jantar) e aos MariaBolacha, que são, sem dúvida, uma das melhores equipas com que jogamos até hoje, senão mesmo a melhor. É incrível o carrossel que fazem e a técnica de passe e recepção que possuem. E só vieram com 6 jogadores!
Quanto à nossa equipa, marcamos apenas 3 golos, mas não sofremos nenhum. Vencemos todos os jogos pela margem mínima e essa margem mínima vale 3 pontos. Por isso estamos de parabéns ! Julgo que fomos uma equipa adulta e madura (conforme referiu um atleta dos MariaBolacha) a defender e venenosa a lançar contra-ataques. Depois dos nossos golos, a nossa defesa começava a ter mais atenção cá atrás e isso permitia-nos gerir os jogos. A nossa defesa está fortíssima, pois jogadores como Diguinho, Nelo, Paulo e Pedro dão uma extrema segurança defensiva. Na frente, Ruca, Gonçalo, Sérgio e eu. O Rui Ferreira também lá esteve mas não chegou a entrar em campo, visto que se encontra com limitações físicas.
Analisando os jogos um a um:
Gaia United 1 - 0 MariaBolacha
O nosso primeiro jogo e logo contra os favoritos à vitória. Grande equipa, sem dúvida. Nunca joguei contra Patrick ou GDCB, mas julgo que os MariaBolacha devem ser dos que estão mais próximos desses gigantes do FFA. E são sem dúvida fantásticos no modo como trocam a bola, como defendem (não fazem faltas), como se desmarcam... enfim, são uma grande equipa. Entramos muito bem no jogo e cedo vimos que tínhamos que correr muito para suster o carrossel desta equipa. E num lance de 2-1 fizemos o golo, numa excelente combinação entre o Diguinho e o Ruca, que conclui o lance num belo remate cruzado, sem hipóteses para o GR dos MariaBolacha. Foi um golo pleno de eficácia, visto que na única oportunidade cara-a-cara com o GR do Balio, o Ruca não perdoou.
A partir daí mudamos a estratégia e vocacionamos a nossa estratégia para defender. Aqui o nosso GR João Vítor foi um gigante, tal o leque de intervenções que teve. O poste foi também nosso amigo a certa altura. Mesmo assim julgo que os nossos movimentos defensivos estão de parabéns, embora saiba admitir que um empate neste jogo não ficaria mal.
Gaia United 1 - 0 FLX
Era a 1ª vez que iríamos defrontar este histórico FFA. Uma equipa cheia de raça, de vontade, com bons elementos na frente de ataque e bastante acutilante quando tem de encostar uma equipa lá atrás.
Começamos algo nervosos e demoramos a impôr o nosso jogo. Quando o fizemos fomos para cima do FLX até marcarmos o golo, por intermédio do Ruca, mais uma vez após excelente passe do Diguinho.
A seguir recuamos, como nos competia. As jogadas de contra-ataque ficavam a cargo das deambulações frenéticas do Ruca e do Gonçalo e cá atrás Diguinho e Nelo controlavam as operações.
Contudo, o FLX não se abateu com o golo sofrido e veio à procura do golo do empate. Golo esse que não surgiu porque, mais uma vez, tivemos no poste um grande amigo. Para além disso, mais uma vez, tivemos o João Vítor a mostrar que está em grande forma e, quando assim é, transforma-se num GR enorme.
Mesmo assim, conseguimos suster o ímperto atacante do FLX e segurar a vantagem, ainda que tivéssemos passado por alguns apuros, mas sem nunca esquecer o contra-ataque.
Gaia United 1 - 0 Balio
Chegados a este jogo, era a hora das decisões. Os Maria Bolacha já tinham terminado a sua participação com 6 pontos, os FLX estavam fora da corrida, aparecia então um Gaia United - Balio que iria definir tudo na classificação pelos 3 primeiros lugares. MariaBolacha, obviamente, a torcer pela vitória do Gaia United, de modo a que o Balio ficasse com os 3 pontos que tinha até ali e não fosse à Taça dos Campeões. A nós bastava-nos o empate ou mesmo uma derrota por um golo de diferença.
Contudo, a nossa equipa não é feita para jogar para o empate. Procura sempre a vitória, em qualquer situação e contra qualquer adversidade. E foi assim que começamos a disputar o jogo com o Balio, na intenção de vencê-lo.
Foi um jogo bastante disputado a meio-campo, com ambas as equipas a darem o máximo de si mesmas. Naturalmente o Balio com maior pendor ofensivo, mas com o Gaia United sempre mais perigoso, com contra-ataques rapidíssimos e de deixar a cabeça em água aos defesas do Balio.
Por volta dos 10m de jogo surge o nosso golo. E que golo ! Diguinho recebe a bola no seu meio-campo, faz um pique junto à linha lateral direita e, ainda bastante longe da baliza adversária, desfere uma autêntica bomba. Essa bomba tinha um selo: malhas da baliza adversária. O selo tinha o destinatário correcto e a bola só se aninhou no fundo das redes. O GR do Balio ainda se estirou na tentativa de chegar à bola, mas aquela bomba era mesmo impossível de defender. Excelente remate cruzado do Diguinho que já nos vai habituando a estes tiros de longa distância.
Daí até ao final assistiu-se a uma gestão inteligente do jogo da nossa parte, sendo que as grandes oportunidades que aconteceram a seguir são nossas, nomeadamente em duas jogadas individuais fantásticas do Gonçalo e do Ruca, que terminaram com duas excelenetes defesas do GR do Balio, ele que é um grande GR.
E foi assim que decorreu a nossa participação no Pavilhão do Araújo a contar para q Qualificação para a Taça Nacional FFA 2007: 3 jogos, 3 golos, 0 golos sofridos, 9 pontos. Vamos, então, disputar a Taça dos Campeões !!! Mas acima de tudo, o que mais me impressionou na minha equipa foi o abraço conjunto que demos no final do jogo com o Balio. Penso que ali reside a nossa força em campo. Aquele abraço demonstra a amizade que nos une e o amor que temos ao Gaia United .
Um abraço aos FLX, MariaBolacha e, em especial, aos organizadores (Balio), na pessoa do Paulo Pereira e do seu pai, Sr. Pereira, que tudo fizeram (e conseguiram) para nos proporcionar uma excelente tarde de convívio e futsal. Foi fantástico ver estas 4 equipas todas envolvidas e partilhando um gosto comum: jogar futebol.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (2x);
- Diguinho.
Rodrigo de Almada Martins
domingo, abril 29, 2007
sábado, abril 28, 2007
1/2 Finais Taça da Mini-Liga: Anitex 4 - 7 Gaia United
O jogo já se realizou.
Convém dizer que este jogo era, antes de mais, um dos jogos mais importantes (senão mesmo o mais importante) da história do Gaia United. Isto porque, pela primeira vez, iríamos disputar o acesso a uma Final de uma importante competição FFA, como é a Taça da Mini-Liga. Por isso, encaramos este jogo com a máxima atenção.
Entramos em jogo sem duas das nossas peças fundamentais: Diguinho e Nelo, que chegaram já a 1ª parte estava a acabar, tendo estes elementos apenas entrado na 2ª metade do desafio.
Então, montamos um esquema que nos permitisse gerir a posse de bola e controlar os ataques contrários, que sabíamos serem perigosos. E esta estratégia, com João Vítor na baliza, Paulo e Pedro na defensiva e Ruca e eu na frente de ataque cedo nos trouxe benefícios. Julgo que aos 5 minutos de jogo já estávamos a ganhar 0-3.
O 1º golo surge de um grande remate de ressaca de pé esquerdo do Paulo, que hoje fez uma exibição enorme, ganhando inúmeros ressaltos, fazendo as marcações de forma perfeita e ainda dando uma ajuda preciosa no ataque.
O 2º golo surge logo a seguir, numa jogada de entendimento entre mim e o Ruca. Ruca recebe a bola no meio-campo adversário, toca para mim que faço um compasso de espera até lhe endossar a bola para a área, onde o Ruca facilmente atirou para o fundo das redes, fazendo funcionar o marcador pela 2ª vez e a nosso favor.
O 3º golo surge logo na jogada a seguir. Incursão minha pelo flanco direito em que toco para o Pedro, que aparece ao 2º poste a encostar para a baliza. Era o 0-3 e as coisas pareciam bem encaminhadas a nosso favor.
Porém, a Anitex é uma equipa experiente com bons jogadores, principalmente dois deles, que sabem conduzir e proteger muito bem a bola. Para além disso, todos os seus elementos chutam de qualquer lado, o que muitas vezes causa perigosos ressaltos e excelentes defesas do nosso GR João Vítor, que hoje voltou a exibir-se em bom plano.
Ora, a Anitex, num contra-ataque elaborado pelo lado esquerdo do seu ataque chegou ao 1-3, numa boa jogada individual.
Porém, o Gaia United não adormeceu e logo a seguir, já com o nosso miúdo Gonçalo em campo, fizemos o 1-4, num belo golo do Gonçalo. Isto quando já tínhamos atirado por duas vezes a bola aos ferros na mesma jogada, por intermédio do Gonçalo e do Pedro. Sem dúvida que o Gonçalo veio trazer maior criatividade, velocidade e poder de fogo na frente de ataque da nossa equipa.
O 1-5 aparece por intermédio do Nuno, que mostrou que está numa boa forma, num golo pleno de oportunismo, a mostrar que os inúmeros golos que fez no treino de Sábado não foram fruto do acaso. Diga-se que o golo do Nuno surge de uma excelente combinação com o Gonçalo.
Prestes a acabar a 1ª parte, a Anitex reduz para 2-5, numa jogada um tanto ou quanto semelhante à que deu origem ao 1º golo dos que equipam de verde.
Na 2ª parte optamos por jogar mais em contenção e colocamos para jogar durante os 20m o Nelo e o Diguinho, que tinham estado a aquecer mal chegaram ao pavilhão.
Curiosamente, entramos algo apáticos na 2ª parte, talvez um pouco convencidos em demasia no resultado algo folgado que tínhamos conseguido na 1ª parte. E isto fez com que a Anitex marcasse dois golos, em duas jogadas de contra-ataque e colocasse o resultado em 4-5.
Mas é precisamente nestas alturas que o Gaia United se une e se transforma numa equipa guerreira e cheia de força. E então, a partir daqui, partimos para uma exibição segura e confiante, coroada com dois golos de belo efeito do Ruca.
O 6º golo surge numa excelente jogada de ataque envolvente, em que o Ruca tira um adversário do caminho e remata para o fundo das redes.
O 7º golo surge de novo por intermédio do nosso nº 7, naquele que foi, quanto a mim, o melhor golo do jogo. Bola a fugir para o lado esquerdo do nosso ataque, o GR sai-se aos pés do Ruca e este pica-lhe a bola, que só pára quando se aninhou nas redes contrárias. Estava feito o resultado final e daí até ao apito do árbitro assistiu-se a uma gestão inteligente do jogo por parte da nossa equipa.
Foi um bom jogo, sempre muito correcto e bem disputado. Discordo da opinião de um dos árbitros (do Xixas, mais concretamente), quando diz que o jogo se tornou duro na 2ª parte. Não penso que tenha sido assim. Ocorreram mais faltas, é verdade, mas nenhuma delas perigosa ou a cortar lances de ataque. No geral foi um jogo bem jogado, no qual das duas equipas preocuparam-se exclusivamente em jogar a bola.
Parabéns à Anitex pela bela equipa que possui. Com mais uns acertos defensivos esta equipa pode chegar bem longe no FFA.
Quanto à arbitragem, nada a dizer. Estiveram discretos e isso é o que se pode dizer de melhor sobre uma arbitragem. Um muito obrigado a eles.
Apenas duas notas negativas deste jogo:
- o jogo foi realizado no FootSpace, no campo de piso azul. Foi dos campos mais pequeninos em já joguei no FFA. Igual a este, conforme até comentei com o Pinto dos Cabasada, só o antigo campo do Enois. É um campo bastante apertado em que é muito díficil às equipas explorarem o seu estilo de jogo. Para além disso, em bolas aéreas tem que se ter muito cuidado para que não batam no tecto, que é bastante baixo. Mas mesmo assim assistiu-se a um bom jogo de futsal, com pouco contacto, o que, num campo destes, é de enaltecer;
- o nosso balneário. Num lugar onde caberiam 4 pessoas (e já apertadas) tiveram que caber 9. Continuo a preferir os pavilhões de escolas ou de equipas. Mas foi o que se pôde arranjar e tenho a certeza que o Manuel da Anitex tentou proporcionar o melhor jogo possível.
Um abraço a toda a equipa da Anitex, em especial ao Manuel.
Nós estamos pela 1ª vez num Final de uma competição importante, frente à grande equipa dos AS4H. Vai ser concerteza uma grande Final. Estamos na Final da Taça da Mini-Liga !!!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (3x);
- Paulo;
- Pedro;
- Nuno;
- Gonçalo.
Rodrigo de Almada Martins
Convém dizer que este jogo era, antes de mais, um dos jogos mais importantes (senão mesmo o mais importante) da história do Gaia United. Isto porque, pela primeira vez, iríamos disputar o acesso a uma Final de uma importante competição FFA, como é a Taça da Mini-Liga. Por isso, encaramos este jogo com a máxima atenção.
Entramos em jogo sem duas das nossas peças fundamentais: Diguinho e Nelo, que chegaram já a 1ª parte estava a acabar, tendo estes elementos apenas entrado na 2ª metade do desafio.
Então, montamos um esquema que nos permitisse gerir a posse de bola e controlar os ataques contrários, que sabíamos serem perigosos. E esta estratégia, com João Vítor na baliza, Paulo e Pedro na defensiva e Ruca e eu na frente de ataque cedo nos trouxe benefícios. Julgo que aos 5 minutos de jogo já estávamos a ganhar 0-3.
O 1º golo surge de um grande remate de ressaca de pé esquerdo do Paulo, que hoje fez uma exibição enorme, ganhando inúmeros ressaltos, fazendo as marcações de forma perfeita e ainda dando uma ajuda preciosa no ataque.
O 2º golo surge logo a seguir, numa jogada de entendimento entre mim e o Ruca. Ruca recebe a bola no meio-campo adversário, toca para mim que faço um compasso de espera até lhe endossar a bola para a área, onde o Ruca facilmente atirou para o fundo das redes, fazendo funcionar o marcador pela 2ª vez e a nosso favor.
O 3º golo surge logo na jogada a seguir. Incursão minha pelo flanco direito em que toco para o Pedro, que aparece ao 2º poste a encostar para a baliza. Era o 0-3 e as coisas pareciam bem encaminhadas a nosso favor.
Porém, a Anitex é uma equipa experiente com bons jogadores, principalmente dois deles, que sabem conduzir e proteger muito bem a bola. Para além disso, todos os seus elementos chutam de qualquer lado, o que muitas vezes causa perigosos ressaltos e excelentes defesas do nosso GR João Vítor, que hoje voltou a exibir-se em bom plano.
Ora, a Anitex, num contra-ataque elaborado pelo lado esquerdo do seu ataque chegou ao 1-3, numa boa jogada individual.
Porém, o Gaia United não adormeceu e logo a seguir, já com o nosso miúdo Gonçalo em campo, fizemos o 1-4, num belo golo do Gonçalo. Isto quando já tínhamos atirado por duas vezes a bola aos ferros na mesma jogada, por intermédio do Gonçalo e do Pedro. Sem dúvida que o Gonçalo veio trazer maior criatividade, velocidade e poder de fogo na frente de ataque da nossa equipa.
O 1-5 aparece por intermédio do Nuno, que mostrou que está numa boa forma, num golo pleno de oportunismo, a mostrar que os inúmeros golos que fez no treino de Sábado não foram fruto do acaso. Diga-se que o golo do Nuno surge de uma excelente combinação com o Gonçalo.
Prestes a acabar a 1ª parte, a Anitex reduz para 2-5, numa jogada um tanto ou quanto semelhante à que deu origem ao 1º golo dos que equipam de verde.
Na 2ª parte optamos por jogar mais em contenção e colocamos para jogar durante os 20m o Nelo e o Diguinho, que tinham estado a aquecer mal chegaram ao pavilhão.
Curiosamente, entramos algo apáticos na 2ª parte, talvez um pouco convencidos em demasia no resultado algo folgado que tínhamos conseguido na 1ª parte. E isto fez com que a Anitex marcasse dois golos, em duas jogadas de contra-ataque e colocasse o resultado em 4-5.
Mas é precisamente nestas alturas que o Gaia United se une e se transforma numa equipa guerreira e cheia de força. E então, a partir daqui, partimos para uma exibição segura e confiante, coroada com dois golos de belo efeito do Ruca.
O 6º golo surge numa excelente jogada de ataque envolvente, em que o Ruca tira um adversário do caminho e remata para o fundo das redes.
O 7º golo surge de novo por intermédio do nosso nº 7, naquele que foi, quanto a mim, o melhor golo do jogo. Bola a fugir para o lado esquerdo do nosso ataque, o GR sai-se aos pés do Ruca e este pica-lhe a bola, que só pára quando se aninhou nas redes contrárias. Estava feito o resultado final e daí até ao apito do árbitro assistiu-se a uma gestão inteligente do jogo por parte da nossa equipa.
Foi um bom jogo, sempre muito correcto e bem disputado. Discordo da opinião de um dos árbitros (do Xixas, mais concretamente), quando diz que o jogo se tornou duro na 2ª parte. Não penso que tenha sido assim. Ocorreram mais faltas, é verdade, mas nenhuma delas perigosa ou a cortar lances de ataque. No geral foi um jogo bem jogado, no qual das duas equipas preocuparam-se exclusivamente em jogar a bola.
Parabéns à Anitex pela bela equipa que possui. Com mais uns acertos defensivos esta equipa pode chegar bem longe no FFA.
Quanto à arbitragem, nada a dizer. Estiveram discretos e isso é o que se pode dizer de melhor sobre uma arbitragem. Um muito obrigado a eles.
Apenas duas notas negativas deste jogo:
- o jogo foi realizado no FootSpace, no campo de piso azul. Foi dos campos mais pequeninos em já joguei no FFA. Igual a este, conforme até comentei com o Pinto dos Cabasada, só o antigo campo do Enois. É um campo bastante apertado em que é muito díficil às equipas explorarem o seu estilo de jogo. Para além disso, em bolas aéreas tem que se ter muito cuidado para que não batam no tecto, que é bastante baixo. Mas mesmo assim assistiu-se a um bom jogo de futsal, com pouco contacto, o que, num campo destes, é de enaltecer;
- o nosso balneário. Num lugar onde caberiam 4 pessoas (e já apertadas) tiveram que caber 9. Continuo a preferir os pavilhões de escolas ou de equipas. Mas foi o que se pôde arranjar e tenho a certeza que o Manuel da Anitex tentou proporcionar o melhor jogo possível.
Um abraço a toda a equipa da Anitex, em especial ao Manuel.
Nós estamos pela 1ª vez num Final de uma competição importante, frente à grande equipa dos AS4H. Vai ser concerteza uma grande Final. Estamos na Final da Taça da Mini-Liga !!!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (3x);
- Paulo;
- Pedro;
- Nuno;
- Gonçalo.
Rodrigo de Almada Martins
terça-feira, abril 24, 2007
Mini-LIga 14ª Jornada: Gaia United 7 - 2 Portus87
O jogo já se realizou.
Como já me acusam de fazer comentários enormes (vulgo Khamsim), vou fazer um pequeno comentário para quem não quer ler a "palha" toda.
"Grande jogo disputado hoje à noite no Pavilhão do Gaia FC. O Gaia United recebeu e venceu o Portus87 por 7-2, num belo jogo de futsal, em que a descantagem de 5 golos não demonstra aquilo que se disputou dentro de campo".
Pronto... agora para quem quer ler um pouco mais...
O Gaia United recebeu esta noite a equipa do Portus87 e venceu por 7-2, num jogo que foi bastante emocionante, com belas jogadas de parte a parte, disputadíssimo, com jogadas no limite e que fizeram deste jogo um grande jogo de futsal. Quem o diz não sou eu, mas sim o público dos RD Congo (Fraga e Pardal - se esteve lá mais alguém peço desculpa), dos Areínho, dos Universidade FC (os meus amigos Marco e João Lima), entre outros que se deslocaram ao Pavilhão, como o Pedro Ribeiro, a Joana, o Nuno, Helder Barbosa, José Sousa, o Malafaia, etc. Peço desculpa já agora se me estou a esquecer de alguém.
O jogo começou praticamente com um golo nosso. O Gonçalo, recebe a bola no meio-campo e, devido a uma falha de marcação da equipa do Portus, avança para a baliza e remata seco e rasteiro para o 1º golo da noite.
Mas logo na jogada seguinte, o Portus marca naquela que é a sua jogada habitual. Bola metida para o pivot, que toca de imediato para alguém que aparece na zona de remate frontal. Quem apareceu foi o João, que numa bomba colocou o resultado em 1-1.
Depois assistiu-se ao período mais equilibrado do desafio, com as equipas a estudarem-se mutuamente e a não correrem riscos.
Este período foi interrompido por um contra-ataque nosso. Gonçalo finta um adversário, leva a bola controlada até ao meio-campo contrário, toca para a esquerda onde apareço eu que, frente ao Abel, devolvo para o Gonçalo que, facilmente, faz o 2-1.
O 3-1 surge logo a seguir numa fantástica jogada da nossa parte. Diguinho combina muito bem com Gonçalo, a bola vem ter comigo que, frente ao Abel, devolvo de novo a bola ao Gonçalo que faz o 3-1. Era o "hat-trick" do Gonçalo, no seu jogo de estreia no Campeonato (o outro jogo que tinha feito com a nossa camisola tinha sido para a Taça frente aos Reforços D'Inverno e tinha facturado por 2 vezes).
O 4-1 surge já no final da 1ª parte, numa grande jogada do Ruca, em que tira dois adversários do caminho com duas fintas rápidas e remata cruzado, de pé esquerdo e bastante longe ainda da baliza contrária, para o fundo das redes.
Depois deste golo adormecemos um pouco e o Portus carregou no acelerador. E, numa bela jogada de entendimento, o João desfere um potente remate, quase sem ângulo, que reduz o resultado para 4-2.
Daí até ao final assistiu-se, quanto a mim, ao melhor período do Portus, onde dispôs de um livre de 10 metros e de vários remates perigosos. Mesmo assim, fomos para o intervalo com o resultado fixado em 4-2.
No início da 2ª parte, adoptamos maiores cautelas defensivas, pois sabíamos que o Portus ia tentar dar a volta ao resultado (como já várias vezes conseguiu esta época). Dispusemos o Diguinho, Nelo e Paulo de modo a anularem da melhor forma os lances individuais do Sebas, jogador bastante móvel e díficil de marcar, bem como o Manuel Maganete. O jogador da frente teria que ter atenção às subidas do João e do Tó Zé.
Com esta estratégia bem montada chegamos ao 5-2, naquele que foi, quanto a mim, o golo mais importante para a nossa equipa, pois foi um rude golpe nas aspirações do Portus de conseguir outro resultado que não a derrota. Este golo, como não podia deixar de ser, foi marcado pelo nosso Capitão Nelo, como o seu espírito guerreiro que, numa bola aparentemente perdida junto à linha lateral, desfere um remate potente, que bate no poste e aninha-se no fundo das redes contrárias.
Daí até ao final assistiu-se a sucessivos ataques do Portus e com a nossa equipa a jogar, como tanto gosta, em contra-ataque, quer por intermédio do Ruca, do Gonçalo, ou por mim, ficando o Paulo, Diguinho e Nelo com funções essencialmente defensivas. Também convém aqui mencionar a grande exibição destes três jogadores, que poucas oportunidades concederam ao Portus. Realçar também, por último mas não menos importante, a enorme, gigante, fantástica exibição do nosso GR João Vítor, que defendeu tudo o que lhe era humanamente possível defender. Fantástico mesmo. Depois da família Martins (Diguinho, eu e Miguel), temos a família Borges (João Vítor e Gonçalo) em grande no Gaia United !
E neste período de contra-ataque fomos letais. Em três lances perigosos que tivemos, marcamos 2 golos. O Ruca e o Gonçalo iam fazendo diagonais sucessivas e iam confundindo a defesa do Portus (já mais preocupada em atacar, como é óbvio), com as suas movimentações rápidas e imprevisíveis.
O 6-2 surge por intermédio do Ruca, em mais uma jogada individual fantástica e plena de classe. Recebe a bola no meio-campo contrário, vira-se para a baliza, tira um adversário do caminho com o pé esquerdo e remate colocado para a baliza com o seu pior pé, o direito. Era o 6-2 e era mais um golo de belo efeito.
O 7-2 é da minha autoria e é, quanto a mim (eu sei que sou suspeito...), o melhor golo do jogo. Recebo a bola através de um corte do Diguinho, entro no meio-campo do Portus, vejo o Ruca a fazer uma diagonal mesmo á minha frente da direita para a esquerda, endosso-lhe a bola a meia altura; o Ruca de costas para mim devolve-ma em perfeitas condições mesmo para a grande área do Abel; e eu, de primeira, perante a saída do Abel, coloco a bola no canto inferior esquerdo. Foi uma jogada de entendimento perfeito, que culminou num golo fantástico.
Depois, não podia esquecer-me disto aqui, assistiu-se a um remate do outro mundo do Diguinho que, praticamente da linha do meio-campo, desfere um remate em jeito que, se tivesse entrado, era sério candidato a golo da Mini-Liga 2006/2007. Um remate em jeito com a parte interior do pé direito que bateu mesmo na quina do ângulo. Se tivesse entrado seria um golo do outro mundo. Não entrou, paciência. Entra para a próxima!
Daí até ao final novos ataques do Portus e nós a devolver a bola para a frente. Depois assistiu-se à pior fase do jogo, com muitas faltas e nem sempre bem jogado.
Queria apenas deixar aqui um pedido do nosso GR João Vítor, que me pediu expressamente para colocar isto aqui no fórum. O João Vítor entende e assume que o termo que usou não foi o mais correcto para aquilo que queria criticar e por isso pede desculpa a toda a equipa do Portus87. Mesmo assim os intervenientes já resolveram o assunto entre eles. P
ara finalizar, resta dizer que vencemos uma grande equipa, hoje algo desfalcada de dois dos seus principais elementos. O 7-2 talvez seja um resultado algo pesado para o Portus, mas penso que premeia a nossa maior concentração defensiva e organização e criatividade no jogo atacante, sectores-chave que nos permitiram atingir este resultado. Um abraço a toda a equipa do Portus87.
Para concluir, uma palavra de incentivo para o nosso reforço, Gonçalo, que jogou e fez jogar. Estreia no Campeonato da Mini-Liga com 3 golos e logo frente a uma equipa como o Portus87. Não é para todos! Um grande abraço para ele e que continue a jogar e a marcar como está a fazer!
MARCADORES DOS GOLOS
- Gonçalo (3x);
- Ruca (2x);
- Nelo;
- Rodrigo.
Rodrigo de Almada Martins
VITÓRIA DEDICADA AO PROF. CARLOS ALBERTO
Como já me acusam de fazer comentários enormes (vulgo Khamsim), vou fazer um pequeno comentário para quem não quer ler a "palha" toda.
"Grande jogo disputado hoje à noite no Pavilhão do Gaia FC. O Gaia United recebeu e venceu o Portus87 por 7-2, num belo jogo de futsal, em que a descantagem de 5 golos não demonstra aquilo que se disputou dentro de campo".
Pronto... agora para quem quer ler um pouco mais...
O Gaia United recebeu esta noite a equipa do Portus87 e venceu por 7-2, num jogo que foi bastante emocionante, com belas jogadas de parte a parte, disputadíssimo, com jogadas no limite e que fizeram deste jogo um grande jogo de futsal. Quem o diz não sou eu, mas sim o público dos RD Congo (Fraga e Pardal - se esteve lá mais alguém peço desculpa), dos Areínho, dos Universidade FC (os meus amigos Marco e João Lima), entre outros que se deslocaram ao Pavilhão, como o Pedro Ribeiro, a Joana, o Nuno, Helder Barbosa, José Sousa, o Malafaia, etc. Peço desculpa já agora se me estou a esquecer de alguém.
O jogo começou praticamente com um golo nosso. O Gonçalo, recebe a bola no meio-campo e, devido a uma falha de marcação da equipa do Portus, avança para a baliza e remata seco e rasteiro para o 1º golo da noite.
Mas logo na jogada seguinte, o Portus marca naquela que é a sua jogada habitual. Bola metida para o pivot, que toca de imediato para alguém que aparece na zona de remate frontal. Quem apareceu foi o João, que numa bomba colocou o resultado em 1-1.
Depois assistiu-se ao período mais equilibrado do desafio, com as equipas a estudarem-se mutuamente e a não correrem riscos.
Este período foi interrompido por um contra-ataque nosso. Gonçalo finta um adversário, leva a bola controlada até ao meio-campo contrário, toca para a esquerda onde apareço eu que, frente ao Abel, devolvo para o Gonçalo que, facilmente, faz o 2-1.
O 3-1 surge logo a seguir numa fantástica jogada da nossa parte. Diguinho combina muito bem com Gonçalo, a bola vem ter comigo que, frente ao Abel, devolvo de novo a bola ao Gonçalo que faz o 3-1. Era o "hat-trick" do Gonçalo, no seu jogo de estreia no Campeonato (o outro jogo que tinha feito com a nossa camisola tinha sido para a Taça frente aos Reforços D'Inverno e tinha facturado por 2 vezes).
O 4-1 surge já no final da 1ª parte, numa grande jogada do Ruca, em que tira dois adversários do caminho com duas fintas rápidas e remata cruzado, de pé esquerdo e bastante longe ainda da baliza contrária, para o fundo das redes.
Depois deste golo adormecemos um pouco e o Portus carregou no acelerador. E, numa bela jogada de entendimento, o João desfere um potente remate, quase sem ângulo, que reduz o resultado para 4-2.
Daí até ao final assistiu-se, quanto a mim, ao melhor período do Portus, onde dispôs de um livre de 10 metros e de vários remates perigosos. Mesmo assim, fomos para o intervalo com o resultado fixado em 4-2.
No início da 2ª parte, adoptamos maiores cautelas defensivas, pois sabíamos que o Portus ia tentar dar a volta ao resultado (como já várias vezes conseguiu esta época). Dispusemos o Diguinho, Nelo e Paulo de modo a anularem da melhor forma os lances individuais do Sebas, jogador bastante móvel e díficil de marcar, bem como o Manuel Maganete. O jogador da frente teria que ter atenção às subidas do João e do Tó Zé.
Com esta estratégia bem montada chegamos ao 5-2, naquele que foi, quanto a mim, o golo mais importante para a nossa equipa, pois foi um rude golpe nas aspirações do Portus de conseguir outro resultado que não a derrota. Este golo, como não podia deixar de ser, foi marcado pelo nosso Capitão Nelo, como o seu espírito guerreiro que, numa bola aparentemente perdida junto à linha lateral, desfere um remate potente, que bate no poste e aninha-se no fundo das redes contrárias.
Daí até ao final assistiu-se a sucessivos ataques do Portus e com a nossa equipa a jogar, como tanto gosta, em contra-ataque, quer por intermédio do Ruca, do Gonçalo, ou por mim, ficando o Paulo, Diguinho e Nelo com funções essencialmente defensivas. Também convém aqui mencionar a grande exibição destes três jogadores, que poucas oportunidades concederam ao Portus. Realçar também, por último mas não menos importante, a enorme, gigante, fantástica exibição do nosso GR João Vítor, que defendeu tudo o que lhe era humanamente possível defender. Fantástico mesmo. Depois da família Martins (Diguinho, eu e Miguel), temos a família Borges (João Vítor e Gonçalo) em grande no Gaia United !
E neste período de contra-ataque fomos letais. Em três lances perigosos que tivemos, marcamos 2 golos. O Ruca e o Gonçalo iam fazendo diagonais sucessivas e iam confundindo a defesa do Portus (já mais preocupada em atacar, como é óbvio), com as suas movimentações rápidas e imprevisíveis.
O 6-2 surge por intermédio do Ruca, em mais uma jogada individual fantástica e plena de classe. Recebe a bola no meio-campo contrário, vira-se para a baliza, tira um adversário do caminho com o pé esquerdo e remate colocado para a baliza com o seu pior pé, o direito. Era o 6-2 e era mais um golo de belo efeito.
O 7-2 é da minha autoria e é, quanto a mim (eu sei que sou suspeito...), o melhor golo do jogo. Recebo a bola através de um corte do Diguinho, entro no meio-campo do Portus, vejo o Ruca a fazer uma diagonal mesmo á minha frente da direita para a esquerda, endosso-lhe a bola a meia altura; o Ruca de costas para mim devolve-ma em perfeitas condições mesmo para a grande área do Abel; e eu, de primeira, perante a saída do Abel, coloco a bola no canto inferior esquerdo. Foi uma jogada de entendimento perfeito, que culminou num golo fantástico.
Depois, não podia esquecer-me disto aqui, assistiu-se a um remate do outro mundo do Diguinho que, praticamente da linha do meio-campo, desfere um remate em jeito que, se tivesse entrado, era sério candidato a golo da Mini-Liga 2006/2007. Um remate em jeito com a parte interior do pé direito que bateu mesmo na quina do ângulo. Se tivesse entrado seria um golo do outro mundo. Não entrou, paciência. Entra para a próxima!
Daí até ao final novos ataques do Portus e nós a devolver a bola para a frente. Depois assistiu-se à pior fase do jogo, com muitas faltas e nem sempre bem jogado.
Queria apenas deixar aqui um pedido do nosso GR João Vítor, que me pediu expressamente para colocar isto aqui no fórum. O João Vítor entende e assume que o termo que usou não foi o mais correcto para aquilo que queria criticar e por isso pede desculpa a toda a equipa do Portus87. Mesmo assim os intervenientes já resolveram o assunto entre eles. P
ara finalizar, resta dizer que vencemos uma grande equipa, hoje algo desfalcada de dois dos seus principais elementos. O 7-2 talvez seja um resultado algo pesado para o Portus, mas penso que premeia a nossa maior concentração defensiva e organização e criatividade no jogo atacante, sectores-chave que nos permitiram atingir este resultado. Um abraço a toda a equipa do Portus87.
Para concluir, uma palavra de incentivo para o nosso reforço, Gonçalo, que jogou e fez jogar. Estreia no Campeonato da Mini-Liga com 3 golos e logo frente a uma equipa como o Portus87. Não é para todos! Um grande abraço para ele e que continue a jogar e a marcar como está a fazer!
MARCADORES DOS GOLOS
- Gonçalo (3x);
- Ruca (2x);
- Nelo;
- Rodrigo.
Rodrigo de Almada Martins
VITÓRIA DEDICADA AO PROF. CARLOS ALBERTO
segunda-feira, abril 23, 2007
Gonçalo entra definitivamente no plantel do Gaia United
O Gaia United informa que o atleta Gonçalo Borges, de 17 anos, irmão de João Vítor Borges (GR da nossa equipa), é oficialmente, desde Sábado, jogador do plantel do Gaia United FC.
O Gonçalo já vinha treinando há muito tempo com a nossa equipa, mas só no almoço-convívio depois do treino de Sábado (dia 21 de Abril de 2007) se decidiu pela inclusão definitiva do Gonçalo no nosso plantel. Aliás, até já tinha disputado um jogo na Mini-Liga, marcando 2 golos (jogo dos 1/3 de Final da Taça da Mini-Liga, frente aos Reforços D'Inverno).
O Gonçalo, que vai actuar com o nº 17 nas costas, joga preferencialmente na posição de ala. É um avançado bastante móvel, que joga bem com os dois pés, com uma finta muito rápida e com um remate bastante certeiro.
Há muito que este jovem atleta fazia parte da família do Gaia United, nomeadamente por ser irmão do João Vítor. Sendo assim, é mais um elemento a juntar-se a este grande Clube e a este grande grupo de amigos! O Gaia United passa a contar, sendo assim, com 2 atletas de 17 anos de idade: Miguel e Gonçalo, atletas esses que prometem vir a dar cartas no futuro do nosso Clube !
Sê bem-vindo, Gonçalo à equipa do Gaia United !!! Desejos das maiores felicidades !!! Um abraço !!!
Rodrigo de Almada Martins
O Gonçalo já vinha treinando há muito tempo com a nossa equipa, mas só no almoço-convívio depois do treino de Sábado (dia 21 de Abril de 2007) se decidiu pela inclusão definitiva do Gonçalo no nosso plantel. Aliás, até já tinha disputado um jogo na Mini-Liga, marcando 2 golos (jogo dos 1/3 de Final da Taça da Mini-Liga, frente aos Reforços D'Inverno).
O Gonçalo, que vai actuar com o nº 17 nas costas, joga preferencialmente na posição de ala. É um avançado bastante móvel, que joga bem com os dois pés, com uma finta muito rápida e com um remate bastante certeiro.
Há muito que este jovem atleta fazia parte da família do Gaia United, nomeadamente por ser irmão do João Vítor. Sendo assim, é mais um elemento a juntar-se a este grande Clube e a este grande grupo de amigos! O Gaia United passa a contar, sendo assim, com 2 atletas de 17 anos de idade: Miguel e Gonçalo, atletas esses que prometem vir a dar cartas no futuro do nosso Clube !
Sê bem-vindo, Gonçalo à equipa do Gaia United !!! Desejos das maiores felicidades !!! Um abraço !!!
Rodrigo de Almada Martins
sexta-feira, abril 20, 2007
Faleceu o Professor Carlos Alberto
O Gaia United informa que está de luto em virtude do falecimento do nosso saudoso Professor Carlos Alberto, Professor de Matemática e Director de Turma de quase todos os atletas do Gaia United no 7º, 8º e 9º anos do Colégio de Gaia.
Para além disso, era neste momento explicador dos atletas mais novos da nossa equipa: Miguel e Gonçalo (irmãos, respectivamente, do Diguinho e João Vítor).
O Professor Carlos Alberto faleceu na madrugada do dia 19 de Abril de 2007. O Professor Carlos Alberto deixou-nos quando ainda tinha muito para viver à sua frente e muitas gerações de alunos para formar.
O Gaia United está, assim, de luto pela morte deste grande Professor, mas, acima de tudo, grande HOMEM. Ficaremos para sempre eternamente gratos pelos seus ensinamentos, pelo seu carisma, pela sua força de carácter e pela forma como nos ajudou a crescer como alunos e principalmente como homens. Todos estamos de acordo de que foi o melhor Professor que já alguma vez tivemos. As suas aulas eram autênticas lições de vida e é por isso que o Professor Carlos Alberto é um mito para todos nós e ficará para sempre guardado nas nossas memórias e nos nossos corações.
Como disse o Pedro Sousa (amigo nosso): "Estamos mais pobres. Morreu um dos maiores".
Até sempre, Professor Carlos Alberto!
Rodrigo de Almada Martins
(Mensagem de todo o plantel do Gaia United FC)
Para além disso, era neste momento explicador dos atletas mais novos da nossa equipa: Miguel e Gonçalo (irmãos, respectivamente, do Diguinho e João Vítor).
O Professor Carlos Alberto faleceu na madrugada do dia 19 de Abril de 2007. O Professor Carlos Alberto deixou-nos quando ainda tinha muito para viver à sua frente e muitas gerações de alunos para formar.
O Gaia United está, assim, de luto pela morte deste grande Professor, mas, acima de tudo, grande HOMEM. Ficaremos para sempre eternamente gratos pelos seus ensinamentos, pelo seu carisma, pela sua força de carácter e pela forma como nos ajudou a crescer como alunos e principalmente como homens. Todos estamos de acordo de que foi o melhor Professor que já alguma vez tivemos. As suas aulas eram autênticas lições de vida e é por isso que o Professor Carlos Alberto é um mito para todos nós e ficará para sempre guardado nas nossas memórias e nos nossos corações.
Como disse o Pedro Sousa (amigo nosso): "Estamos mais pobres. Morreu um dos maiores".
Até sempre, Professor Carlos Alberto!
Rodrigo de Almada Martins
(Mensagem de todo o plantel do Gaia United FC)
sábado, março 31, 2007
Amigável: Gaia United 5 - 3 Gaiathynaikos
Já se realizou este jogo.
Excelente jogo realizado no Liceu de Gaia, hoje, pelas 12h30.
Jogo jogado em ritmo concerteza mais lento do que aquele que as duas equipas empregam quer na Mini-Liga, quer na Longa Vida. Deu para treinar certas movimentações, fazer rodar o plantel e fundamentalmente conhecer o Gaiathynaikos, finalmente. Este jogo estava para ser feito há meses, mas ainda não tínhamos conseguido chegar a acordo de datas.
O jogo começou praticamente com o golo do Gaiathynaikos, numa boa jogada da equipa adversária.
O Gaia United, algo lento e previsível, demorou a reagir. Quando os remates começaram a sair, bem como as tabelinhas, foi o Carlos (GR do Gaiathynaikos) que começou a fazer a grande exibição da tarde. Realmente defendue tudo o que havia para defender, excepto aqueles remates que, definitivamente, levavam selo de golo. Defendeu bolas altas, bolas rasteiras, fez boas "manchas", enfim... impediu-nos por diversas vezes de chegarmos ao golo, até porque neste jogo criamos bastante oportunidades.
Depois, numa boa jogada individual do Ruca (fintou 2 adversários e colociu a bola rasteira no poste mais distante), chegamos finalmente ao empate.
A equipa do Gaiathynaikos desmoralizou um bocadinho e, pouco depois, por intermédio do Diguinho, voltamos a marcar (2-1), numa boa jogada de entendimento na qual o Diguinho apenas tem que empurrar para o fundo da baliza.
Aí o Gaiathynaikos mudou de estratégia. Até então as equipas estavam ambas a jogar abertas. O Gaiathynaikos passou a fecar-se na sua área e a sair em contra-ataque. A nossa equipa, bastante mais desconcentrada do que é habitual, foi permitindo espaços nas nossas costas, que fizeram com que o Gaiathynaikos fizesse dois golos (ambos em típicas jogadas de contra-ataque bem gizadas) e chegasse à vantagem (2-3).
Nesta altura a nossa equipa motivou-se e arrancou para uma boa exibição, fazendo 3 golos que fixaram o resultado final em 5-3 a nosso favor.
O golo do empate foi marcado pelo Pedro, no melhor golo da tarde. Após um canto do Ruca, o Pedro, de 1ª e sem deixar cair a bola, coloca-a no fundo das redes, sem qualquer hipótese para o Carlos.
O 4-3 foi marcado por mim. Recebo a bola na esquerda, parto em direcção à baliza e depois coloco a bola, de pé esquerdo, entre o poste e o GR contrário.
O 5-3 veio logo depois. Bola metida para o interior da área para o Diguinho que recebe a bola de costas e, numa rotação perfeita (mais um grande golo), coloca-a no ângulo, num remate cheio de precisão e potência.
Foi um bom jogo, animado, com duas equipas a lutarem pela vitória. Notou-se na parte final uma nítida quebra física por parte dos elementos do Gaiathynaikos (que tinham tido jogo ontem com os Linha Branca), se não me engano). O Gaiathynaikos fecha-se bem cá atrás e sai bem para o contra-ataque. Quando conseguirem ser mais eficazes na frente, poderão melhorar muito os seus resultados.
Nós aproveitamos este jogo para treinar certas movimentações e fazermos jogar alguns jogadores menos utilizados que vêm de lesões graves. Foi por isso que nos apresentamos no Liceu com 10 jogadores (apenas não jogaram Nelo, Nuno, Bezerra e Eloi).
Um abraço ao Carlos, Leandro e restante plantel do Gaiathynaikos e obrigado por esta visita. Foi um bom jogo que esperamos repetir (desta feita em casa do Gaiathynaikos, no excelente Pavilhão Municipal de Coimbrões.. lá estou eu a fazer-me a ser convidado!). Votos ainda de bons jogos na Liga Longa Vida para esta equipa. Espero que esteja tudo bem com o vosso jogador que ficou a sangrar do nariz num choque durante o jogo.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Diguinho (2x);
- Ruca;
- Pedro;
- Rodrigo.
Rodrigo de Almada Martins
Excelente jogo realizado no Liceu de Gaia, hoje, pelas 12h30.
Jogo jogado em ritmo concerteza mais lento do que aquele que as duas equipas empregam quer na Mini-Liga, quer na Longa Vida. Deu para treinar certas movimentações, fazer rodar o plantel e fundamentalmente conhecer o Gaiathynaikos, finalmente. Este jogo estava para ser feito há meses, mas ainda não tínhamos conseguido chegar a acordo de datas.
O jogo começou praticamente com o golo do Gaiathynaikos, numa boa jogada da equipa adversária.
O Gaia United, algo lento e previsível, demorou a reagir. Quando os remates começaram a sair, bem como as tabelinhas, foi o Carlos (GR do Gaiathynaikos) que começou a fazer a grande exibição da tarde. Realmente defendue tudo o que havia para defender, excepto aqueles remates que, definitivamente, levavam selo de golo. Defendeu bolas altas, bolas rasteiras, fez boas "manchas", enfim... impediu-nos por diversas vezes de chegarmos ao golo, até porque neste jogo criamos bastante oportunidades.
Depois, numa boa jogada individual do Ruca (fintou 2 adversários e colociu a bola rasteira no poste mais distante), chegamos finalmente ao empate.
A equipa do Gaiathynaikos desmoralizou um bocadinho e, pouco depois, por intermédio do Diguinho, voltamos a marcar (2-1), numa boa jogada de entendimento na qual o Diguinho apenas tem que empurrar para o fundo da baliza.
Aí o Gaiathynaikos mudou de estratégia. Até então as equipas estavam ambas a jogar abertas. O Gaiathynaikos passou a fecar-se na sua área e a sair em contra-ataque. A nossa equipa, bastante mais desconcentrada do que é habitual, foi permitindo espaços nas nossas costas, que fizeram com que o Gaiathynaikos fizesse dois golos (ambos em típicas jogadas de contra-ataque bem gizadas) e chegasse à vantagem (2-3).
Nesta altura a nossa equipa motivou-se e arrancou para uma boa exibição, fazendo 3 golos que fixaram o resultado final em 5-3 a nosso favor.
O golo do empate foi marcado pelo Pedro, no melhor golo da tarde. Após um canto do Ruca, o Pedro, de 1ª e sem deixar cair a bola, coloca-a no fundo das redes, sem qualquer hipótese para o Carlos.
O 4-3 foi marcado por mim. Recebo a bola na esquerda, parto em direcção à baliza e depois coloco a bola, de pé esquerdo, entre o poste e o GR contrário.
O 5-3 veio logo depois. Bola metida para o interior da área para o Diguinho que recebe a bola de costas e, numa rotação perfeita (mais um grande golo), coloca-a no ângulo, num remate cheio de precisão e potência.
Foi um bom jogo, animado, com duas equipas a lutarem pela vitória. Notou-se na parte final uma nítida quebra física por parte dos elementos do Gaiathynaikos (que tinham tido jogo ontem com os Linha Branca), se não me engano). O Gaiathynaikos fecha-se bem cá atrás e sai bem para o contra-ataque. Quando conseguirem ser mais eficazes na frente, poderão melhorar muito os seus resultados.
Nós aproveitamos este jogo para treinar certas movimentações e fazermos jogar alguns jogadores menos utilizados que vêm de lesões graves. Foi por isso que nos apresentamos no Liceu com 10 jogadores (apenas não jogaram Nelo, Nuno, Bezerra e Eloi).
Um abraço ao Carlos, Leandro e restante plantel do Gaiathynaikos e obrigado por esta visita. Foi um bom jogo que esperamos repetir (desta feita em casa do Gaiathynaikos, no excelente Pavilhão Municipal de Coimbrões.. lá estou eu a fazer-me a ser convidado!). Votos ainda de bons jogos na Liga Longa Vida para esta equipa. Espero que esteja tudo bem com o vosso jogador que ficou a sangrar do nariz num choque durante o jogo.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Diguinho (2x);
- Ruca;
- Pedro;
- Rodrigo.
Rodrigo de Almada Martins
quinta-feira, março 29, 2007
Taça da Mini-Liga 1/4 de Final: Reforços D'Inverno 2 - 7 Gaia United
O jogo já se realizou.
Apesar das peripécias de hoje de tarde (ligo a desmarcar o jogo, volto a tentar marcar, mas o Hélder não me atendia; ligo pos Cabasada - que seriam os árbitros - e soube que eles não podiam ir arbitrar - volto a ligar para o Hélder, finalmente ele atende, marca-se o jogo, escolhe-se os árbitros, etc), lá se conseguiu realizar este jogo.
E apesar do resultado algo desnivelado assistiu-se a boas jogadas de futsal de parte a parte, tendo o Gaia United sido mais mortífero e letal. Também diga-se que os Reforços encontraram pela frente um João Vítor inspiradíssimo (estava com uma directa em cima). Daí o resultado final ter sido de 2 - 7.
Mas vamos lá relatar, então, o que se passou hoje no Pavilhão de S. Mamede.
O Gaia United deslocou-se ao reduto dos Reforços algo debilitado físicamente: João Vítor com uma directa em cima e uma entorse do jogo com o InterDesportivo; Nelo com um olho praticamente fechado; Paulo tocado no pé esquerdo (hoje agravou a lesão, esperemos que não seja nada de grave); Pedro com o dedo do pé todo negro; Ruca, que hoje tinha ido fazer uma endoscopia e tirar sangue. Em boas condições apenas tínhamos o Rui Ferreira, o Diguinho, o seu irmão mais novo Miguel e o Gonçalo (reforço de última hora), irmão mais novo do João Vítor.
Mas é justamente nestas condições que o Gaia United mais se motiva e mais se une. E essa união e garra trouxe-nos a vitória no jogo de hoje.
É verdade que começamos mal, desconcentrados, demasiado presos e lentos, muito talvez devido ao atraso do nosso Capitão Nelo, que nos dá muita motivação e segurança defensiva cá atrás. E numa dessas desconcentrações os Reforços fizeram o 1-0, numa jogada sem qualquer hipótese para o nosso GR, que ainda fez uma primeira grande defesa a um remate bastante potente.
Por esta altura chegou o Nelo e aí, coincidência ou não, o jogo mudou. Mesmo antes dele entrar em campo. Jogada bonita do Ruca pelo meio, que liberta para o Gonçalo que, com muita classe, faz o 1-1 num remate seco e colocado.
Pouco depois, praticamente na jogada seguinte, passamos para a frente do marcador. Ruca recebe uma bola no meio-campo, parte para cima dos defesas dos Reforços, liberta para mim, que de primeira desfiro um remate ao ângulo superior direito da baliza do Teixeira, que ainda toca na bola mas não impede que ela só pare no fundo das redes.
O 1-3 vem também logo a seguir. Jogada perigosa dos Reforços muito bem defendida pelo João Vítor que, rápidamente, mete a bola na frente para o Ruca. Este recebe a bola magistralmente de costas, parte isolado em direcção à baliza, faz um primeiro remate que o Teixeira defende, mas na recaraga atira a contar.
Daí até ao final da 1ª parte assistiu-se a uma maior pressão por parte dos Reforços, muito bem combatida pela nossa equipa, que se fechou cá atrás, apenas concedendo remates de longa distância à equipa comandada pelo Hélder.
Na 2ª parte entramos muito bem e, logo a abrir, fazemos o 1-4, numa fantástica jogada do Gonçalo pela direita que consegue aguentar uma carga de um adversário junto à linha e ainda tem o discernimento de colocar a bola mesmo à medida do Ruca, que apenas tem de colocar a bola junto ao poste.
O nosso 5º golo surge por intermédio de uma das jogadas mais bonitas do encontro. Recuperação de uma bola no meio-campo pelo Nelo, que dá imediatamente para o Gonçalo que, junto à meia esquerda dribla um adversário, parte em direcção à baliza, encosta para mim que atiro para a baliza. O Teixeira defende na linha (ou mesmo já dentro), a bola sobra para o Pedro que toca para o Gonçalo, à boca da baliza, fazer o 1-5.
O 6º golo surge através de uma bonita jogada individual por parte do Rui Ferreira que, aos poucos, vai regressando à sua forma de antigamente. Recebe a bola na esquerda, adianta-se uns metros e, de pé direito, atira a bola rasteira para o poste mais distante. A bola foi tão bem colocada que, antes de entrar, ainda bateu no poste. Parabéns ao Rui por este golo e esperemos que entre na senda dos golos!
O 2-6 surge numa confusão na nossa grande área que os Reforços aproveitaram muito bem para reduzir a desvantagem.
Logo a seguir, numa jogada que demonstra bem a excelente forma física do Diguinho e a raça que caracteriza o Gaia United, o nosso nº 27 pressiona o portador da bola dos Reforços logo na sua pequena área, o que faz com que este perca a bola e depois Diguinho só tem que atirar para o fundo da baliza, onde se encontrava um desprevenido Teixeira. E estava assim feito o 2-7 final.
Os Reforços são sem dúvida uma boa equipa, dispõem de jogadores muito bons tecnicamente, como é o caso do Pedro, por exemplo. São também incisivos na disputa de bola e, em dia sim, podem ser uma equipa bastante díficil de bater. Mas ontem era definitivamente um mau dia para os Reforços, que nunca se encontraram em campo.
Contudo, uma palavra de incentivo para esta equipa que, jogando mais vezes, vão certamente formar uma grande equipa, pois são, em minha opinião, a seguir ao InterDesportivo, a equipa com mais recursos técnicos. Se conseguirem aliar a isso uma maior solidez táctica podem tornar-se num caso sério.
Mais uma vez peço aqui desculpa ao jogador Pedro dos Reforços pela minha atitude na 1ª parte após uma disputa de bola mais acesa. Todos temos estes momentos. Eu é muito raro tê-los, mas ontem foi um desses dias. Peço-lhe desculpa, até porque ele é um grande jogador (dos melhores da Mini-Liga) e porque soube reagir muito bem naquela situação. Pedidos de desculpas feitos na hora, mas não queria deixar passar esta oportunidade para o dizer de novo.
Um abraço ao Hélder, Teixeira, Pedro e a todos os outros jogadores dos Reforços. Um abraço também à dupla de arbitragem (J04/AS4H), ambos GR. Esta ideia de haver equipas de arbitragem de duas equipas diferentes tem os seus prós e os seus contras, mas pode ser uma ideia a levar para a frente. Os árbitros estiveram bem, pois pouco se notaram, o que é o melhor que se pode dizer duma equipa de arbitragem. Já agora, Kako, como tens sido sempre tu a vir fazer estes favores, pois a arbitragem estava inicialmente a cargo dos Cabasada (que não foram avisados a tempo), quando precisares de alguém para ir arbitrar em tua vez diz qualquer coisa!
Uma nota final apenas para referir a excelente exibição do nosso reforço de última hora: Gonçalo. Jogou e fez jogar e ainda marcou dois golos. Melhor estreia seria impossível. Combinou muito bem comigo, Ruca e Rui na frente de ataque e é um verdadeiro abre-latas. Este miúdo de 17 anos (e hoje jogamos com dois: Miguel e Gonçalo - que curiosamente e como a maioria de nós mais velhos foram colegas desde miúdos e jogaram juntos no Vilanovense) é irmão do nosso GR João Vítor e há muito que se andava para estrear com a camisola do Gaia United. Como sabem, sou contra reforços contratados a meio da época, mas este caso é diferente, visto que é um rapaz que conhecemos desde criança e que sempre pertenceu à família do Gaia United. Por tudo isto, estamos seriamente a pensar incluí-lo no nosso plantel. A ver vamos!
Para além disso agrada-me ver o entusiasmo do Miguel e do Gonçalo nestes jogos. É sinal que já sentem o espírito do Gaia United. E depois temos de elogiar o facto de se conseguirem bater de igual para igual com adversários que têm praticamente mais 10 anos que eles.
Um abraço a todos!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (2x);
- Gonçalo (2x);
- Rodrigo;
- Rui;
- Diguinho.
Rodrigo de Almada Martins
P.S. - Passamos às meias-finais da Taça da Mini-Liga, onde vamos defrontar a Anitex, equipa que eliminou o Portus nos 1/4 de Final. Por isso, de certeza que é uma grande equipa e são essas as informações que me têm chegado aos ouvidos. Esperemos que seja um grande jogo!
Apesar das peripécias de hoje de tarde (ligo a desmarcar o jogo, volto a tentar marcar, mas o Hélder não me atendia; ligo pos Cabasada - que seriam os árbitros - e soube que eles não podiam ir arbitrar - volto a ligar para o Hélder, finalmente ele atende, marca-se o jogo, escolhe-se os árbitros, etc), lá se conseguiu realizar este jogo.
E apesar do resultado algo desnivelado assistiu-se a boas jogadas de futsal de parte a parte, tendo o Gaia United sido mais mortífero e letal. Também diga-se que os Reforços encontraram pela frente um João Vítor inspiradíssimo (estava com uma directa em cima). Daí o resultado final ter sido de 2 - 7.
Mas vamos lá relatar, então, o que se passou hoje no Pavilhão de S. Mamede.
O Gaia United deslocou-se ao reduto dos Reforços algo debilitado físicamente: João Vítor com uma directa em cima e uma entorse do jogo com o InterDesportivo; Nelo com um olho praticamente fechado; Paulo tocado no pé esquerdo (hoje agravou a lesão, esperemos que não seja nada de grave); Pedro com o dedo do pé todo negro; Ruca, que hoje tinha ido fazer uma endoscopia e tirar sangue. Em boas condições apenas tínhamos o Rui Ferreira, o Diguinho, o seu irmão mais novo Miguel e o Gonçalo (reforço de última hora), irmão mais novo do João Vítor.
Mas é justamente nestas condições que o Gaia United mais se motiva e mais se une. E essa união e garra trouxe-nos a vitória no jogo de hoje.
É verdade que começamos mal, desconcentrados, demasiado presos e lentos, muito talvez devido ao atraso do nosso Capitão Nelo, que nos dá muita motivação e segurança defensiva cá atrás. E numa dessas desconcentrações os Reforços fizeram o 1-0, numa jogada sem qualquer hipótese para o nosso GR, que ainda fez uma primeira grande defesa a um remate bastante potente.
Por esta altura chegou o Nelo e aí, coincidência ou não, o jogo mudou. Mesmo antes dele entrar em campo. Jogada bonita do Ruca pelo meio, que liberta para o Gonçalo que, com muita classe, faz o 1-1 num remate seco e colocado.
Pouco depois, praticamente na jogada seguinte, passamos para a frente do marcador. Ruca recebe uma bola no meio-campo, parte para cima dos defesas dos Reforços, liberta para mim, que de primeira desfiro um remate ao ângulo superior direito da baliza do Teixeira, que ainda toca na bola mas não impede que ela só pare no fundo das redes.
O 1-3 vem também logo a seguir. Jogada perigosa dos Reforços muito bem defendida pelo João Vítor que, rápidamente, mete a bola na frente para o Ruca. Este recebe a bola magistralmente de costas, parte isolado em direcção à baliza, faz um primeiro remate que o Teixeira defende, mas na recaraga atira a contar.
Daí até ao final da 1ª parte assistiu-se a uma maior pressão por parte dos Reforços, muito bem combatida pela nossa equipa, que se fechou cá atrás, apenas concedendo remates de longa distância à equipa comandada pelo Hélder.
Na 2ª parte entramos muito bem e, logo a abrir, fazemos o 1-4, numa fantástica jogada do Gonçalo pela direita que consegue aguentar uma carga de um adversário junto à linha e ainda tem o discernimento de colocar a bola mesmo à medida do Ruca, que apenas tem de colocar a bola junto ao poste.
O nosso 5º golo surge por intermédio de uma das jogadas mais bonitas do encontro. Recuperação de uma bola no meio-campo pelo Nelo, que dá imediatamente para o Gonçalo que, junto à meia esquerda dribla um adversário, parte em direcção à baliza, encosta para mim que atiro para a baliza. O Teixeira defende na linha (ou mesmo já dentro), a bola sobra para o Pedro que toca para o Gonçalo, à boca da baliza, fazer o 1-5.
O 6º golo surge através de uma bonita jogada individual por parte do Rui Ferreira que, aos poucos, vai regressando à sua forma de antigamente. Recebe a bola na esquerda, adianta-se uns metros e, de pé direito, atira a bola rasteira para o poste mais distante. A bola foi tão bem colocada que, antes de entrar, ainda bateu no poste. Parabéns ao Rui por este golo e esperemos que entre na senda dos golos!
O 2-6 surge numa confusão na nossa grande área que os Reforços aproveitaram muito bem para reduzir a desvantagem.
Logo a seguir, numa jogada que demonstra bem a excelente forma física do Diguinho e a raça que caracteriza o Gaia United, o nosso nº 27 pressiona o portador da bola dos Reforços logo na sua pequena área, o que faz com que este perca a bola e depois Diguinho só tem que atirar para o fundo da baliza, onde se encontrava um desprevenido Teixeira. E estava assim feito o 2-7 final.
Os Reforços são sem dúvida uma boa equipa, dispõem de jogadores muito bons tecnicamente, como é o caso do Pedro, por exemplo. São também incisivos na disputa de bola e, em dia sim, podem ser uma equipa bastante díficil de bater. Mas ontem era definitivamente um mau dia para os Reforços, que nunca se encontraram em campo.
Contudo, uma palavra de incentivo para esta equipa que, jogando mais vezes, vão certamente formar uma grande equipa, pois são, em minha opinião, a seguir ao InterDesportivo, a equipa com mais recursos técnicos. Se conseguirem aliar a isso uma maior solidez táctica podem tornar-se num caso sério.
Mais uma vez peço aqui desculpa ao jogador Pedro dos Reforços pela minha atitude na 1ª parte após uma disputa de bola mais acesa. Todos temos estes momentos. Eu é muito raro tê-los, mas ontem foi um desses dias. Peço-lhe desculpa, até porque ele é um grande jogador (dos melhores da Mini-Liga) e porque soube reagir muito bem naquela situação. Pedidos de desculpas feitos na hora, mas não queria deixar passar esta oportunidade para o dizer de novo.
Um abraço ao Hélder, Teixeira, Pedro e a todos os outros jogadores dos Reforços. Um abraço também à dupla de arbitragem (J04/AS4H), ambos GR. Esta ideia de haver equipas de arbitragem de duas equipas diferentes tem os seus prós e os seus contras, mas pode ser uma ideia a levar para a frente. Os árbitros estiveram bem, pois pouco se notaram, o que é o melhor que se pode dizer duma equipa de arbitragem. Já agora, Kako, como tens sido sempre tu a vir fazer estes favores, pois a arbitragem estava inicialmente a cargo dos Cabasada (que não foram avisados a tempo), quando precisares de alguém para ir arbitrar em tua vez diz qualquer coisa!
Uma nota final apenas para referir a excelente exibição do nosso reforço de última hora: Gonçalo. Jogou e fez jogar e ainda marcou dois golos. Melhor estreia seria impossível. Combinou muito bem comigo, Ruca e Rui na frente de ataque e é um verdadeiro abre-latas. Este miúdo de 17 anos (e hoje jogamos com dois: Miguel e Gonçalo - que curiosamente e como a maioria de nós mais velhos foram colegas desde miúdos e jogaram juntos no Vilanovense) é irmão do nosso GR João Vítor e há muito que se andava para estrear com a camisola do Gaia United. Como sabem, sou contra reforços contratados a meio da época, mas este caso é diferente, visto que é um rapaz que conhecemos desde criança e que sempre pertenceu à família do Gaia United. Por tudo isto, estamos seriamente a pensar incluí-lo no nosso plantel. A ver vamos!
Para além disso agrada-me ver o entusiasmo do Miguel e do Gonçalo nestes jogos. É sinal que já sentem o espírito do Gaia United. E depois temos de elogiar o facto de se conseguirem bater de igual para igual com adversários que têm praticamente mais 10 anos que eles.
Um abraço a todos!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (2x);
- Gonçalo (2x);
- Rodrigo;
- Rui;
- Diguinho.
Rodrigo de Almada Martins
P.S. - Passamos às meias-finais da Taça da Mini-Liga, onde vamos defrontar a Anitex, equipa que eliminou o Portus nos 1/4 de Final. Por isso, de certeza que é uma grande equipa e são essas as informações que me têm chegado aos ouvidos. Esperemos que seja um grande jogo!
terça-feira, março 27, 2007
Mini-Liga 7ª Jornada: Gaia United 2 - 1 InterDesportivo
O jogo já se realizou!
Antes de mais, quero dizer que quem se deslocou ao Pavilhão do Gaia viu, provavelmente, aquele que foi (pelo menos até agora) o melhor jogo da Mini-Liga desta época. Esta é a minha opinião e as opiniões valem o que valem, até porque não assisti a todos os jogos da Mini-Liga. Assisti ao jogo do Portus - Amigos da 1ª Volta e foi realmente um grande jogo, com muitos golos (era até hoje para mim o melhor jogo). Este não teve tantos golos, mas teve uma intensidade, velocidade, técnica, raça, luta e vontade tais que, é para mim e até agora, o melhor jogo da Mini-Liga 2006/2007.
A 1ª parte foi bastante disputada a meio-campo, com as equipas a encaixarem uma na outra e a haver muita luta a meio-campo. Foi uma grande 1ª parte, mas bastante longe da intensidade e dramatismo que a 2ª iria ter. Dá-me ideia que, analisando a frio, a 1ª parte tem um ligeiro ascendente do Inter. O Inter jogou mais cá atrás, na expectativa e ia tirando a bola aos nosso jogadores mais avançados (Ruca e eu), jogando na antecipação. E depois, claro está, bola a circular para o Vitinha e para o André que juntos formam uma dupla temível. É incrível a aceleração destes jogadores. São, sem sombra de dúvidas, os jogadores mais rápidos da Mini-Liga. Isto sem desmerecer o resto do plantel do Inter, que é composto por excelentes jogadores, mas realmente o Vitinha e o André são jogadores de um nível fantástico. E quem tem jogadores destes opta e bem por jogar em contra-ataque. E foi isso que o Inter fez bem na 1ª parte. Fechou-se muito bem cá atrás e saía rápidamente para o ataque por intermédio das combinações entre estes dois grandes jogadores.
E a verdade é que na 1ª parte, embora também tivéssemos tido as nossas chances (remates que, quase sempre, eram defendidos pelo GR substituto do Carlos - e diga-se que ter um substituto destes não é para qualquer um. Defendeu quase tudo o que havia para defender, não defendendo apenas o impossível. Quem esteve no Pavilhão pode dizer melhor do que eu a exibição dele. Bolas pelo ar agarra na maior das calmas, vai buscar bolas ao ângulo, é fantástico a fazer a mancha. Enfim, um grande GR que, disse-nos o Rodolfo mais tarde, jogou a GR nas camadas jovens do Benfica. Realmente nota-se), era o Inter quem era mais perigoso.
E num dos lances perigosos que teve chegou ao golo. E um golo fruto de um belo entendimento colectivo. Bola metida na diagonal a rasgar a nossa defesa para o Vitinha que de primeira mete a bola para o 2º poste, ficando o Nando com a baliza escancarada à sua frente e, com muita calma, fez o 0-1 para os azuis.
Bola ao centro, reinício do jogo. O Gaia United acusou um pouco este golo e viu-se um pouco remetido para a sua área. Foi um período díficil para nós, ainda para mais, quando faltavam 2m para acabar a 1ª parte, aconteceu o primeiro lance caricato do desafio: um choque entre o nosso Capitão Nelo e o nosso GR João Vítor. Na ânsia de cortar uma bola da nossa área, os nossos dois jogadores embateram violentamente um no outro. Resultado: Nelo fica com um olho completamente inchado por ter embatido na perna do João Vítor, que teve que sair imediatamente do jogo, devido a uma entorse.
Para o lugar do João Vítor entre o lesionado Paulo (que não tinha sido convocado para este jogo precisamente pela lesão que sofreu num jogo de amigos durante o decorrer desta semana), que estava na bancada a apoiar a nossa equipa. Foi só dizer-lhe para ir ao carro buscar o equipamento (que milagrosamente tinha trazido) e aí estava ele pronto para iniciar a 2ª parte, mesmo em nítidas dificuldades físicas. E aqui uma palavra de agradecimento para a equipa do Inter, que nos deu o tempo que precisávamos para que o Paulo fosse ao carro e se fosse equipar.
Nisto perderam-se cerca de 10m (os jogadores ficaram frios), tendo as três equipas em campo chegado a acordo relativamente a que a 2ª parte tivesse 22 minutos. Acordo esse que viria a ter influência no final dramático do jogo, como mais adiante iremos ver.
Mesmo assim, o nosso Capitão Nelo, contra todos os conselhos e com a garra que sempre o caracteriza, decidiu continuar em campo e iniciar a 2ª parte.
Início da 2ª parte e nova contrariedade para o Gaia United: o Nelo, numa disputa de bola a meio-campo, embate violentamente na nuca do Ruca e, de novo, fica estatelado no chão do Gaia United Arena, com um inchaço no sobrolho tal que era obrigado a sair de campo. Grande contrariedade para a nossa equipa, que se via privada de um dos seus dois bastiões defensivos: Nelo. O outro é o Diguinho.
Mas foi neste momento que a nossa equipa se uniu. Foi aqui que senti que podíamos ganhar o jogo. A raça do Gaia United veio ao de cima e aí o jogo mudou. Procedemos a alterações tácticas: Diguinho e Pedro (que agora recuava para o lugar do Nelo) a fazer duo defensivo; Ruca e eu (que tinha entrado para o lugar do lesionado Nelo - que já estava a fazer gelo) na frente.
E a verdade é que o Gaia United cresceu. Atrás estava um GR em dificuldades físicas mas que iria dar tudo por tudo; na defesa estava o Diguinho a comandar as operações e a organizar jogo e o Pedro (que fez um jogo a todos os títulos fantástico, quer a atacar, quer a defender). Com estes dois jogadores cá atrás, o Ruca e eu sabíamos que podíamos atacar, sem nunca esquecermos, claro, as preocupações defensivas.
Nos minutos seguintes, surge o nosso golo do empate, por intermédio de um meio remate-meio passe do Diguinho para o interior da área, tendo o Pedro aberto as pernas na pequena área, enganando por completo o GR do InterDesportivo. Estava feito o empate. Em minha opinião, este foi o nosso golpe de sorte no jogo e não o lance final em que fizemos o 2-1, como é opinião por parte dos jogadores do Inter. Se houve felicidade da nossa parte foi no 1º golo e nunca no 2º.
Depois deste golo começa aqui o grande jogo de futsal. Gaia United em franco crescimento - estávamos mais fortes fisicamente que o Inter - e começamos a cair em cima do Inter, a pressionar alto, a soltar rápido para o ataque. Mas o Inter também não se ficou e de novo o Vitinha e o André a deambularem na frente de ataque a darem muito que fazer ao Diguinho e ao Pedro. Mas estes nossos dois defesas estavam intransponíveis e o Ruca e eu recebíamos bastante jogo no ataque, em boas combinações de tabelas que podiam ter resultado em golo. Mas o Inter ia tendo as suas oportunidades também. Estava um ambiente fantástico no Pavilhão do Gaia. Muita vivacidade, lances fantásticos, magia por parte dos melhores intervenientes, lances de ataque e contra-ataque, parada e resposta, flagrantes oportunidades, excelentes defesas dos GR.
Nesta altura acontece outro episódio caricato do encontro. Lance individual do Vitinha, que finta dois jogadores, é interceptado pelo Diguinho, dois jogadores vêm em corrida por trás, projectam o Vitinha para a frente, que bate com os dentes no joelho do Diguinho e fica imediatamente a sangrar no chão. Mas um lance em que um jogador se magoava e, como é óbvio, o ambiente fervia. E então aí o Inter também cresceu e o jogo ficou animado e mais duro. Vimos os nossos 2 amarelos: Diguinho e eu, por faltas cirúrgicas, em que o André se escapulia por duas vezes para a nossa baliza, sem mais ninguém para ultrapassar a não ser o nosso GR Paulo.
Na jogada seguinte, mais uma vez, o GR do Inter mostra toda a sua classe. O Ruca e eu isolados cara a cara frente ao GR do Inter, Ruca toca para eu encostar para o fundo das redes, mas inacreditavelmente o GR consegue ir buscar a bola antes que ela chegasse aos meus pés. Não me perguntem como fez, pois penso que ninguém no Pavilhão conseguiu perceber como é que ele chegou áquela bola.
O Gaia United estava fortíssimo. Sentíamos que podíamos ganhar o jogo e começamos a arriscar mais (o que nos valeu grandes sustos devido ao sempre presete contra-ataque do Inter - um deles brilhantemente defendido pelo nosso GR Paulo, que faz uma mancha fantástica).
O Diguinho começou também a subir mais e senti que a hora do nosso golo vitorioso havia de chegar. Julgo que, por aquilo que lutamos e corremos e pela forma apaixonada como vivemos este jogo, merecíamos a vitória. Embora saiba reconhecer que os jogadores do Inter também têm motivos para pensar exactamente o contrário, ou seja, a vitória do Inter.
Num momento em que a bola estava nas bancadas, pergunto ao André quanto tempo faltava para o final do encontro. "2 minutos" foi a resposta que recebi - 2 minutos esses que foram os tais que resultaram da 2ª parte com 22 minutos.
Havia que apostar no ataque. Tínhamos de ganhar aquele jogo. Era um prémio para aquilo que lutamos. É então que o Diguinho conduz a bola até ao meio-campo, toca para a linhade fundo onde eu me estou a desmarcar, avanço uns metros (quase já sem forças, devido ao enorme desgaste físico) e cruzo para para a área onde vi uma mancha amarela e negra. E essa mancha amarela e negra era a entrada fulgurante do Diguinho a rematar sem espinhas para o fundo das redes, já na pequena área. Depois o que se seguiu foi indescritível, gritos, berros, festejos esfusiantes, camisolas atiradas ao ar, suplentes a entrar no campo para os festejos, gritos de GOLO, jogadores abraçados no chão a festejar. Quem esteve no pavilhão sabe ao que eu me refiro. Era o Diguinho a bisar (a corooar a nossa 2ª parte a todos os títulos fantástica) e agora tudo o que tínhamos a fazer era fecharmo-nos cá atrás, em 3-1.
Foi o que fizemos e, esses 2m pareceram eternos. E aí entra de novo o nosso Capitão Nelo em campo, com os dois olhos praticamente semicerrados, para substituir o Pedro. Quando finalmente soou o apito da equipa de arbitragem, foi como se nos tivessem tirado uma pedra de cima das nossas cabeças.
Era a vitória da nossa equipa, que tudo tinha feito para conseguir os 3 pontos.
Antes de partir para o resto das despedidas, permitam-me que envie um abraço sentido para toda a nossa equipa: ao Vitó, pelas defesas que fez na 1ª parte e pelas indicações tácticas; ao Diguinho pelos cortes fantásticos e pelos 2 golos; ao Nelo pela raça, garra e querer que muitos poucos no FFA devem ter que fez com que jogasse em campo com dois inchaços na cara; ao Sérgio pelo jogo que fez na 1ª parte e pelo seu apoio aos colegas; ao Nuno Tiago (que esteve de fora) pela força que nos transmitiu; ao Miguel, que embora tenha pecado por exagerado (desculpas ao pessoal do Inter), esteve sempre a puxar por nós; ao Bezerra pelo apoio passado para os que estavam lá dentro; ao Eloi (esteve de fora) pela força que nos deu para dentro de campo; ao Ruca pela sua técnica fantástica e pelo seu jogo fenomenal a pivot, pelas tabelas feitas, pela velocidade imprimida, pelas fintas, por tudo; ao Pedro pela incrível capacidade física e por jogar bem atrás e à frente, pelo bonito gesto técnico no 1º golo, pelos inúmeros cortes, pela raça com que joga; e, por fim mas não menos importante, para o Paulo, GR de última hora (nem sequer estava convocado), pelas enormes defesas, pela raça e querer com que jogou apesar de estar praticamente manco, pelos lançamentos para a frente de ataque, pelo amor ao clube, no fundo. E aos outros, que hoje não puderam comparecer (Rui e Nuno).
Um abraço também para o muito público que se deslocou ao Gaia United Arena para assitir a este grande jogo de futsal: para o pessoal dos Palankas (equipa que queria estrear-se contra nós, mas que não vai ser possível), que me pareceu malta bastante poreira; para os familiares e amigos do plantel do Inter, que compareceram em massa; para o Nélson (nosso colega do Secundário no Colégio de Gaia que já não víamos há muito e que foi lá torcer por nós); para o João do Portus (que, confesso não vi no pavilhão, mas disseram-me que esteve nas bancadas a assistir ao encontro, certamente a torcer pelo Gaia United :p), entre muitos outros que agora não me recorda.
Um abraço também para toda a malta do Inter, sem excepção. São uma equipa a todos os níveis fantástica, tecnicamente são incríveis, obrigado por este magnífico jogo, pela conversa no final do jogo, obrigado por este belo espectáculo de futsal, infelizmente com muitas lesões pelo meio, mas contra isso não há nada a fazer. Para eles as maiores felicidades, excepto no jogo InterDesportivo - Gaia United da 2ª Volta.
Um abraço, como não podia deixar de ser, para a equipa de arbitragem, composta pelo André, Sérginho e por outro jogador da Juventude (que agora não me recorda o nome). Fizeram a melhor arbitragem possível dentro daquilo que foi este jogo: quente, vivo, emotivo. Foi um jogo díficil de arbitrar, concerteza, mas o André e o Sérginho mostraram estar á altura das exigências. Um muito obrigado a eles pelo belo trabalho. Claro que tiveram erros. Se nos jogos mais calmos há erros, quanto mais nestes! Mas no geral penso que a arbitragem tem uma nota bastante alta.
Nota final apenas para dizer que houve 5 jogos que me marcaram desde que entrei para o FFA: o nosso baptismo frente ao Arsenal Oliveirense; o 2º jogo frente aos Cabasada; o jogo frente aos Tigres no Colégio de Gaia na recta final da Longa Vida; o jogo Portus - Gaia United da 1ª Volta da Mini-Liga; e o jogo de hoje. Mas sem dúvida que o jogo de hoje está, para mim, num patamar mais acima. Obrigado ao Inter por este jogaço e as melhoras para o Vitinha!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Diguinho (2x).
Rodrigo de Almada Martins
Antes de mais, quero dizer que quem se deslocou ao Pavilhão do Gaia viu, provavelmente, aquele que foi (pelo menos até agora) o melhor jogo da Mini-Liga desta época. Esta é a minha opinião e as opiniões valem o que valem, até porque não assisti a todos os jogos da Mini-Liga. Assisti ao jogo do Portus - Amigos da 1ª Volta e foi realmente um grande jogo, com muitos golos (era até hoje para mim o melhor jogo). Este não teve tantos golos, mas teve uma intensidade, velocidade, técnica, raça, luta e vontade tais que, é para mim e até agora, o melhor jogo da Mini-Liga 2006/2007.
A 1ª parte foi bastante disputada a meio-campo, com as equipas a encaixarem uma na outra e a haver muita luta a meio-campo. Foi uma grande 1ª parte, mas bastante longe da intensidade e dramatismo que a 2ª iria ter. Dá-me ideia que, analisando a frio, a 1ª parte tem um ligeiro ascendente do Inter. O Inter jogou mais cá atrás, na expectativa e ia tirando a bola aos nosso jogadores mais avançados (Ruca e eu), jogando na antecipação. E depois, claro está, bola a circular para o Vitinha e para o André que juntos formam uma dupla temível. É incrível a aceleração destes jogadores. São, sem sombra de dúvidas, os jogadores mais rápidos da Mini-Liga. Isto sem desmerecer o resto do plantel do Inter, que é composto por excelentes jogadores, mas realmente o Vitinha e o André são jogadores de um nível fantástico. E quem tem jogadores destes opta e bem por jogar em contra-ataque. E foi isso que o Inter fez bem na 1ª parte. Fechou-se muito bem cá atrás e saía rápidamente para o ataque por intermédio das combinações entre estes dois grandes jogadores.
E a verdade é que na 1ª parte, embora também tivéssemos tido as nossas chances (remates que, quase sempre, eram defendidos pelo GR substituto do Carlos - e diga-se que ter um substituto destes não é para qualquer um. Defendeu quase tudo o que havia para defender, não defendendo apenas o impossível. Quem esteve no Pavilhão pode dizer melhor do que eu a exibição dele. Bolas pelo ar agarra na maior das calmas, vai buscar bolas ao ângulo, é fantástico a fazer a mancha. Enfim, um grande GR que, disse-nos o Rodolfo mais tarde, jogou a GR nas camadas jovens do Benfica. Realmente nota-se), era o Inter quem era mais perigoso.
E num dos lances perigosos que teve chegou ao golo. E um golo fruto de um belo entendimento colectivo. Bola metida na diagonal a rasgar a nossa defesa para o Vitinha que de primeira mete a bola para o 2º poste, ficando o Nando com a baliza escancarada à sua frente e, com muita calma, fez o 0-1 para os azuis.
Bola ao centro, reinício do jogo. O Gaia United acusou um pouco este golo e viu-se um pouco remetido para a sua área. Foi um período díficil para nós, ainda para mais, quando faltavam 2m para acabar a 1ª parte, aconteceu o primeiro lance caricato do desafio: um choque entre o nosso Capitão Nelo e o nosso GR João Vítor. Na ânsia de cortar uma bola da nossa área, os nossos dois jogadores embateram violentamente um no outro. Resultado: Nelo fica com um olho completamente inchado por ter embatido na perna do João Vítor, que teve que sair imediatamente do jogo, devido a uma entorse.
Para o lugar do João Vítor entre o lesionado Paulo (que não tinha sido convocado para este jogo precisamente pela lesão que sofreu num jogo de amigos durante o decorrer desta semana), que estava na bancada a apoiar a nossa equipa. Foi só dizer-lhe para ir ao carro buscar o equipamento (que milagrosamente tinha trazido) e aí estava ele pronto para iniciar a 2ª parte, mesmo em nítidas dificuldades físicas. E aqui uma palavra de agradecimento para a equipa do Inter, que nos deu o tempo que precisávamos para que o Paulo fosse ao carro e se fosse equipar.
Nisto perderam-se cerca de 10m (os jogadores ficaram frios), tendo as três equipas em campo chegado a acordo relativamente a que a 2ª parte tivesse 22 minutos. Acordo esse que viria a ter influência no final dramático do jogo, como mais adiante iremos ver.
Mesmo assim, o nosso Capitão Nelo, contra todos os conselhos e com a garra que sempre o caracteriza, decidiu continuar em campo e iniciar a 2ª parte.
Início da 2ª parte e nova contrariedade para o Gaia United: o Nelo, numa disputa de bola a meio-campo, embate violentamente na nuca do Ruca e, de novo, fica estatelado no chão do Gaia United Arena, com um inchaço no sobrolho tal que era obrigado a sair de campo. Grande contrariedade para a nossa equipa, que se via privada de um dos seus dois bastiões defensivos: Nelo. O outro é o Diguinho.
Mas foi neste momento que a nossa equipa se uniu. Foi aqui que senti que podíamos ganhar o jogo. A raça do Gaia United veio ao de cima e aí o jogo mudou. Procedemos a alterações tácticas: Diguinho e Pedro (que agora recuava para o lugar do Nelo) a fazer duo defensivo; Ruca e eu (que tinha entrado para o lugar do lesionado Nelo - que já estava a fazer gelo) na frente.
E a verdade é que o Gaia United cresceu. Atrás estava um GR em dificuldades físicas mas que iria dar tudo por tudo; na defesa estava o Diguinho a comandar as operações e a organizar jogo e o Pedro (que fez um jogo a todos os títulos fantástico, quer a atacar, quer a defender). Com estes dois jogadores cá atrás, o Ruca e eu sabíamos que podíamos atacar, sem nunca esquecermos, claro, as preocupações defensivas.
Nos minutos seguintes, surge o nosso golo do empate, por intermédio de um meio remate-meio passe do Diguinho para o interior da área, tendo o Pedro aberto as pernas na pequena área, enganando por completo o GR do InterDesportivo. Estava feito o empate. Em minha opinião, este foi o nosso golpe de sorte no jogo e não o lance final em que fizemos o 2-1, como é opinião por parte dos jogadores do Inter. Se houve felicidade da nossa parte foi no 1º golo e nunca no 2º.
Depois deste golo começa aqui o grande jogo de futsal. Gaia United em franco crescimento - estávamos mais fortes fisicamente que o Inter - e começamos a cair em cima do Inter, a pressionar alto, a soltar rápido para o ataque. Mas o Inter também não se ficou e de novo o Vitinha e o André a deambularem na frente de ataque a darem muito que fazer ao Diguinho e ao Pedro. Mas estes nossos dois defesas estavam intransponíveis e o Ruca e eu recebíamos bastante jogo no ataque, em boas combinações de tabelas que podiam ter resultado em golo. Mas o Inter ia tendo as suas oportunidades também. Estava um ambiente fantástico no Pavilhão do Gaia. Muita vivacidade, lances fantásticos, magia por parte dos melhores intervenientes, lances de ataque e contra-ataque, parada e resposta, flagrantes oportunidades, excelentes defesas dos GR.
Nesta altura acontece outro episódio caricato do encontro. Lance individual do Vitinha, que finta dois jogadores, é interceptado pelo Diguinho, dois jogadores vêm em corrida por trás, projectam o Vitinha para a frente, que bate com os dentes no joelho do Diguinho e fica imediatamente a sangrar no chão. Mas um lance em que um jogador se magoava e, como é óbvio, o ambiente fervia. E então aí o Inter também cresceu e o jogo ficou animado e mais duro. Vimos os nossos 2 amarelos: Diguinho e eu, por faltas cirúrgicas, em que o André se escapulia por duas vezes para a nossa baliza, sem mais ninguém para ultrapassar a não ser o nosso GR Paulo.
Na jogada seguinte, mais uma vez, o GR do Inter mostra toda a sua classe. O Ruca e eu isolados cara a cara frente ao GR do Inter, Ruca toca para eu encostar para o fundo das redes, mas inacreditavelmente o GR consegue ir buscar a bola antes que ela chegasse aos meus pés. Não me perguntem como fez, pois penso que ninguém no Pavilhão conseguiu perceber como é que ele chegou áquela bola.
O Gaia United estava fortíssimo. Sentíamos que podíamos ganhar o jogo e começamos a arriscar mais (o que nos valeu grandes sustos devido ao sempre presete contra-ataque do Inter - um deles brilhantemente defendido pelo nosso GR Paulo, que faz uma mancha fantástica).
O Diguinho começou também a subir mais e senti que a hora do nosso golo vitorioso havia de chegar. Julgo que, por aquilo que lutamos e corremos e pela forma apaixonada como vivemos este jogo, merecíamos a vitória. Embora saiba reconhecer que os jogadores do Inter também têm motivos para pensar exactamente o contrário, ou seja, a vitória do Inter.
Num momento em que a bola estava nas bancadas, pergunto ao André quanto tempo faltava para o final do encontro. "2 minutos" foi a resposta que recebi - 2 minutos esses que foram os tais que resultaram da 2ª parte com 22 minutos.
Havia que apostar no ataque. Tínhamos de ganhar aquele jogo. Era um prémio para aquilo que lutamos. É então que o Diguinho conduz a bola até ao meio-campo, toca para a linhade fundo onde eu me estou a desmarcar, avanço uns metros (quase já sem forças, devido ao enorme desgaste físico) e cruzo para para a área onde vi uma mancha amarela e negra. E essa mancha amarela e negra era a entrada fulgurante do Diguinho a rematar sem espinhas para o fundo das redes, já na pequena área. Depois o que se seguiu foi indescritível, gritos, berros, festejos esfusiantes, camisolas atiradas ao ar, suplentes a entrar no campo para os festejos, gritos de GOLO, jogadores abraçados no chão a festejar. Quem esteve no pavilhão sabe ao que eu me refiro. Era o Diguinho a bisar (a corooar a nossa 2ª parte a todos os títulos fantástica) e agora tudo o que tínhamos a fazer era fecharmo-nos cá atrás, em 3-1.
Foi o que fizemos e, esses 2m pareceram eternos. E aí entra de novo o nosso Capitão Nelo em campo, com os dois olhos praticamente semicerrados, para substituir o Pedro. Quando finalmente soou o apito da equipa de arbitragem, foi como se nos tivessem tirado uma pedra de cima das nossas cabeças.
Era a vitória da nossa equipa, que tudo tinha feito para conseguir os 3 pontos.
Antes de partir para o resto das despedidas, permitam-me que envie um abraço sentido para toda a nossa equipa: ao Vitó, pelas defesas que fez na 1ª parte e pelas indicações tácticas; ao Diguinho pelos cortes fantásticos e pelos 2 golos; ao Nelo pela raça, garra e querer que muitos poucos no FFA devem ter que fez com que jogasse em campo com dois inchaços na cara; ao Sérgio pelo jogo que fez na 1ª parte e pelo seu apoio aos colegas; ao Nuno Tiago (que esteve de fora) pela força que nos transmitiu; ao Miguel, que embora tenha pecado por exagerado (desculpas ao pessoal do Inter), esteve sempre a puxar por nós; ao Bezerra pelo apoio passado para os que estavam lá dentro; ao Eloi (esteve de fora) pela força que nos deu para dentro de campo; ao Ruca pela sua técnica fantástica e pelo seu jogo fenomenal a pivot, pelas tabelas feitas, pela velocidade imprimida, pelas fintas, por tudo; ao Pedro pela incrível capacidade física e por jogar bem atrás e à frente, pelo bonito gesto técnico no 1º golo, pelos inúmeros cortes, pela raça com que joga; e, por fim mas não menos importante, para o Paulo, GR de última hora (nem sequer estava convocado), pelas enormes defesas, pela raça e querer com que jogou apesar de estar praticamente manco, pelos lançamentos para a frente de ataque, pelo amor ao clube, no fundo. E aos outros, que hoje não puderam comparecer (Rui e Nuno).
Um abraço também para o muito público que se deslocou ao Gaia United Arena para assitir a este grande jogo de futsal: para o pessoal dos Palankas (equipa que queria estrear-se contra nós, mas que não vai ser possível), que me pareceu malta bastante poreira; para os familiares e amigos do plantel do Inter, que compareceram em massa; para o Nélson (nosso colega do Secundário no Colégio de Gaia que já não víamos há muito e que foi lá torcer por nós); para o João do Portus (que, confesso não vi no pavilhão, mas disseram-me que esteve nas bancadas a assistir ao encontro, certamente a torcer pelo Gaia United :p), entre muitos outros que agora não me recorda.
Um abraço também para toda a malta do Inter, sem excepção. São uma equipa a todos os níveis fantástica, tecnicamente são incríveis, obrigado por este magnífico jogo, pela conversa no final do jogo, obrigado por este belo espectáculo de futsal, infelizmente com muitas lesões pelo meio, mas contra isso não há nada a fazer. Para eles as maiores felicidades, excepto no jogo InterDesportivo - Gaia United da 2ª Volta.
Um abraço, como não podia deixar de ser, para a equipa de arbitragem, composta pelo André, Sérginho e por outro jogador da Juventude (que agora não me recorda o nome). Fizeram a melhor arbitragem possível dentro daquilo que foi este jogo: quente, vivo, emotivo. Foi um jogo díficil de arbitrar, concerteza, mas o André e o Sérginho mostraram estar á altura das exigências. Um muito obrigado a eles pelo belo trabalho. Claro que tiveram erros. Se nos jogos mais calmos há erros, quanto mais nestes! Mas no geral penso que a arbitragem tem uma nota bastante alta.
Nota final apenas para dizer que houve 5 jogos que me marcaram desde que entrei para o FFA: o nosso baptismo frente ao Arsenal Oliveirense; o 2º jogo frente aos Cabasada; o jogo frente aos Tigres no Colégio de Gaia na recta final da Longa Vida; o jogo Portus - Gaia United da 1ª Volta da Mini-Liga; e o jogo de hoje. Mas sem dúvida que o jogo de hoje está, para mim, num patamar mais acima. Obrigado ao Inter por este jogaço e as melhoras para o Vitinha!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Diguinho (2x).
Rodrigo de Almada Martins
sábado, março 24, 2007
Apresentação dos avatares do Gaia United
Aqui estão os avatares do Gaia United, realizados pelo Pika, o nosso designer. Uma mistura de diferentes temas: Gaia United, FFA, o nosso lema e o lema do FFA. Para além disso, cada jogador passou a dispôr, também, de um avatar próprio. Penso que foi um trabalho muito bem realizado pelo Pika, que está de parabéns. A ele o nosso obrigado!
sexta-feira, março 23, 2007
Mini-Liga 12ª Jornada: Juventude Unida 0 - 2 Gaia United
O jogo já se realizou.
O Gaia United foi vencer ao reduto da Juventude Unida por 0-2, num jogo bastante díficil para nós e em que o resultado foi melhor que a exibição.
Foi um resultado importante, dado o ciclo díficil que agora iniciamos (agora 2ª contra o InterDesportivo e 4ª contra os Reforços, para a Taça).
Primeiro que tudo há que dizer uma coisa: não percebo sinceramente como é que a Juventude Unida ainda não pontuou nesta Mini-Liga. Ou melhor, se calhar até percebo. Se a Juventude Unida dispusesse sempre destes jogadores todos de certeza que estava melhor classificada.
Estiveram em campo, especificamente, três jogadores da Juventude que não têm jogado esta Mini-Liga: aquele jogador muito alto (que, segundo me disse o André está a trabalhar em Lisboa e raramente pode jogar); e os dois jogadores morenos que jogaram na frente. Com estes três jogadores, a Juventude Unida ganha muito maior força física e uma técnica bastante apreciável na frente. (Desculpem não saber o nome de nenhum deles).
E isso no início causou-nos muitos problemas, tendo acabado a 1ª parte com 0-0.
Esta 1ª parte não foi muito bem disputada, havendo muitas faltas e muitas vezes o jogo interrompido.
Mas estava um jogo vivo, animado, um bom espectáculo, no fundo. E se é verdade que tivemos as melhores oportunidades, também não podemos esquecer o facto da Juventude nunca ter abdicado do contra-ataque.
Na 1ª parte, confesso, fomos surpreendidos pela Juventude Unida que, muito fortes e aguerridos cá atrás (defendiam todos muito cá atrás, os 4 jogadores bem "entrincheirados" no seu meio campo - estacionaram, como se diz na gíria, o autocarro à frente da baliza) saíam bem para o contra-ataque, em boas combinações, sendo que numa delas estiveram muito perto de fazer o golo.
A nossa equipa ia encostando a Juventude lá atrás, com sucessivos cantos, lançamentos, remates contra a floresta de pernas da Juventude, boas defesas do GR, etc. De referir também que a Juventude Unida também teve alguns remates perigosos, todos eles de livre directo.
Na 2ª parte acalmamos o nosso jogo e começamos a fazer melhor circulação de bola.
E o 0-1 apareceu logo, numa bola metida para a zona central para o Ruca, que deixa para trás um adversário e remata rasteiro, ainda algo distante da baliza, fazendo o 0-1. Foi um golo muito importante para a nossa equipa, pois isso obrigou a Juventude Unida a libertar-se mais e a colocar mais homens na frente.
Foi o nosso melhor momento do jogo, em que aproveitamos o espaço fornecido cá atrás pelos homens de azul, só que, por falta de sorte ou por azelhice, fomos coleccionando falhanços atrás de falhanços. Umas vezes a bola ia fora, outras por cima, uma vez foi ao poste e outras o GR da Juventude defendia.
E depois a Juventude Unida, claro, ia tentando o empate, tendo disposto de uma grande ocasião para isso, tendo o João Vítor impedido de um modo fantástico que essa bola entrasse.
Tínhamos o jogo controlado, mas a Juventude ia assustando. Mas, conforme me disse o Sá Pinto no final do jogo, estamos fortíssimos a defender (e a prova disso mesmo são os 10 golos sofridos em 10 jogos na Mini-Liga, o que é de enaltecer da nossa parte). Claro que essa segurança defensiva paga-se caro na frente do ataque, onde deixamos os jogadores mais adiantados algo desapoiados.
Mas a verdade é que esse jogo mais defensivo deu os seus frutos, mais uma vez, já perto do final do jogo, naquela que foi, quanto a mim, a melhor jogada do desafio. Entendimento perfeito entre Nelo, Ruca e Pedro, que ao 2º poste encosta para o 0-2.
A partir daí, fechamo-nos cá atrás e, pouco depois, o Kako dava por teminado o encontro.
Bom jogo de futsal entre as duas equipas, com enorme vivacidade e emotividade. Nem sempre bem jogado, mas disputado com enorme vontade por parte de todos os intervenientes.
Tenho de reconhecer que a Juventude Unida nos surpreendeu. Jogaram muito bem cá atrás, com 4 jogadores bem à frente da baliza (como muitas vezes nós fazemos) e saíram rápido para o ataque (nomeadamente pelo Sérginho, sempre muito rápido).
Tivemos que suar muito para levar de vencida esta equipa que, se actuasse sempre com estes jogadores e com esta vontade, de certeza que não estava no último lugar da Mini-Liga.
A arbitragem do Kako e do Ferrão não foi fácil, reconheço. Houve lances em que ambas as equipas reclamaram falta (nomeadamente faltas a meio-campo) e ainda há 2 penalties (uma para cada lado) que as equipas ficaram a reclamar. De referir o sacrifício do Kako para apitar este jogo, pois estava constipado. Um muito obrigado a ele e ao Ferrão, naquele que foi um jogo díficil para eles.
Um abraço ao plantel da Juventude, em especial André, Sá Pinto e Sérginho. Um abraço atmbém à equipa de arbitragem.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca;
- Pedro Almeida.
Rodrigo de Almada Martins
O Gaia United foi vencer ao reduto da Juventude Unida por 0-2, num jogo bastante díficil para nós e em que o resultado foi melhor que a exibição.
Foi um resultado importante, dado o ciclo díficil que agora iniciamos (agora 2ª contra o InterDesportivo e 4ª contra os Reforços, para a Taça).
Primeiro que tudo há que dizer uma coisa: não percebo sinceramente como é que a Juventude Unida ainda não pontuou nesta Mini-Liga. Ou melhor, se calhar até percebo. Se a Juventude Unida dispusesse sempre destes jogadores todos de certeza que estava melhor classificada.
Estiveram em campo, especificamente, três jogadores da Juventude que não têm jogado esta Mini-Liga: aquele jogador muito alto (que, segundo me disse o André está a trabalhar em Lisboa e raramente pode jogar); e os dois jogadores morenos que jogaram na frente. Com estes três jogadores, a Juventude Unida ganha muito maior força física e uma técnica bastante apreciável na frente. (Desculpem não saber o nome de nenhum deles).
E isso no início causou-nos muitos problemas, tendo acabado a 1ª parte com 0-0.
Esta 1ª parte não foi muito bem disputada, havendo muitas faltas e muitas vezes o jogo interrompido.
Mas estava um jogo vivo, animado, um bom espectáculo, no fundo. E se é verdade que tivemos as melhores oportunidades, também não podemos esquecer o facto da Juventude nunca ter abdicado do contra-ataque.
Na 1ª parte, confesso, fomos surpreendidos pela Juventude Unida que, muito fortes e aguerridos cá atrás (defendiam todos muito cá atrás, os 4 jogadores bem "entrincheirados" no seu meio campo - estacionaram, como se diz na gíria, o autocarro à frente da baliza) saíam bem para o contra-ataque, em boas combinações, sendo que numa delas estiveram muito perto de fazer o golo.
A nossa equipa ia encostando a Juventude lá atrás, com sucessivos cantos, lançamentos, remates contra a floresta de pernas da Juventude, boas defesas do GR, etc. De referir também que a Juventude Unida também teve alguns remates perigosos, todos eles de livre directo.
Na 2ª parte acalmamos o nosso jogo e começamos a fazer melhor circulação de bola.
E o 0-1 apareceu logo, numa bola metida para a zona central para o Ruca, que deixa para trás um adversário e remata rasteiro, ainda algo distante da baliza, fazendo o 0-1. Foi um golo muito importante para a nossa equipa, pois isso obrigou a Juventude Unida a libertar-se mais e a colocar mais homens na frente.
Foi o nosso melhor momento do jogo, em que aproveitamos o espaço fornecido cá atrás pelos homens de azul, só que, por falta de sorte ou por azelhice, fomos coleccionando falhanços atrás de falhanços. Umas vezes a bola ia fora, outras por cima, uma vez foi ao poste e outras o GR da Juventude defendia.
E depois a Juventude Unida, claro, ia tentando o empate, tendo disposto de uma grande ocasião para isso, tendo o João Vítor impedido de um modo fantástico que essa bola entrasse.
Tínhamos o jogo controlado, mas a Juventude ia assustando. Mas, conforme me disse o Sá Pinto no final do jogo, estamos fortíssimos a defender (e a prova disso mesmo são os 10 golos sofridos em 10 jogos na Mini-Liga, o que é de enaltecer da nossa parte). Claro que essa segurança defensiva paga-se caro na frente do ataque, onde deixamos os jogadores mais adiantados algo desapoiados.
Mas a verdade é que esse jogo mais defensivo deu os seus frutos, mais uma vez, já perto do final do jogo, naquela que foi, quanto a mim, a melhor jogada do desafio. Entendimento perfeito entre Nelo, Ruca e Pedro, que ao 2º poste encosta para o 0-2.
A partir daí, fechamo-nos cá atrás e, pouco depois, o Kako dava por teminado o encontro.
Bom jogo de futsal entre as duas equipas, com enorme vivacidade e emotividade. Nem sempre bem jogado, mas disputado com enorme vontade por parte de todos os intervenientes.
Tenho de reconhecer que a Juventude Unida nos surpreendeu. Jogaram muito bem cá atrás, com 4 jogadores bem à frente da baliza (como muitas vezes nós fazemos) e saíram rápido para o ataque (nomeadamente pelo Sérginho, sempre muito rápido).
Tivemos que suar muito para levar de vencida esta equipa que, se actuasse sempre com estes jogadores e com esta vontade, de certeza que não estava no último lugar da Mini-Liga.
A arbitragem do Kako e do Ferrão não foi fácil, reconheço. Houve lances em que ambas as equipas reclamaram falta (nomeadamente faltas a meio-campo) e ainda há 2 penalties (uma para cada lado) que as equipas ficaram a reclamar. De referir o sacrifício do Kako para apitar este jogo, pois estava constipado. Um muito obrigado a ele e ao Ferrão, naquele que foi um jogo díficil para eles.
Um abraço ao plantel da Juventude, em especial André, Sá Pinto e Sérginho. Um abraço atmbém à equipa de arbitragem.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca;
- Pedro Almeida.
Rodrigo de Almada Martins
terça-feira, março 06, 2007
Mini-Liga 11ª Jornada: Gaia United 10 - 2 Cabasada
O jogo já se realizou.
Foi uma grande vitória do Gaia United que se assistiu hoje no Pavilhão do Gaia FC, frente à sempre díficil equipa dos Cabasada. Por isso, entramos muito concentrados e atentos às marcações, procurando sair rápido para o ataque.
Cedo tomamos conta do jogo e partimos para cima dos Cabasada, tentando impôr o nosso ritmo de jogo e a nossa circulação de bola que hoje saiu muito bem. Para dizer a verdade, hoje tudo nos correu bem: os remates, os passes, as fintas, os cortes, etc.
Também convém dizer que tudo fizemos para tornar as coisas mais fáceis, pois sabíamos de antemão que a equipa dos Cabasada é composta por jogadores muito rápidos no contra-ataque (nomeadamente o Pinto, que combina muito bem com o Esguelha). E por isso, tivemos uma atitude irrepreensível ao longo dos 40 minutos de jogo, sempre atentos às marcações e às desmarcações dos homens alvi-negros. Procuramos sempr eum jogo rasteiro directo para o nosso homem mais avançado, o Ruca, que hoje (enquanto teve pernas - está ainda a recuperar de uma lesão) esteve imparável nas suas arrancadas, deixando para trás várias vezes os homens mais recuados dos Cabasada.
No final da 1ª parte tínhamos já o jogo decidido, pois o placard mostrava 5-0 a nosso favor. Os golos surgiram naturalmente face ao nosso domínio. De notar que na 1ª parte, o Ruca surgiu muitas vezes sozinho no um-para-um e, apesar de ter um pé ligado, consegiui conduzir 4 ou 5 jogadas de ataque de grande nível, tendo uma delas resultado num grande golo, num remate à entrada da área.
O 2º golo, também por intermédio do Ruca, surge de uma bola parada (ganha devido a falta sobre Diguinho numa jogada perigosa de contra-ataque) superiormente batida do lado direito, tendo a bola entrado ao canto superior esquerdo da baliza dos Cabasada. Um livre sem espinhas, como se diz na gíria futebolística.
O 3º golo é da minha autoria. Recebo uma bola no lado esquerdo do ataque, conduzo-a para a frente e remato cruzado, tendo a bola batido no poste e entrado.
O 4º golo é, quanto a mim, um dos melhores da noite. Diguinho recebe a bola na zona frontal (como tanto gosta de receber), simula que remata, pica a bola para a área dos Cabasada, onde aparece o nosso oportuno Bezerra a cabecear sem hipóteses para o fundo das redes dos alvi-negros. Estava feito o 4-0 e este golo moralizou-nos muito. Estávamos a jogar muito bem, com boas trocas de bola, com vontade e raça de ganhar o jogo. E, ainda por cima, os remates estavam a sair bem.
O 5º golo surge numa jogada algo confusa de contra-ataque, dois jogadores dos Cabasada embrulham-se com a bola e, face à pressão do Bezerra (grande exibição do Bezerra hoje, com um golo, participação directa noutro e uma assistência), acaba por ser auto-golo.
Era o 5-0 e soubemos que o jogo estava praticamente decidido, tendo nós apenas que fazer uma gestão inteligente da posse da bola e do tempo de jogo.
Entramos para a 2ª parte bastante confiantes ans nossas capacidades e voltamos a ir para cima (salvo seja!) dos Cabasada.
Logo a abrir surge o 6-0 na jogada mais bonita do encontro quanto a mim. Boa combinação entre o Nelo e Ruca, que deixa bola de costas para o Nelo, que de primeira encosta ao segundo poste para o Pedro, que apenas tem de empurrar para o fundo das redes (de notar que é o 3º golo do Pedro na Mini-Liga).
Este golo pensou que deitou ainda mais abaixo a equipa dos Cabasada. Porém, também nós nos fomos um pouco abaixo e, fruto dessa desconcentração, nasceram dois golos dos Cabasada, o do Esguelha num remate bastante potente ainda fora da área; o segundo numa boa combinação entre o Esguelha e o Pinto (julgo eu), que resulta no 2º golo dos Cabasada.
Decidimos fazer então algumas trocas no ataque e o nosso jogador de campo Paulo foi para a baliza por troca com o João Vítor, de modo a dar-lhes alguns minutos nas pernas como jogador de campo.
Estas trocas surtiram efeito e o Nelo acaba de vez com as dúvidas em torno do vencedor do jogo, ao executar um remate de ressaca de raiva, que não deu qualquer hipótese ao GR dos alvi-negros. estava feito o 7-2.
O 8-2 surge numa bonita jogada de contra-ataque da nossa parte. Canto para os Cabasada, Diguinho intercepta a bola em esforço, deixa para mim, conduzo a bola até à entrada da área adversária, toco para a direita onde aparece o Bezerra, que volta a tocar para o meio para mim, que frente ao GR apenas tenho que desviar para a baliza.
O 9-2 surge numa arranca fantástica do Ruca no lado esquerdo do nosso ataque. Finta de corpo, foge para a ala e ainda de muito longe arranca um remate seco, muito forte que entra entre o poste e o GR, muito semelhante a um que já tinha marcado na 1ª volta em Alfena aos Cabasada. Consumava-se, assim, mais um "hat-trick" do Ruca, o que o faz liderar a lista dos melhores marcadores com 13 golos, seguido do Esguelha com 9 tentos concretizados.
O 10-2 aparece numa jogada inicialmente bastante bonita por parte do Ruca, que recebe a bola no meio-campo, roda sobre si mesmo, parte para a baliza, pica a bola por cima de um jogador adversário, depois toca de cabeça para a baliza.. depois sinceramente não me apercebi do que se passou, surgem dois jogadores dos Cabasada no chão e um jogador nosso também estendido, facto que o João Vítor (que tinha deixado a baliza para o Paulo na 2ª parte) aproveitou para fazer o 10-2 final.
Essa jogada, infelizmente, terminou com uma lesão no pulso do Pinto, que caiu mal ao apoiar a mão. Desde já lhe envio as melhoras.
Resumindo: foi um jogo em que tudo nos calhou bem. Contudo, não acho que tenha sido apenas sorte. Lutamos por isso, estivemos muito concentrados e corremos imenso durante os 40 minutos e merecemos inteiramente esta vitória. Claro que há dias em que tudo corre bem e este foi um deles. É também de notar que estamos numa forma física bastante boa; ao contrário dos Cabasada que estão muito em baixo. Conforme disse ao Esguelha no final do jogo nem nós somos assim tão bons, nem os Cabasada são assim tão maus. Este resultado não reflecte o valor das duas equipas. Reflecte, sim, aquilo que se passou nestes 40 minutos de futsal. Os Cabasada não estão num bom momento de forma, isso é fácil de ver. Estes não são os Cabasada com raça, solidários, fortes no um para um, incisivos a sair para o contra-ataque que eu conheço e que já nos golearam (há cerca de um ano) por 12-2.. São fases que todas as equipas atravessam e, desde já, envio uma palavra de força a todo o plantel dos Cabasada.
Também é de salientar que nós éramos 8 jogadores, enquanto que os Cabasada eram apenas 6, o que para quem anda nestas lides do futsal amador, sabe bem que faz toda a diferença.
Tenho ainda de dar os meus parabéns à equipa dos Cabasada por se apresentar com apenas 6 elementos, de forma a cumprir o calendário desta Mini-Liga, que já vai com bastantes jogos adiados. Esta atitude é de aplaudir.
Uma última nota de agradecimento para o público presente hoje no Pavilhão do Gaia. É sempre bom ter público a assistir a estes jogos da Mini-Liga. Um abraço ao pessoal dos RD Congo, J04, Pedro Ribeiro e Joana, Pedro Nuno dos Amigos, etc (desculpem se me estou a esquecer de alguém). Abraço também para os nossos colegas de equipas e apoiantes que foram até ao Pavilhão para nos dar uma força! Esta vitória é de toda a equipa!!!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (3x);
- Rodrigo (2x);
- Bezerra;
- auto-golo;
- Pedro;
- Nelo;
- João Vítor.
Rodrigo de Almada Martins
Foi uma grande vitória do Gaia United que se assistiu hoje no Pavilhão do Gaia FC, frente à sempre díficil equipa dos Cabasada. Por isso, entramos muito concentrados e atentos às marcações, procurando sair rápido para o ataque.
Cedo tomamos conta do jogo e partimos para cima dos Cabasada, tentando impôr o nosso ritmo de jogo e a nossa circulação de bola que hoje saiu muito bem. Para dizer a verdade, hoje tudo nos correu bem: os remates, os passes, as fintas, os cortes, etc.
Também convém dizer que tudo fizemos para tornar as coisas mais fáceis, pois sabíamos de antemão que a equipa dos Cabasada é composta por jogadores muito rápidos no contra-ataque (nomeadamente o Pinto, que combina muito bem com o Esguelha). E por isso, tivemos uma atitude irrepreensível ao longo dos 40 minutos de jogo, sempre atentos às marcações e às desmarcações dos homens alvi-negros. Procuramos sempr eum jogo rasteiro directo para o nosso homem mais avançado, o Ruca, que hoje (enquanto teve pernas - está ainda a recuperar de uma lesão) esteve imparável nas suas arrancadas, deixando para trás várias vezes os homens mais recuados dos Cabasada.
No final da 1ª parte tínhamos já o jogo decidido, pois o placard mostrava 5-0 a nosso favor. Os golos surgiram naturalmente face ao nosso domínio. De notar que na 1ª parte, o Ruca surgiu muitas vezes sozinho no um-para-um e, apesar de ter um pé ligado, consegiui conduzir 4 ou 5 jogadas de ataque de grande nível, tendo uma delas resultado num grande golo, num remate à entrada da área.
O 2º golo, também por intermédio do Ruca, surge de uma bola parada (ganha devido a falta sobre Diguinho numa jogada perigosa de contra-ataque) superiormente batida do lado direito, tendo a bola entrado ao canto superior esquerdo da baliza dos Cabasada. Um livre sem espinhas, como se diz na gíria futebolística.
O 3º golo é da minha autoria. Recebo uma bola no lado esquerdo do ataque, conduzo-a para a frente e remato cruzado, tendo a bola batido no poste e entrado.
O 4º golo é, quanto a mim, um dos melhores da noite. Diguinho recebe a bola na zona frontal (como tanto gosta de receber), simula que remata, pica a bola para a área dos Cabasada, onde aparece o nosso oportuno Bezerra a cabecear sem hipóteses para o fundo das redes dos alvi-negros. Estava feito o 4-0 e este golo moralizou-nos muito. Estávamos a jogar muito bem, com boas trocas de bola, com vontade e raça de ganhar o jogo. E, ainda por cima, os remates estavam a sair bem.
O 5º golo surge numa jogada algo confusa de contra-ataque, dois jogadores dos Cabasada embrulham-se com a bola e, face à pressão do Bezerra (grande exibição do Bezerra hoje, com um golo, participação directa noutro e uma assistência), acaba por ser auto-golo.
Era o 5-0 e soubemos que o jogo estava praticamente decidido, tendo nós apenas que fazer uma gestão inteligente da posse da bola e do tempo de jogo.
Entramos para a 2ª parte bastante confiantes ans nossas capacidades e voltamos a ir para cima (salvo seja!) dos Cabasada.
Logo a abrir surge o 6-0 na jogada mais bonita do encontro quanto a mim. Boa combinação entre o Nelo e Ruca, que deixa bola de costas para o Nelo, que de primeira encosta ao segundo poste para o Pedro, que apenas tem de empurrar para o fundo das redes (de notar que é o 3º golo do Pedro na Mini-Liga).
Este golo pensou que deitou ainda mais abaixo a equipa dos Cabasada. Porém, também nós nos fomos um pouco abaixo e, fruto dessa desconcentração, nasceram dois golos dos Cabasada, o do Esguelha num remate bastante potente ainda fora da área; o segundo numa boa combinação entre o Esguelha e o Pinto (julgo eu), que resulta no 2º golo dos Cabasada.
Decidimos fazer então algumas trocas no ataque e o nosso jogador de campo Paulo foi para a baliza por troca com o João Vítor, de modo a dar-lhes alguns minutos nas pernas como jogador de campo.
Estas trocas surtiram efeito e o Nelo acaba de vez com as dúvidas em torno do vencedor do jogo, ao executar um remate de ressaca de raiva, que não deu qualquer hipótese ao GR dos alvi-negros. estava feito o 7-2.
O 8-2 surge numa bonita jogada de contra-ataque da nossa parte. Canto para os Cabasada, Diguinho intercepta a bola em esforço, deixa para mim, conduzo a bola até à entrada da área adversária, toco para a direita onde aparece o Bezerra, que volta a tocar para o meio para mim, que frente ao GR apenas tenho que desviar para a baliza.
O 9-2 surge numa arranca fantástica do Ruca no lado esquerdo do nosso ataque. Finta de corpo, foge para a ala e ainda de muito longe arranca um remate seco, muito forte que entra entre o poste e o GR, muito semelhante a um que já tinha marcado na 1ª volta em Alfena aos Cabasada. Consumava-se, assim, mais um "hat-trick" do Ruca, o que o faz liderar a lista dos melhores marcadores com 13 golos, seguido do Esguelha com 9 tentos concretizados.
O 10-2 aparece numa jogada inicialmente bastante bonita por parte do Ruca, que recebe a bola no meio-campo, roda sobre si mesmo, parte para a baliza, pica a bola por cima de um jogador adversário, depois toca de cabeça para a baliza.. depois sinceramente não me apercebi do que se passou, surgem dois jogadores dos Cabasada no chão e um jogador nosso também estendido, facto que o João Vítor (que tinha deixado a baliza para o Paulo na 2ª parte) aproveitou para fazer o 10-2 final.
Essa jogada, infelizmente, terminou com uma lesão no pulso do Pinto, que caiu mal ao apoiar a mão. Desde já lhe envio as melhoras.
Resumindo: foi um jogo em que tudo nos calhou bem. Contudo, não acho que tenha sido apenas sorte. Lutamos por isso, estivemos muito concentrados e corremos imenso durante os 40 minutos e merecemos inteiramente esta vitória. Claro que há dias em que tudo corre bem e este foi um deles. É também de notar que estamos numa forma física bastante boa; ao contrário dos Cabasada que estão muito em baixo. Conforme disse ao Esguelha no final do jogo nem nós somos assim tão bons, nem os Cabasada são assim tão maus. Este resultado não reflecte o valor das duas equipas. Reflecte, sim, aquilo que se passou nestes 40 minutos de futsal. Os Cabasada não estão num bom momento de forma, isso é fácil de ver. Estes não são os Cabasada com raça, solidários, fortes no um para um, incisivos a sair para o contra-ataque que eu conheço e que já nos golearam (há cerca de um ano) por 12-2.. São fases que todas as equipas atravessam e, desde já, envio uma palavra de força a todo o plantel dos Cabasada.
Também é de salientar que nós éramos 8 jogadores, enquanto que os Cabasada eram apenas 6, o que para quem anda nestas lides do futsal amador, sabe bem que faz toda a diferença.
Tenho ainda de dar os meus parabéns à equipa dos Cabasada por se apresentar com apenas 6 elementos, de forma a cumprir o calendário desta Mini-Liga, que já vai com bastantes jogos adiados. Esta atitude é de aplaudir.
Uma última nota de agradecimento para o público presente hoje no Pavilhão do Gaia. É sempre bom ter público a assistir a estes jogos da Mini-Liga. Um abraço ao pessoal dos RD Congo, J04, Pedro Ribeiro e Joana, Pedro Nuno dos Amigos, etc (desculpem se me estou a esquecer de alguém). Abraço também para os nossos colegas de equipas e apoiantes que foram até ao Pavilhão para nos dar uma força! Esta vitória é de toda a equipa!!!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (3x);
- Rodrigo (2x);
- Bezerra;
- auto-golo;
- Pedro;
- Nelo;
- João Vítor.
Rodrigo de Almada Martins
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Época 2005/2006 - A 1ª Época de FFA

O nosso 2º jogo no FFA: amigável no Liceu de Gaia frente aos Cabasada (vitória por 8-6), no dia 26 de Janeiro de 2006.
Conforme foi dito acima, a nossa equipa formou-se, por intermédio de Rodrigo e Rodrigo António (2 primos) a 5 de Janeiro de 2006. Foi nesse mesmo dia que nos inscrevemos no Fórum de Futsal Amador – FFA (www.futsalamador.net/).
O Baptismo no FFA
Contudo, visto Janeiro ser altura de época de exames, o nosso primeiro amigável com a chancela FFA só aconteceu no dia 21, no Liceu de Gaia, contra a equipa do Arsenal Oliveirense. Seria o primeiro de muitos derbies entre estas duas equipas gaienses. O jogo seria jogado na casa do Arsenal, que tão bem conhecíamos, visto alguns de nós terem lá feito o Secundário. Muitos nervos à mistura, muita desorganização, imensa falta de preparação física, pouca ou nenhuma experiência.
Foi assim que decorreu a nossa estreia, o nosso baptismo no FFA. Acontece que, por coincidência, o Arsenal foram os nossos padrinhos e nós fomos os padrinhos do Arsenal. A nossa equipa venceu por 6-3 e ficamos todos excitados com a experiência FFA!
Este primeiro jogo, serviu também para conhecer um grande Senhor do FFA: o Alcino Ferreira, responsável pela equipa do Arsenal.
Os jogos seguintes: Cabasada (2 vezes), Os Esbungas e de novo Arsenal Oliveirense
Com a vitória sobre o Arsenal Oliveirense, a moral da equipa estava em alta. Só falávamos do Gaia United, do jogo, da equipa, de tácticas, de quem teriam de ser os avançados, os defesas, das outras equipas do FFA, dos próximos amigáveis, etc. Em suma, estávamos entusiasmadíssimos com o nosso projecto! Assim, decidimos marcar um jogo contra uns rapazes de Rio-Tinto: os Cabasada.
O jogo realizou-se no dia 26, no Liceu de Gaia. Escolhemos este terreno visto termos tido sorte na nossa estreia. Os Cabasada, equipados à Vecchia Signora deslocaram-se ao nosso novo reduto, motivados pelo seu baptismo vitorioso que tinha ocorrido pouco tempo antes contra a grande equipa do Portus87.
O resultado ficou-se pelos 8-6 a nosso favor, num grande jogo de futsal, com imenso ritmo, imensa vivacidade, imensa garra. Só nos últimos minutos é que demos a volta ao marcador, pois quando faltavam 5 minutos para o final, ainda perdíamos por 6-4.
Este amigável fez-nos conhecer uma das equipas que viria a ser das mais impulsionadoras do FFA (responsável por exemplo pela organização de eventos como a Taça Intertoto FFA 2006) e outro grande Senhor do FFA: Zé Carlos “Esguelha”, nº 8 e responsável pelos Cabasada.
Com esta vitória, o nosso ânimo continuou a crescer e definitivamente estávamos lançados no Mundo FFA.
O 3º jogo no FFA seria também contra os Cabasada, desta feita em Rio-Tinto, num indoor. Neste jogo, sofreríamos a nossa primeira derrota (também são importantes, pois só aprendemos a saborear bem a vitória quando já sentimos o sabor amargo da derrota)… e que derrota! Levamos um banho de bola e perdemos por 12-2, num jogo em que tudo nos correu mal e em que tudo correu bem à equipa de Rio-Tinto. Esta derrota serviu para assentarmos os pés na terra e vermos que tínhamos muito a melhorar, muitas lacunas a colmatar, muitas falhas que teríamos que corrigir.
No dia 16 de Fevereiro, seria a vez de conhecermos outra equipa que chegou mais ou menos na mesma altura que nós ao FFA: Os Esbungas, liderados pelo João. Depois da catastrófica derrota com os Cabasada, lá nos deslocamos ao Pavilhão Garcia da Orta para defrontarmos esta equipa. E, uma vez mais, fomos derrotados por 7-2, num jogo sem grande história, em que Os Esbungas mostraram as suas grandes qualidades técnicas, aliadas a uma boa preparação física. Sem dúvida, uma grande equipa, com bom toque de bola e muitos valores individuais. Com esta derrota, a equipa foi-se abaixo psicologicamente. Precisávamos urgentemente de uma vitória!
Esta vitória surgiu no dia 23 de Fevereiro, novamente no Liceu de Gaia (que começava a ser como que um santuário para nós!) frente à equipa do Alcino: O Arsenal Oliveirense. Vencemos por 4-3 e afastamos da mente os dois resultados anteriores.
Torneio de Carnaval Cabasada 2006 – O 1º Torneio
O nosso primeiro torneio no FFA aconteceu devido a um convite enviado pelo Esguelha para participarmos no Torneio de Carnaval dos Cabasada, a realizar-se no dia 25 de Fevereiro, no Pavilhão da Escola Secundária Abel Salazar (S. Mamede). O Torneio contaria com alguns pesos pesados do FFA: AS4H, Amigos FC e Under41. As restantes equipas eram, naturalmente, os Cabasada, o Arsenal e nós.
No 1º jogo do torneio defrontamos os Amigos. Estávamos motivadíssimos, visto ser uma equipa muito bem colocada no Ranking FFA. Fizemos um jogo quase perfeito e vencemos por 2-1, com um golo monumental de Rodrigo António (pontapé de bicicleta a fazer chapéu sobre o guarda-redes dos Amigos). Uma alegria enorme! Tristeza apenas a lesão do Nuno, o grande guarda-redes dos Amigos.
No 2º jogo, perdemos frente a uma das melhores equipas FFA: os AS4H, comandados pelo guardião Tiago Moura “Kako”. A faltarem 5 minutos para o final do desafio, estávamos a perder 3-1. Contudo, fizemos um forcing final e conseguimos chegar ao 3-2. Acreditamos que o empate era possível, fomos para cima dos AS4H com tudo, mas num contra-ataque, a faltarem 50 segundos para o fim, os AS4H acabaram com as nossas esperanças de ir à final e fizeram o 4-2.
Estávamos assim “condenados” a jogar o encontro do 3º e 4º lugares, mais uma vez, contra a equipa do Arsenal Oliveirense. Nesse jogo, por manifesta infelicidade, perdemos por 4-3, quando até estivemos a ganhar por 3-1.
Mas mesmo assim, éramos uma equipa feliz! Tivemos bons momentos no Torneio, conhecemos imensa gente e obtivemos um honroso 4º Lugar! A vitória coube aos Under41 (equipa de Coimbra). Foi assim que decorreu o nosso primeiro torneio no FFA.
Os encontros seguintes: Drink G Team e Invicta FC
No Sábado dia 4 de Março, apadrinhamos mais uma equipa FFA: os Drink G Team. Vencemos por 4-1 e mostramos que estávamos fortes a defender e rápidos nas saídas para o ataque.
No dia 7 de Março seria a vez de defrontarmos o Invicta FC, equipa de futsal federada. O jogo realizou-se na casa do Invicta, no Pavilhão da Escola Fontes Pereira de Melo. A nossa equipa estava bastante motivada para este jogo, visto irmos defrontar uma equipa que treinava 3 vezes por semana, com excelentes jogadores e com condições de trabalho incomparavelmente superiores às nossas. O resultado ficou-se pelos 5-4 e deu a sensação de que se o jogo tivesse durado mais 5 minutos, teríamos trazido o empate ou memos a vitória, tal foi a garra, a força e o empenho com que acabamos o jogo, conseguindo recuperar de uma desvantagem de 5-1. Apesar da derrota, ficamos bastante contentes com a nossa prestação, pois mostramos que, mesmo frente a uma equipa federada, com muito suor, podíamos conseguir vitórias!
Jogo frente àquela que é provavelmente a melhor equipa do FFA: Portus87
No dia 14 de Março deslocamo-nos ao reduto do Portus87, equipa com quase 20 anos de história; umas das melhores equipas do FFA, senão mesmo a melhor.
Perdemos por 5-2, mas este foi um jogo muito importante para o Gaia United. Foi neste jogo que vimos como teríamos que jogar de ora em diante: com raça, garra, determinação, nunca dar uma jogada por perdida, nunca desistir de uma bola. Foi este o exemplo que o Portus87 nos deu. Mesmo assim, fizemos uma boa prestação. Até ao 2-2 o jogo estava equilibrado, mas depois disso o Portus arrancou para os 5-2 e nós, esgotados fisicamente, pouca resposta demos.
Mesmo assim, sentimos que este jogo seria importante para nós. Era assim que teríamos de jogar se quiséssemos vencer com mais regularidade.
Liga Longa Vida: uma oportunidade para realizarmos jogos oficiais
O mês de Abril foi deveras importante para a história do Gaia United. Tínhamos entrado para o FFA em Janeiro e estávamos empenhados nos amigáveis. Contudo, como é óbvio, todos gostávamos de participar numa espécie de campeonato, em que houvesse classificações, pontuações, estatísticas, jornadas, melhores marcadores, etc. Havia mais equipas na mesma situação que nós: Arsenal Oliveirense, Cabasada e Os Esbungas. Isto fez com que o Esguelha tivesse a grande ideia de organizarmos um Campeonato: a Liga Longa Vida. Este campeonato permitiria a estas novas equipas realizarem jogos oficiais (que contam mais para o Ranking FFA), com calendário marcado, com mais organização, entre outras coisas. Esta Liga fez com que nos organizássemos melhor, com que ganhássemos experiência, aprendêssemos a jogar em jogos de duas partes de 20 minutos, com mais frieza e mais empenho na disputa dos lances.
Assim, avançou-se para este projecto, liderado pelo Esguelha e pelo Alcino. Endereçaram-se também convites à Juventude Pôr-do-Sol (que viria a desistir da prova) e à PT Contact. Pouco antes da Longa Vida começar, a PT Contact anunciou a sua impossibilidade de competir e, em sua substituição, apareceram os Tigres, liderados pelo José Guedes.
Estreia na Longa Vida: Os Tigres 3 – 3 Gaia United
No início de Abril, estava tudo pronto, então, para o início da Longa Vida com um Os Tigres – Gaia United. O jogo disputado no Pavilhão da Paróquia da Areosa foi muito disputado, bastante duro, com emoção até ao fim, terminando com um empate (3-3). De referir que o Gaia United teve de suar para garantir o ponto, pois Os Tigres jogam num pavilhão de dimensões muito reduzidas e dispõem de jogadores muito fortes e bons tecnicamente.
A derrota que fez mudar muita coisa: Porto Nobre
No dia 4 de Abril iríamos estrear a nossa casa fixa: o Pavilhão do Colégio de Gaia. Contudo, a nossa estreia não foi nada feliz. Levamos 14 jogadores (o plantel completo) e fomos cilindrados pelos Porto Nobre. 2-9 foi o resultado final.
Foi a completa desorganização que nos fez perder este jogo, pois 14 jogadores sempre a entrar e a sair origina uma total confusão. A partir deste jogo muita coisa mudou. Vimos que, apesar de sermos todos amigos e sabermos que todos queremos jogar, não poderiam ir tantos jogadores aos jogos.
Foi aí que demos o murro na mesa e decidimos mudar muita coisa, passando a introduzir o sistema de convocatórias por rotatividade, levando apenas 7/8 jogadores no máximo para cada jogo.
A primeira vitória na Longa Vida: Cabasada 2 – 4 Gaia United
A 26 de Abril deslocamo-nos ao excelente Pavilhão do Alfenense para defrontar os Cabasada. A vitória sorriu-nos e parecia estarmos nos trilhos do sucesso para esta Longa Vida.
Apuramento para a Taça Intertoto FFA 2006: Silver ou Gold?
Todos os anos, as grandes equipas do FFA reúnem-se num grande evento de convívio denominado de Taça Nacional FFA. Este evento realiza-se em Parceiros, Leiria. Como é óbvio, por razões de logística, nem todas as equipas registadas no FFA podem participar, dando-se lugar, naturalmente, àquelas que são mais antigas e que mais simbolizam/representam o espírito FFA (“onde o convívio está acima da vitória”).
O Gaia United, equipa recém chegada ao fórum, foi uma das que ficou de fora. Contudo, o Esguelha, o Alcino e o Nando (do Inter Desportivo) decidiram organizar um evento semelhante à Taça Nacional para as equipas que ficaram de fora: a Taça Intertoto!
Para isso, teria que haver primeiro eliminatórias, de modo a definir quem iria disputar a Taça Intertoto Silver e quem iria disputar a Taça Intertoto Gold. O nosso apuramento seria disputado no dia 29 de Abril, em S. Mamede, com as equipas do Inter Desportivo, ARLA (oriundos de Lisboa) e Juventude Pôr-do-Sol.
No primeiro jogo, vencemos, com alguma dificuldade a equipa lisboeta por 2-1; depois defrontamos a Juventude Pôr-do-Sol (1-1); no último jogo perdemos 2-1 (golo da derrota sofrido no último minuto) com o Inter Desportivo, equipa com um futebol bastante atractivo e com bons jogadores.
Ficamos assim em 3º Lugar, sendo consequentemente apurados para a Taça Intertoto Silver. Lá iríamos nós para a Covilhã (mais tarde alterou-se esse local do torneio para Parceiros – o mesmo da Taça Nacional).
A Liga Longa Vida continuava… e seria a estreia do nosso equipamento
No dia 4 de Maio, seria a vez de irmos ao reduto do Arsenal para a 3ª Jornada da Liga Longa Vida. Uma vitória por 6-3 colocou-nos nos lugares cimeiros da classificação.
A 23 de Maio ocorre uma data especial no nosso historial: seria a data de estreia dos nossos equipamentos (muito semelhantes aos do Borussia Dortmund), encomendados à Criàmus. Camisola amarela com risca preta ao centro; calções pretos; meias amarelas. Seria assim que receberíamos a Juventude Pôr-do-Sol. Num jogo muito duro e quezilento não fomos além do empate a 3 bolas. Seria justa a nossa vitória, mas ela infelizmente não aconteceu, com muita pena nossa, que queríamos estrear da melhor forma os nossos uniformes.
Mesmo assim, esta foi uma data muito especial para a nossa equipa. Finalmente, após 5 meses de existência, tínhamos os nossos próprios equipamentos, com as cores da nossa cidade. Era sem dúvida muito mais motivante jogarmos todos de igual, com um equipamento que, pessoalmente, considero bastante bonito.
A viagem a Parceiros: Fase Final Taça Intertoto FFA 2006
A 27 de Maio de 2006, 4 jogadores do Gaia United (Nuno Tiago, Eloi, Rodrigo António e Rodrigo) deslocaram-se de automóvel a Parceiros (Leiria) para disputar a Taça Intertoto. Infelizmente, os restantes atletas da nossa equipa não puderam ir. Mas, mesmo assim, ao bom espírito FFA, lá fomos… sabendo de antemão que, com 4 jogadores para jogar 3 jogos, seria uma tarefa hercúlea conseguir um bom resultado.
A nossa viagem começou bem cedo, por volta das 9 horas. O destino seria a área de serviço de Antuã, onde nos iríamos encontrar com a malta do Arsenal e dos Cabasada. A animação na carrinha do Arsenal e nos carro dos Cabasada contagiou-nos aos 4 para um belo dia de futsal!
Em Parceiros, dois de nós (Eloi e Rodrigo) ainda fizeram mais um jogo, ao alinharem pelos Don Cabron, equipa lisboeta que se deslocou a Parceiros apenas para se divertirem e passarem um bom bocado! Antes de mais, seria preciso arranjarmos um guarda-redes. Perguntamos quem queria defender as nossas redes e quem se disponibilizou logo foi o Taberneiro, dos FLX (equipa de Lisboa). E que grande guarda-redes nos saiu na rifa! O homem defendia tudo, berrava connosco, ajudava-nos a subir no terreno… tivemos muita sorte no guarda-redes que “contratamos” para aqueles dois jogos iniciais: frente aos Damaia FC e Os Tigres.
No último jogo, com os Porto Nobre, seria o Chita dos Cabasada a defender (também ele muito bem) as nossas redes. Convém dizer que tínhamos sido promovidos à Taça Intertoto Gold, por desistência da equipa da Juventude Pôr-do-Sol.
No primeiro jogo, frente aos Damaia FC, quase que trazíamos a vitória, mas faltou-nos pernas no final e perdemos por 1-0 frente à bem disposta equipa dos Damaia FC, liderados pelo grande Mitchell!
O segundo jogo trouxe-nos nova derrota, desta feita frente aos nossos colegas da Longa Vida: Os Tigres. Perdemos por 2-0, mas se tivéssemos concretizado as oportunidades de que dispusemos, podíamos ter feito uma surpresa, mas assim não aconteceu. Neste jogo, realço a actuação do Taberneiro, um autêntico herói, que só não defendeu aquilo que era mesmo impossível.
O terceiro e último jogo seria contra os Porto Nobre, para definir o 5º e 6º lugares. Estávamos esgotados fisicamente, já nem nos conseguíamos mexer. Mesmo assim, estivemos a ganhar por 2-0 e recordo com saudade os nossos festejos aquando dos golos – afinal eram os nossos primeiros golos no torneio! Contudo, infelizmente, não fizemos o brilharete que tanto desejávamos. Foi pena. Seria um prémio justo para o nosso empenho. Acabamos por perder por 4-2.
Apesar do último lugar, viemos felizes de Parceiros. Sentimento do dever cumprido; elogios de todas as equipas, visto termo-nos apresentado com apenas 4 jogadores; dignificamos a camisola do Gaia United; conhecemos pessoas espectaculares; demos os parabéns aos grandes vencedores (Os Patrick); jogamos imenso futebol e tivemos um jantarzinho bem porreiro com o pessoal do FFA. Com estas coisas todas, as 3 derrotas facilmente seriam esquecidas.
Mesmo assim, chegará a hora de Parceiros, um dia, ver o verdadeiro Gaia United!
A fase decisiva da Longa Vida
Voltando para Vila Nova de Gaia, seria a fase de nos concentramos na Liga Longa Vida. A Juventude Pôr-do-Sol havia desistido da Liga, por desacordo face a certas regras da arbitragem. Por isso, apenas restavam 5 equipas.
Pela frente, no dia 1 de Junho, teríamos uma deslocação bastante difícil, frente a um dos candidatos ao título: Os Esbungas. Vencemos por 1-0 e aí afirmamo-nos como sérios candidatos ao título. Num jogo quase perfeito, marcamos golo através de um livre e depois defendemos o resultado, o que, frente a uma equipa com jogadores deste nível, é sempre complicado. O Gaia United estava, assim, lançado na corrida ao título.
O encontro seguinte, frente aos Tigres (em casa) seria decisivo. Se ganhássemos ficávamos com as portas do título praticamente escancaradas. Isto a 20 de Junho. Nesse jogo, apelidado por muitos como o melhor jogo da Liga Longa Vida 2006, fomos derrotados por 1-2. Entramos melhor no jogo e cedo podíamos ter estado em vantagem. Contudo, foram Os Tigres, através de um canto os primeiros a marcar. Na 2ª parte chegamos ao empate e estávamos bastante mais rápidos, bastante mais fortes. Na jogada seguinte, por exemplo, enviamos uma bola ao poste. E como quem não marca, arrisca-se a sofrer, Os Tigres fizeram golo através de um livre directo que, inacreditavelmente, passou no meio da nossa barreira. Com o 1-2 como resultado final, apareciam três equipas capazes de arrebatarem o título: Os Tigres, Os Esbungas e o Gaia United. Cabasada e Arsenal pareciam estar um pouco para trás. A 13 de Julho, porém, recebemos os Cabasada e fomos justamente derrotados por 3-1. Não nos encontramos no jogo e pareceu que a derrota frente aos Tigres tinha abalado o espírito da equipa.
Depois deste resultado, o título passava a ser discutido entre duas equipas: Os Esbungas e Os Tigres.
Os amigáveis frente a equipas da Mini-Liga
Nunca foi segredo para ninguém que o Gaia United, desde cedo, tinha como objectivo ingressar na Mini-Liga (liga de futsal amador do Grande Porto com uma organização excelente e muito boas equipas – http://www.mini-liga.tk/). Para isso, manifestamos a nossa vontade aos organizadores da Mini-Liga.
Para entrarmos nesta competição convinha fazermos alguns amigáveis frente às equipas que compõem este Campeonato.
No dia 11 de Julho, recebemos a grande equipa dos AS4H e perdemos por 6-4. A equipa do AS4H é conhecida no FFA pela grande qualidade da sua defesa. Por isso, marcar 4 golos a estes senhores não é feito pequeno!
No dia 13 de Julho, fomos ao reduto dos Amigos FC perder por 5-3. Fizemos um grande jogo frente a uma grande equipa, apesar de nos encontrarmos bastante desfalcados e sem guarda-redes.
Últimos jogos da Longa Vida
Devido a sucessivos adiamentos dos jogos da Longa Vida (ou por indisponibilidade de pavilhões ou por impossibilidade das outras equipas se deslocarem ao nosso reduto), os últimos jogos da Longa Vida decorreram quando já quase não tínhamos atletas disponíveis, visto a maioria já estar de férias no Algarve.
Recebemos o Arsenal Oliveirense e fomos derrotados por 3-5. A nossa equipa estava destroçada na sua moral e com poucos recursos humanos.
No último jogo da Longa Vida, defrontamos os Esbungas em nossa casa e perdemos põe 0-3. Tínhamos apenas 5 jogadores, nenhum deles guarda-redes.
Os Esbungas sagraram-se campeões. Justamente, diga-se, pois foram a equipa que melhor futebol apresentou.
A Longa Vida terminou assim, com o Gaia United em 3º lugar, seguido pelos Cabasada e Arsenal. Os Tigres ficaram em 2º e Os Esbungas em 1º.
Foi uma excelente experiência participar nesta Liga Longa Vida 2006!
Estatísticas 2005/2006
Melhores Marcadores
Rodrigo - 19 golos (16 em jogos amigáveis; 3 em jogos oficiais);
Rui - 13 golos (5 em jogos amigáveis; 8 em jogos oficiais);
Ruca - 13 golos (5 em jogos amigáveis; 8 em jogos oficiais);
Rodrigo António - 11 golos (11 em jogos oficiais);
Nelo - 8 golos (5 em jogos amigáveis; 3 em jogos oficiais);
João Vítor - 3 golos (2 em jogos amigáveis; 1 em jogos oficiais);
Pedro Henrique - 2 golos (1 em jogos amigáveis; 1 em jogos oficiais);
Nuno Tiago - 1 golo (1 em jogos amigáveis);
Miguel - 1 golo (1 em jogos amigáveis);
Guto (Rasta) - 2 golos (2 em jogos amigáveis) - jogador convidado;
André - 2 golos (2 em jogos amigáveis) - jogador convidado.
Melhor marcador total: Rodrigo (19 golos)
Melhor marcador em jogos amigáveis: Rodrigo (16 golos)
Melhor marcador em jogos oficiais: Rodrigo António (11 golos)
Jogador com mais presenças: Rodrigo António - 28 jogos disputados (10 jogos amigáveis; 18 jogos oficiais) em 29 jogos possíveis
Total de jogos disputados: 29 jogos (11 jogos amigáveis; 18 jogos oficiais)
Vitórias: 9
Empates: 3
Derrotas: 17
Nº de equipas que defrontamos: 14
Equipas que defrontamos: Arsenal Oliveirense (5x), Cabasada (4x), Os Esbungas (3x), Os Tigres (3x), Juventude Pôr-do-Sol (2x), Amigos FC (2x), AS4H (2x), Invicta FC, Portus87, Porto Nobre (2x), ARLA, Damaia FC, Drink G Team, Inter Desportivo.
Equipas do Grande Porto: 12
Equipas da Grande Lisboa: 2
Total de golos marcados: 66 golos (40 em jogos amigáveis; 26 em jogos oficiais)
Total de golos sofridos: 106 (62 em jogos amigáveis; 44 em jogos oficiais)
Goal-average em jogos amigáveis: -22 golos
Goal-average em jogos oficiais: -18 golos
Média de golos marcados (total): 2,3 p/ jogo
Média de golos marcados em jogos amigáveis: 3,6 p/ jogo
Média de golos marcados em jogos oficiais: 1,4 p/ jogo
Média de golos sofridos (total): 3,6 p/ jogo
Média de golos sofridos em jogos amigáveis: 5,6 p/ jogo
Média de golos sofridos em jogos oficiais: 2,4 p/ jogo.
* Jogos oficiais: 9 jogos do Torneio Longa Vida; 3 jogos do Torneio de Carnaval dos CabaSada; 3 jogos de Qualificação para a Fase Final da Taça Intertoto FFA; 3 jogos da Fase Final da Taça Intertoto FFA.
Nesta primeira época do Gaia United FC, as estatísticas não são as mais famosas, mas tudo vamos fazer para que na próxima época as coisas sejam diferentes, devido à alguma experiência acumulada neste meio ano de competição!
Época Nova, Vida Nova! Desta vez na Mini-Liga, seja no Campeonato, seja na Taça!
Um abraço a todas as equipas do FFA, mas permitam-me que envie 14 abraços especiais:
- para o Paulo
- para o Vitó
- para o Rodrigo António
- para o Nelo
- para o Nuno Tiago
- para o Eloi
- para o Miguel
- para o Sérgio
- para o Nuno
- para o Ruca
- para o Rui Ferreira
- para o Pedro Almeida
- para o Bezerra.
Um grande abraço para todos eles que, juntamente comigo, formam a melhor equipa do Mundo:
GAIA UNITED FUTSAL CLUB
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Mini-Liga 13ª Jornada: Gaia United 4 - 0 Reforços D'Inverno
O jogo já se realizou.
E assistiu-se a um bom jogo de futsal, em que o resultado é enganador e peca por excessivo. Começamos o jogo mais calmos que os Reforços, com mais cabeça, a trocar melhor a bola e num dos muitos ataques iniciais que fizemos, inauguramos o marcador por intermédio do Pedro, que conluiu ao segundo poste uma bela jogada do nosso Capitão Nelo. A nossa equipa parece estar a voltar á concentração com que começamos a época, embora ainda falte a prepração física que atingimos por altura dos jogos com os Cabasada e Juventude Unida.
Pouco depois, o Ruca recebe uma bola na esquerda, pica-a por cima de um jogador dos Reforços, que trava-o em falat por trás. Livre marcado a nosso favor. O Ruca desfere um potente remate que ainda faz ricochete em alguém e estava feito o 2º golo do Gaia United.
Depois o jogo tornou-se muito disputado, bola cá, bola lá, sendo que nós falhamos duas oportunidades, as duas por meu intermédio: numa falhei ao 2º poste; noutra mandei ao poste e na recarga mandei por cima da trave. Os Reforços, por seu lado, dispuseram de dois remates perigosos, um deles na pequena área.
Na 2ª parte, os Reforços dominaram por completo, mas não quer isso dizer que deixamos de ter o jogo controlado. Ficamos cá atrás á espera das subidas dos seus jogadores e fomos deixando o jogo acalmar para depois desferirmos os golpes finais. Tanto assim é que apenas me lembro de duas oprtunidades de perigo dos Reforços (um remate que o Diguinho corta com o corpo e outro que a bola bate nas malhas laterais).
Nós íamos lançando os nosso contra-ataques, preferencialmente com bolas dirigidas para o Ruca.
O nosso terceiro golo surge numa rápida resposição de bola minha para o meu primo Diguinho, que finta um opositor e do meio-campo desfere um remate colocado. O GR dos Reforços estava a falar com o árbitro e a bola entrou. A verdade é que era o nosso terceiro golo, embora não tenha sido obtido da melhor forma, mas a verdade é que quando meti a bola em jogo não tinha reparado na posição do GR dos Reforços. Aliás, o Mourão também não se apercebeu desse facto.
O quarto golo surge logo depois, num lançamento do nosso GR Paulo (3º jogo que faz na baliza; 0 golos sofridos) para o Ruca que, de cabeça, coloca o placard final em 4-0 a nosso favor. Penso que a vitória é justa e não oferece contestação. talvez peque por excessiva, confesso.
Parabéns aos Reforços pelo bom plantel que têm, sendo que as contratações vieram dar mair ânimo a esta equipa.
Parabéns à arbitragem. Julgo que foi uma grande arbitragem. Um abraço especial de agradecimento ao Pedro Ribeiro por nos ter feito o favor de ir arbitrar, sendo que mostrou sem um árbitro de alto nível, muito sério, rigoroso e sempre com o mesmo critério até ao fim (foi assim relativamente às reposições de bola em jogo).
MARCADORES DOS GOLOS:
- Pedro;
- Ruca (2x);
- Diguinho.
Um abraço a todos!
Rodrigo de Almada Martins
E assistiu-se a um bom jogo de futsal, em que o resultado é enganador e peca por excessivo. Começamos o jogo mais calmos que os Reforços, com mais cabeça, a trocar melhor a bola e num dos muitos ataques iniciais que fizemos, inauguramos o marcador por intermédio do Pedro, que conluiu ao segundo poste uma bela jogada do nosso Capitão Nelo. A nossa equipa parece estar a voltar á concentração com que começamos a época, embora ainda falte a prepração física que atingimos por altura dos jogos com os Cabasada e Juventude Unida.
Pouco depois, o Ruca recebe uma bola na esquerda, pica-a por cima de um jogador dos Reforços, que trava-o em falat por trás. Livre marcado a nosso favor. O Ruca desfere um potente remate que ainda faz ricochete em alguém e estava feito o 2º golo do Gaia United.
Depois o jogo tornou-se muito disputado, bola cá, bola lá, sendo que nós falhamos duas oportunidades, as duas por meu intermédio: numa falhei ao 2º poste; noutra mandei ao poste e na recarga mandei por cima da trave. Os Reforços, por seu lado, dispuseram de dois remates perigosos, um deles na pequena área.
Na 2ª parte, os Reforços dominaram por completo, mas não quer isso dizer que deixamos de ter o jogo controlado. Ficamos cá atrás á espera das subidas dos seus jogadores e fomos deixando o jogo acalmar para depois desferirmos os golpes finais. Tanto assim é que apenas me lembro de duas oprtunidades de perigo dos Reforços (um remate que o Diguinho corta com o corpo e outro que a bola bate nas malhas laterais).
Nós íamos lançando os nosso contra-ataques, preferencialmente com bolas dirigidas para o Ruca.
O nosso terceiro golo surge numa rápida resposição de bola minha para o meu primo Diguinho, que finta um opositor e do meio-campo desfere um remate colocado. O GR dos Reforços estava a falar com o árbitro e a bola entrou. A verdade é que era o nosso terceiro golo, embora não tenha sido obtido da melhor forma, mas a verdade é que quando meti a bola em jogo não tinha reparado na posição do GR dos Reforços. Aliás, o Mourão também não se apercebeu desse facto.
O quarto golo surge logo depois, num lançamento do nosso GR Paulo (3º jogo que faz na baliza; 0 golos sofridos) para o Ruca que, de cabeça, coloca o placard final em 4-0 a nosso favor. Penso que a vitória é justa e não oferece contestação. talvez peque por excessiva, confesso.
Parabéns aos Reforços pelo bom plantel que têm, sendo que as contratações vieram dar mair ânimo a esta equipa.
Parabéns à arbitragem. Julgo que foi uma grande arbitragem. Um abraço especial de agradecimento ao Pedro Ribeiro por nos ter feito o favor de ir arbitrar, sendo que mostrou sem um árbitro de alto nível, muito sério, rigoroso e sempre com o mesmo critério até ao fim (foi assim relativamente às reposições de bola em jogo).
MARCADORES DOS GOLOS:
- Pedro;
- Ruca (2x);
- Diguinho.
Um abraço a todos!
Rodrigo de Almada Martins
sábado, janeiro 27, 2007
Mini-Liga 9ª Jornada: Enois 05 3 - 1 Gaia United
Pois é, meus amigos! A invencibilidade do Gaia United chegou ao fim. Já não há equipas invictas na Mini-Liga 2006/2007!
E a verdade é que não há nada a dizer. Quando se perde bem, apenas há que dar os parabéns a quem foi melhor. E hoje o Enois foi melhor que o Gaia United. Jogaram melhor, foram mais espertos na gestão de jogo, estiveram melhor individualmente e mereceram a vitória sem qualquer tipo de dúvidas. Não tirando de forma nenhuma o mérito ao Enois, quem se deslocou hoje a S. Mamede para ver este jogo não viu o Gaia United habitual.
O Enois dominou toda a 1ª parte, onde apenas fizemos julgo que 4 remates. O Enois foi mais pressionante, controlou melhor a bola, defendeu melhor, estavam melhores fisicamente e mostraram que o Enois que começou o campeonato mudou. Estão mais confiantes, mais aguerridos e com mais vontade. Julgo que, a jogarem assim, vão subir muitos lugares na classificação.
Nós entramos muito mal no jogo, apáticos, sem iniciativa, com pouca agressividade e vimo-nos muitas vezes em inferioridade numérica cá atrás. E nos golos do Enois, não lhes tirando o mérito (como é óbvio!), fomos muito apáticos, demasiado ansiosos e nervosos, tendo mesmo num lance oferecido um golo ao Enois quando tínhamos a bola controlada. O atacante do Enois, sozinho em frente ao João Vítor, não perdoou.
E quando se perde a invencibilidade deste modo, não há que ficar com ressentimentos. Tristes sim! Desiludidos sim! Mas com vontade de ganhar já o próximo jogo !!!
O Enois fez, na minha opinião, um grande jogo! Tiveram 3 unidades em grande forma: Igor, Turko e Maurício, que construíram muito boas jogadas e souberam controlar o jogo, principalmente na 1ª parte.
Ao intervalo já estávamos a perder por 3-0 e fomos para o balneário falar, acalmarmo-nos e tentar inverter a situação. A equipa voltou com vontade de mudar as coisas e aos 5 minutos da 2ª parte, o Diguinho fez o 3-1. Pensamos que as coisas podiam ser mudadas e a partir daí, penso que não estou a dizer nenhuma mentira, asfixiamos o Enois que, aflitos, sacudiam as bolas como podiam lá para a frente, apesar de terem tido 2 ou 3 lances importantes.
Mas a verdade é que jogar no meio-campo do adversário não significa ganhar. Nos outros 6 jogos da Mini-Liga que fizemos, tivemos poucas vezes no campo do adversário e marcamos golos e ganhamos os jogos. E é por isso que digo e reafirmo que não somos candidatos ao título. Ainda não temos a capacidade, que por exemplo o Portus teve no jogo com os Amigos, de recuperar de uma desvantagem de 3 golos.
As grandes equipas vêm-se nestes momentos e nós ainda não somos uma grande equipa. Mas vamos ser.
Ontem, na 2ª parte, partimos para cima do Enois, mas não conseguimos inverter o rumo dos acontecimentos, fruto do bom esforço dos homens do Enois e fruto da boa exibição so seu GR. É verdade que tivemos lances para empatar... 2 remates muito perigosos, um lance falhado de baliza aberta, inúmeros cantos, grandes remates para defesa do GR adversário.
Contudo, a equipa do Enois, ontem, foi mais esperta e mais forte fisicamente e, muito por culpa da grande 1ª parte que fizeram, ganharam o jogo. Tiveram imenso mérito e dou-lhes os meus parabéns por isso. Quando se perde assim temos que reconhecer a superioridade dos nossos adversários!
Parabéns também aos árbitros dos Reforços, que fizeram uma boa arbitragem, num jogo sem casos (excepto um golo que foi anulado ao Enois, que julgo que decidiram bem, pois pareceu-me haver falta sobre o nosso GR).
Voltamos fracos fisicamente depois do Natal. As épocas de exames não nos correm bem. O ano passado podíamos ter ganho a Longa Vida.. mas chegaram os exames e fomo-nos abaixo. Mas isso não é desculpa para o péssimo jogo que fizemos, onde penso que faltou alguma entre-ajuda entre os sectores da equipa e onde faltou também algum espírito de equipa para mudar os acontecimentos.
Quero chamar a atenção para o facto desta ser a nossa 2ª derrota esta época (perdemos 1-2 com o InterDesportivo no início da época na Juventude Unida Relâmpago e agora esta derrota com o Enois), sendo que o nosso único empate foi também precisamente com o Enois, num amigável, no final de 2006.
As equipas não se vêm nas vitórias, mas sim nas derrotas! E é agora que temos que nos unir e mostrar a nossa força e pensar em reconstruir animicamente a equipa, pois temos valor e já o mostramos muitas vezes esta época.
Dou os meus parabéns à malta do Enois, tudo pessoal muito fixe, que finalmente encontraram o caminho das vitórias (infelizmente foi contra nós, azar!). Abraços para eles, em especial ao Igor e ao Rafael, que deve estar a vibrar com esta vitória no Luxemburgo. Rafael... não queria ver-te feliz devido a uma vitória sobre o Gaia United... mas é a vida!
Um abraço a todos: plantel do Enois e equipa de arbitragem.
PERDEMOS UMA BATALHA, MAS NÃO A GUERRA.
DOMINARMOS OS OUTROS É SINAL DE FORÇA; DOMINARMO-NOS A NÓS PRÓPRIOS TORNA-NOS INVENCÍVEIS.
TIFFARE É UN DOVERE DE TUTTI, RIUSCIRCI É UN ONORE DI POCHI! FORZA RAGAZZI!
MARCADOR DO GOLO:
- Diguinho.
Rodrigo de Almada Martins
P.S. - Não sabia se havia de falar neste ponto, mas penso que também não ficava bem com a minha consciência se a ele não me referisse. Estou a falar do facto de ter havido hoje no pavilhão de S. Mamede uns "adeptos" do Enois que tudo fizeram para estragar o ambiente do jogo.
Hesitei em comentar isto aqui porque tudo ficou resolvido na altura, pois tomei a iniciativa de ir falar com uma das pessoas que estava a mandar bocas como "oh cromo"; "põe gelo"; "toma lá"; "é pa cueca". Julgo que é um bocado deselegante estarem duas equipas a jogar à bola e haver pessoas que vão para lá para gozarem com as outras equipas e tentarem diminuí-las.
Daí ter tido aquela reacção quando marcamos o golo, tendo apontado na direcção desses "adeptos" que estavam no banco do Enois.
Contudo, como não sou pessoa de arranjar conflitos, senti-me mal com a minha atitude e fui ter com uma dessas pessoas e disse-lhe que achava mal o que ele estava a fazer, que aquilo era a Mini-Liga e não um Campeonato de Arruaceiros, que não ficava bem fazer isto num pavilhão num jogo destes, entre 2 equipas que se conhecem bem e que nunca arranjaram qualquer tipo de conflito entre elas. Essa pessoa compreendeu e tudo ficou esclarecido, tendo até cumprimentado o elemento em causa no final do jogo.
Apenas escrevo isto aqui para dizer ao Igor para ter atenção a esta situação, pois não favorece ninguém e dá uma má imagem da equipa do Enois, que é tudo malta 5 estrelas, até para além do facto dessas pessoas não serem elementos do plantel do Enois.
Agrada-me imenso que haja público nos pavilhões, mas não deste modo.
Não querendo ser moralista, porque também não somos anjinhos nenhuns, nos 6 jogos anteriormente realizados e que vencemos, nós apenas levamos as namoradas e os irmãos mais novos e nunca, em situação alguma, alguém teve este tipo de atitudes contra a equipa derrotada. Nem nunca iremos ter.
Um abraço a todos.
E a verdade é que não há nada a dizer. Quando se perde bem, apenas há que dar os parabéns a quem foi melhor. E hoje o Enois foi melhor que o Gaia United. Jogaram melhor, foram mais espertos na gestão de jogo, estiveram melhor individualmente e mereceram a vitória sem qualquer tipo de dúvidas. Não tirando de forma nenhuma o mérito ao Enois, quem se deslocou hoje a S. Mamede para ver este jogo não viu o Gaia United habitual.
O Enois dominou toda a 1ª parte, onde apenas fizemos julgo que 4 remates. O Enois foi mais pressionante, controlou melhor a bola, defendeu melhor, estavam melhores fisicamente e mostraram que o Enois que começou o campeonato mudou. Estão mais confiantes, mais aguerridos e com mais vontade. Julgo que, a jogarem assim, vão subir muitos lugares na classificação.
Nós entramos muito mal no jogo, apáticos, sem iniciativa, com pouca agressividade e vimo-nos muitas vezes em inferioridade numérica cá atrás. E nos golos do Enois, não lhes tirando o mérito (como é óbvio!), fomos muito apáticos, demasiado ansiosos e nervosos, tendo mesmo num lance oferecido um golo ao Enois quando tínhamos a bola controlada. O atacante do Enois, sozinho em frente ao João Vítor, não perdoou.
E quando se perde a invencibilidade deste modo, não há que ficar com ressentimentos. Tristes sim! Desiludidos sim! Mas com vontade de ganhar já o próximo jogo !!!
O Enois fez, na minha opinião, um grande jogo! Tiveram 3 unidades em grande forma: Igor, Turko e Maurício, que construíram muito boas jogadas e souberam controlar o jogo, principalmente na 1ª parte.
Ao intervalo já estávamos a perder por 3-0 e fomos para o balneário falar, acalmarmo-nos e tentar inverter a situação. A equipa voltou com vontade de mudar as coisas e aos 5 minutos da 2ª parte, o Diguinho fez o 3-1. Pensamos que as coisas podiam ser mudadas e a partir daí, penso que não estou a dizer nenhuma mentira, asfixiamos o Enois que, aflitos, sacudiam as bolas como podiam lá para a frente, apesar de terem tido 2 ou 3 lances importantes.
Mas a verdade é que jogar no meio-campo do adversário não significa ganhar. Nos outros 6 jogos da Mini-Liga que fizemos, tivemos poucas vezes no campo do adversário e marcamos golos e ganhamos os jogos. E é por isso que digo e reafirmo que não somos candidatos ao título. Ainda não temos a capacidade, que por exemplo o Portus teve no jogo com os Amigos, de recuperar de uma desvantagem de 3 golos.
As grandes equipas vêm-se nestes momentos e nós ainda não somos uma grande equipa. Mas vamos ser.
Ontem, na 2ª parte, partimos para cima do Enois, mas não conseguimos inverter o rumo dos acontecimentos, fruto do bom esforço dos homens do Enois e fruto da boa exibição so seu GR. É verdade que tivemos lances para empatar... 2 remates muito perigosos, um lance falhado de baliza aberta, inúmeros cantos, grandes remates para defesa do GR adversário.
Contudo, a equipa do Enois, ontem, foi mais esperta e mais forte fisicamente e, muito por culpa da grande 1ª parte que fizeram, ganharam o jogo. Tiveram imenso mérito e dou-lhes os meus parabéns por isso. Quando se perde assim temos que reconhecer a superioridade dos nossos adversários!
Parabéns também aos árbitros dos Reforços, que fizeram uma boa arbitragem, num jogo sem casos (excepto um golo que foi anulado ao Enois, que julgo que decidiram bem, pois pareceu-me haver falta sobre o nosso GR).
Voltamos fracos fisicamente depois do Natal. As épocas de exames não nos correm bem. O ano passado podíamos ter ganho a Longa Vida.. mas chegaram os exames e fomo-nos abaixo. Mas isso não é desculpa para o péssimo jogo que fizemos, onde penso que faltou alguma entre-ajuda entre os sectores da equipa e onde faltou também algum espírito de equipa para mudar os acontecimentos.
Quero chamar a atenção para o facto desta ser a nossa 2ª derrota esta época (perdemos 1-2 com o InterDesportivo no início da época na Juventude Unida Relâmpago e agora esta derrota com o Enois), sendo que o nosso único empate foi também precisamente com o Enois, num amigável, no final de 2006.
As equipas não se vêm nas vitórias, mas sim nas derrotas! E é agora que temos que nos unir e mostrar a nossa força e pensar em reconstruir animicamente a equipa, pois temos valor e já o mostramos muitas vezes esta época.
Dou os meus parabéns à malta do Enois, tudo pessoal muito fixe, que finalmente encontraram o caminho das vitórias (infelizmente foi contra nós, azar!). Abraços para eles, em especial ao Igor e ao Rafael, que deve estar a vibrar com esta vitória no Luxemburgo. Rafael... não queria ver-te feliz devido a uma vitória sobre o Gaia United... mas é a vida!
Um abraço a todos: plantel do Enois e equipa de arbitragem.
PERDEMOS UMA BATALHA, MAS NÃO A GUERRA.
DOMINARMOS OS OUTROS É SINAL DE FORÇA; DOMINARMO-NOS A NÓS PRÓPRIOS TORNA-NOS INVENCÍVEIS.
TIFFARE É UN DOVERE DE TUTTI, RIUSCIRCI É UN ONORE DI POCHI! FORZA RAGAZZI!
MARCADOR DO GOLO:
- Diguinho.
Rodrigo de Almada Martins
P.S. - Não sabia se havia de falar neste ponto, mas penso que também não ficava bem com a minha consciência se a ele não me referisse. Estou a falar do facto de ter havido hoje no pavilhão de S. Mamede uns "adeptos" do Enois que tudo fizeram para estragar o ambiente do jogo.
Hesitei em comentar isto aqui porque tudo ficou resolvido na altura, pois tomei a iniciativa de ir falar com uma das pessoas que estava a mandar bocas como "oh cromo"; "põe gelo"; "toma lá"; "é pa cueca". Julgo que é um bocado deselegante estarem duas equipas a jogar à bola e haver pessoas que vão para lá para gozarem com as outras equipas e tentarem diminuí-las.
Daí ter tido aquela reacção quando marcamos o golo, tendo apontado na direcção desses "adeptos" que estavam no banco do Enois.
Contudo, como não sou pessoa de arranjar conflitos, senti-me mal com a minha atitude e fui ter com uma dessas pessoas e disse-lhe que achava mal o que ele estava a fazer, que aquilo era a Mini-Liga e não um Campeonato de Arruaceiros, que não ficava bem fazer isto num pavilhão num jogo destes, entre 2 equipas que se conhecem bem e que nunca arranjaram qualquer tipo de conflito entre elas. Essa pessoa compreendeu e tudo ficou esclarecido, tendo até cumprimentado o elemento em causa no final do jogo.
Apenas escrevo isto aqui para dizer ao Igor para ter atenção a esta situação, pois não favorece ninguém e dá uma má imagem da equipa do Enois, que é tudo malta 5 estrelas, até para além do facto dessas pessoas não serem elementos do plantel do Enois.
Agrada-me imenso que haja público nos pavilhões, mas não deste modo.
Não querendo ser moralista, porque também não somos anjinhos nenhuns, nos 6 jogos anteriormente realizados e que vencemos, nós apenas levamos as namoradas e os irmãos mais novos e nunca, em situação alguma, alguém teve este tipo de atitudes contra a equipa derrotada. Nem nunca iremos ter.
Um abraço a todos.
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