É com enorme satisfação que anuncio que este blog já foi visitado 1002 vezes. É um número bastante importante para o nosso Clube. Para além disso, temos um total de 1617 páginas vistas.
Um muito obrigado a quem nos lê. É um estímulo para nós continuarmos a levar este projecto avante.
Um forte abraço a todos que estão aí desse lado!
Rodrigo de Almada Martins
terça-feira, maio 29, 2007
segunda-feira, maio 28, 2007
Bandeira do Gaia United
A bandeira do Gaia United subiu no passado Sábado (dia 26 de Maio de 2007) ao ponto mais alto do Pavilhão de Parceiros (Leiria), bem atrás de uma das balizas.
Foi um momento alto para o nosso Clube ver uma bandeira destas lá bem no alto. Esta bandeira é o orgulho de todos nós!
Viva o GAIA UNITED !!!
Rodrigo de Almada Martins
João Vítor eleito melhor GR da Taça Nacional FFA 2007
O nosso GR João Vítor foi eleito o melhor guarda-redes da Taça Nacional FFA 2007.
Este prémio foi-lhe atribuído no jantar-convívio em Parceiros pelas mãos dos administradores do Fórum de Futsal Amador.
Este prémio é resultado dos 5 golos sofridos em 6 jogos desta competição (3 jogos da Fase de Qualificação e 3 jogos na Fase Final). De recordar que os 5 golos sofridos foram todos na Fase Final. Quem teve a honra de marcar golos ao João Vítor foram as equipas do Enois (1 golo), dos Amigos (2 golos) e dos MariaBolacha (2 golos).
É um prémio individual para este super-guardião que se tem exibido a grande nível, que nesta prova, quer na Mini-Liga, onde também é o guarda-redes menos batido.
Este prémio é também para toda a nossa defesa e todo o nosso processo defensivo.
De realçar também que finalizamos esta nossa participação na Taça Nacional FFA 2007 no 3º lugar (a par com os Stamina) com 10 golos marcados e 5 golos sofridos, o que dá um "goal-average" de +5 golos.
Gostaria também de enaltecer o valor do nosso 2º guarda-redes (é jogador de campo), o Paulo, que sempre que foi chamado a intervir na Mini-Liga, não sofreu qualquer golo.
Estamos todos de parabéns, em especial o João Vítor !!!
Rodrigo de Almada Martins
Este prémio foi-lhe atribuído no jantar-convívio em Parceiros pelas mãos dos administradores do Fórum de Futsal Amador.
Este prémio é resultado dos 5 golos sofridos em 6 jogos desta competição (3 jogos da Fase de Qualificação e 3 jogos na Fase Final). De recordar que os 5 golos sofridos foram todos na Fase Final. Quem teve a honra de marcar golos ao João Vítor foram as equipas do Enois (1 golo), dos Amigos (2 golos) e dos MariaBolacha (2 golos).
É um prémio individual para este super-guardião que se tem exibido a grande nível, que nesta prova, quer na Mini-Liga, onde também é o guarda-redes menos batido.
Este prémio é também para toda a nossa defesa e todo o nosso processo defensivo.
De realçar também que finalizamos esta nossa participação na Taça Nacional FFA 2007 no 3º lugar (a par com os Stamina) com 10 golos marcados e 5 golos sofridos, o que dá um "goal-average" de +5 golos.
Gostaria também de enaltecer o valor do nosso 2º guarda-redes (é jogador de campo), o Paulo, que sempre que foi chamado a intervir na Mini-Liga, não sofreu qualquer golo.
Estamos todos de parabéns, em especial o João Vítor !!!
Rodrigo de Almada Martins
Notas sobre o convívio na Taça Nacional FFA 2007
Relativamente ao convívio verificado no Sábado, deixo aqui as minhas notas:
- antes de mais tenho que puxar a brasa à minha sardinha. A Mini-Liga (e penso que ainda ninguém o referiu) esteve em grande em Parceiros! Quer a nível desportivo, quer a nível de convívio. De facto, todas as equipas da Mini-Liga lá estiveram representadas (nós, AS4H, Portus87, Cabasada, Amigos, InterDesportivo, Reforços (com pessoal dos J04), Enois e Juventude Unida. A nível desportivo estivemos também em grande, com uma equipa nas meias-finais da Taça dos Campeões (nós) e outra a atingir a Final (AS4H). Sem dúvida que foi fantástico, embora pudesse ter sido melhor! A nível de convívio também estivemos imbatíveis, principalmente o pessoal da Juventude Unida. Uma palavra para estes senhores, que fizeram daquilo uma festa. Claro que a nossa prenda (um garrafão de vinho tinto comprado num mini-mercado da Pocariça por mim e pelo Vitó) ajudou à festa e foi bonito de ver o André (Influência), Sérginho (El Niño), Sá Pinto (Pequeno Baresi), Pedro (Wiz), o Telmo (penso eu que era ele) com os copinhos de plástico que nós lhes demos a deitar para lá para dentro o tintol que lhes tínhamos oferecido. Passado pouco tempo, a mesa de arbitragens já parecia mais uma tasca que outra coisa (com cheiro a vinho incluído). Só o Migas é que (ainda) não bebe! Parabéns a todo o pessoal da Juventude Unida (realmente esta merda é toda deles!). Toda a Mini-Liga está de parabéns, quer pelos resultados, que pelo espírito. Estamos neste Campeonato há um ano apenas, mas aos poucos e poucos vamos fazendo amigos em todas as equipas e tem sido bonito ver a evolução e a forma como as pessoas agora olham para nós, mesmo que tenha havido jogos do Campeonato que não tenham corrido tão bem.
- mostramos mais uma vez que temos um grande grupo. Lutamos sempe pelas vitórias (mesmo desfalcados) e somos muito unidos, quer dentro do campo, quer fora dele. E essa união cá fora reflecte-se dentro das 4 linhas. Só fomos parados na nossa caminhada (que desejávamos ter sido até à Final) pelso MariaBolacha, que acabariam por arrebatar o troféu.
- o João Vítor venceu o prémio de melhor GR da Taça Nacional FFA 2007. Em termos gerais, se quisermos expandir um pouco isto, foi considerado o melhor GR do FFA !!! Em 6 jogos (3 da Qualificação; 3 da Fase Final), sofreu apenas 5 golos, o que, em jogos de 20m, é obra. E esses 5 golos foram todos sofridos na Fase Final. Ou seja, temos uma média de menos um golo sofrido por jogo. O João Vítor está de parabéns, assim como toda a equipa. Contudo, não poderei deixar de destacar os dois elementos que habitualmente jogam mais recuados: o meu primo Diguinho e nosso Capitão Nelo, que são defesas praticamente intransponíveis. Mas na verdade toda a equipa defende muitíssimo bem e este prémio do João Vítor é um prémio para todo o nosso jogo defensivo. Fomos a melhor defesa da Taça Nacional FFA 2007 e isso deixa-nos muito orgulhosos, já que esta é uma prova que conta com o impressionante número de 32 equipas. Foi mais uma prova de que a nossa defesa é,de facto, fantástica, pois na mini-Liga também tem sido assim. Parabéns, então, ao nosso Super-Guardião João Vítor !!!
- todas as equipas que jogaram contra nós (e outras também) nos vieram dar os parabéns pela nossa entrega e modo de encarar os jogos, bem como pela nossa postura, dentro e fora do campo. Penso que deixamos uma excelente imagem do nosso Clube.
- foi bonito ver as outras equipas da Mini-Liga, antes de irem embora, a desejarem-os boa sorte para o jogo com os MariaBolacha. Infelizmente não conseguimos ganhar. Mas mesmo assim muito obrigado pela força!
- como pontos negativos apenas encontro 4:
----- os roubos verificados;
----- o episódio no Gaiathynaikos-Unidos. Apenas sei pelo que me contaram. Não vi, por isso não vou tecer quaisquer comentários;
----- a longa espera que tivemos para fazer o jogo com os MariaBolacha (o jogo com os Amigos acabou nem 14h eram e o jogo da meia-final só se disputou às 19h30). Foi muito tempo parados.
----- o facto de pouca gente ter ficado para assistir às Finais das Conferências e às Finais das Competições. E também ao jantar faltou imensa gente, o que é pena. Julgo que a ideia de separar as edições da Taça das Taças e da Taça dos Campeões (como ouvi por lá) não é boa, pois penso que isso em termos de convívio iria ser pior. Mas realmente ficar tão pouca gente para jantar é pena, porque é um momento bonito e é uma forma de acabarmos a prova em beleza. Mas isto são apenas conselhos para que a próxima Taça Nacional FFA 2007 corra melhor. Desde já me disponibilizo para ajudar a organização no que for preciso. Não levem isto com uma crítica.
- tenho que dar os parabéns á organização. Tirando os 3 pontos que referi acima, foi tudo perfeito. A Pocariça e Parceiros (não fui a Telheiras) têm pavilhões incrivelmente bons para a prática do futsal e do convívio FFA. Os membros da organização esforçaram-se para que tudo corresse pelo melhor e assim o conseguiram. Fazer isto sem receber nada em troca é de enaltecer! Um grande abraço para eles!
- saímos da Sala de Jantares de Parceiros (fomos os primeiros a abandonar o jantar, pois logo depois da sobremesa já estava a ficar tarde e eu já estava cheio de sono e cansado e ainda tinha 200km para fazer) debaixo de aplausos de todas as equipas, principalmente a equipa dos MariaBolacha, o que demonstra bem o apreço entre estas duas equipas e o jogo disputadíssimo que tivemos.
- mais uma vez ficou demonstrado que não há vencedores antecipados. Veja-se o caso dos Patrick e dos All Blacks, candidatos à vitória final e que foram derrotados logo no primeiro jogo. Ainda para mais, a excelente equipa dos Linha Branca, que tinha batido os Patrick por 6-3, perdeu os 2 jogos seguintes. Em jogos de 20m não há favoritos e só com muito suor se ganham os jogos. O FFA mostrou que tem excelentes equipas e excelentes jogadores, distribuídos pelas mais variadas equipas.
- por falar em jogadores e equipas, não posso deixar de referir os Carabinieri e o seu nº 10 Rosado, que é um jogador absolutamente fantástico, que faz tudo o que quer com a bola (vírgulas, cabritadas, pedaladas, remates de longe, sprints, etc). É um jogador fenomenal, sem dúvida do melhor que já vi a nível de futsal. Para além disso, os Carabinieri possuem uma grande equipa, bastante rápida e tecnicista. Só uma excelente equipa como o InterCoimbrões é capaz de batê-los, ainda para mais por 5-1. Gostei muito também de um esquerdino dos Diabolus, bastante rápido e eficaz a jogar, com uma finta muito simples e com um remate muito forte e boa qualidade de passe. E também, claro, todos os jogadores dos Patrick.
- o convívio que tivemos com o pessoal da Mini-Liga, MariaBolacha, InterCoirmbrões, Serranos, Damaia, Diabolus, FLX, PortoNobre, Balio, entre muitas outras equipas. Tudo pessoal 5 estrelas. Muito obrigado pelo dia que nos proporcionaram.
- ficam belos momentos para recordar, como por exemplo os penalties numa meia-final da Taça das Taças entre Balio e FLX, no qual os jogadores do FLX a dada altura faziam vénias ao seu GR (que pertence à equipa dos Verderena e que a dada altura de um jogo até foi ponta-de-lança) e este respondeu com um voo fantástico que traduziu-se numa defesa incrível, o que fez com que os FLX passassem. O abraço que se seguiu, envolvendo o GR e todos os elementos do FLX foi qualquer coisa de fenomenal.
- o nosso abraço aquando do golo do empate frente aos MariaBolacha. Logo a seguir os MariaBolacha iriam fazer o 1-2, mas aquele abraço demonstra bem a nossa união e amizade.
- bem, penso que está tudo dito. É por estas e por outras que o FFA é uma das melhores coisas que aconteceu ao nosso grupo de amigos: o Gaia United F. C. !!! Um muito obrigado a vocês todos por este dia magnífico de futebol e convívio !!! Somos os maiores !!!
Rodrigo de Almada Martins
- antes de mais tenho que puxar a brasa à minha sardinha. A Mini-Liga (e penso que ainda ninguém o referiu) esteve em grande em Parceiros! Quer a nível desportivo, quer a nível de convívio. De facto, todas as equipas da Mini-Liga lá estiveram representadas (nós, AS4H, Portus87, Cabasada, Amigos, InterDesportivo, Reforços (com pessoal dos J04), Enois e Juventude Unida. A nível desportivo estivemos também em grande, com uma equipa nas meias-finais da Taça dos Campeões (nós) e outra a atingir a Final (AS4H). Sem dúvida que foi fantástico, embora pudesse ter sido melhor! A nível de convívio também estivemos imbatíveis, principalmente o pessoal da Juventude Unida. Uma palavra para estes senhores, que fizeram daquilo uma festa. Claro que a nossa prenda (um garrafão de vinho tinto comprado num mini-mercado da Pocariça por mim e pelo Vitó) ajudou à festa e foi bonito de ver o André (Influência), Sérginho (El Niño), Sá Pinto (Pequeno Baresi), Pedro (Wiz), o Telmo (penso eu que era ele) com os copinhos de plástico que nós lhes demos a deitar para lá para dentro o tintol que lhes tínhamos oferecido. Passado pouco tempo, a mesa de arbitragens já parecia mais uma tasca que outra coisa (com cheiro a vinho incluído). Só o Migas é que (ainda) não bebe! Parabéns a todo o pessoal da Juventude Unida (realmente esta merda é toda deles!). Toda a Mini-Liga está de parabéns, quer pelos resultados, que pelo espírito. Estamos neste Campeonato há um ano apenas, mas aos poucos e poucos vamos fazendo amigos em todas as equipas e tem sido bonito ver a evolução e a forma como as pessoas agora olham para nós, mesmo que tenha havido jogos do Campeonato que não tenham corrido tão bem.
- mostramos mais uma vez que temos um grande grupo. Lutamos sempe pelas vitórias (mesmo desfalcados) e somos muito unidos, quer dentro do campo, quer fora dele. E essa união cá fora reflecte-se dentro das 4 linhas. Só fomos parados na nossa caminhada (que desejávamos ter sido até à Final) pelso MariaBolacha, que acabariam por arrebatar o troféu.
- o João Vítor venceu o prémio de melhor GR da Taça Nacional FFA 2007. Em termos gerais, se quisermos expandir um pouco isto, foi considerado o melhor GR do FFA !!! Em 6 jogos (3 da Qualificação; 3 da Fase Final), sofreu apenas 5 golos, o que, em jogos de 20m, é obra. E esses 5 golos foram todos sofridos na Fase Final. Ou seja, temos uma média de menos um golo sofrido por jogo. O João Vítor está de parabéns, assim como toda a equipa. Contudo, não poderei deixar de destacar os dois elementos que habitualmente jogam mais recuados: o meu primo Diguinho e nosso Capitão Nelo, que são defesas praticamente intransponíveis. Mas na verdade toda a equipa defende muitíssimo bem e este prémio do João Vítor é um prémio para todo o nosso jogo defensivo. Fomos a melhor defesa da Taça Nacional FFA 2007 e isso deixa-nos muito orgulhosos, já que esta é uma prova que conta com o impressionante número de 32 equipas. Foi mais uma prova de que a nossa defesa é,de facto, fantástica, pois na mini-Liga também tem sido assim. Parabéns, então, ao nosso Super-Guardião João Vítor !!!
- todas as equipas que jogaram contra nós (e outras também) nos vieram dar os parabéns pela nossa entrega e modo de encarar os jogos, bem como pela nossa postura, dentro e fora do campo. Penso que deixamos uma excelente imagem do nosso Clube.
- foi bonito ver as outras equipas da Mini-Liga, antes de irem embora, a desejarem-os boa sorte para o jogo com os MariaBolacha. Infelizmente não conseguimos ganhar. Mas mesmo assim muito obrigado pela força!
- como pontos negativos apenas encontro 4:
----- os roubos verificados;
----- o episódio no Gaiathynaikos-Unidos. Apenas sei pelo que me contaram. Não vi, por isso não vou tecer quaisquer comentários;
----- a longa espera que tivemos para fazer o jogo com os MariaBolacha (o jogo com os Amigos acabou nem 14h eram e o jogo da meia-final só se disputou às 19h30). Foi muito tempo parados.
----- o facto de pouca gente ter ficado para assistir às Finais das Conferências e às Finais das Competições. E também ao jantar faltou imensa gente, o que é pena. Julgo que a ideia de separar as edições da Taça das Taças e da Taça dos Campeões (como ouvi por lá) não é boa, pois penso que isso em termos de convívio iria ser pior. Mas realmente ficar tão pouca gente para jantar é pena, porque é um momento bonito e é uma forma de acabarmos a prova em beleza. Mas isto são apenas conselhos para que a próxima Taça Nacional FFA 2007 corra melhor. Desde já me disponibilizo para ajudar a organização no que for preciso. Não levem isto com uma crítica.
- tenho que dar os parabéns á organização. Tirando os 3 pontos que referi acima, foi tudo perfeito. A Pocariça e Parceiros (não fui a Telheiras) têm pavilhões incrivelmente bons para a prática do futsal e do convívio FFA. Os membros da organização esforçaram-se para que tudo corresse pelo melhor e assim o conseguiram. Fazer isto sem receber nada em troca é de enaltecer! Um grande abraço para eles!
- saímos da Sala de Jantares de Parceiros (fomos os primeiros a abandonar o jantar, pois logo depois da sobremesa já estava a ficar tarde e eu já estava cheio de sono e cansado e ainda tinha 200km para fazer) debaixo de aplausos de todas as equipas, principalmente a equipa dos MariaBolacha, o que demonstra bem o apreço entre estas duas equipas e o jogo disputadíssimo que tivemos.
- mais uma vez ficou demonstrado que não há vencedores antecipados. Veja-se o caso dos Patrick e dos All Blacks, candidatos à vitória final e que foram derrotados logo no primeiro jogo. Ainda para mais, a excelente equipa dos Linha Branca, que tinha batido os Patrick por 6-3, perdeu os 2 jogos seguintes. Em jogos de 20m não há favoritos e só com muito suor se ganham os jogos. O FFA mostrou que tem excelentes equipas e excelentes jogadores, distribuídos pelas mais variadas equipas.
- por falar em jogadores e equipas, não posso deixar de referir os Carabinieri e o seu nº 10 Rosado, que é um jogador absolutamente fantástico, que faz tudo o que quer com a bola (vírgulas, cabritadas, pedaladas, remates de longe, sprints, etc). É um jogador fenomenal, sem dúvida do melhor que já vi a nível de futsal. Para além disso, os Carabinieri possuem uma grande equipa, bastante rápida e tecnicista. Só uma excelente equipa como o InterCoimbrões é capaz de batê-los, ainda para mais por 5-1. Gostei muito também de um esquerdino dos Diabolus, bastante rápido e eficaz a jogar, com uma finta muito simples e com um remate muito forte e boa qualidade de passe. E também, claro, todos os jogadores dos Patrick.
- o convívio que tivemos com o pessoal da Mini-Liga, MariaBolacha, InterCoirmbrões, Serranos, Damaia, Diabolus, FLX, PortoNobre, Balio, entre muitas outras equipas. Tudo pessoal 5 estrelas. Muito obrigado pelo dia que nos proporcionaram.
- ficam belos momentos para recordar, como por exemplo os penalties numa meia-final da Taça das Taças entre Balio e FLX, no qual os jogadores do FLX a dada altura faziam vénias ao seu GR (que pertence à equipa dos Verderena e que a dada altura de um jogo até foi ponta-de-lança) e este respondeu com um voo fantástico que traduziu-se numa defesa incrível, o que fez com que os FLX passassem. O abraço que se seguiu, envolvendo o GR e todos os elementos do FLX foi qualquer coisa de fenomenal.
- o nosso abraço aquando do golo do empate frente aos MariaBolacha. Logo a seguir os MariaBolacha iriam fazer o 1-2, mas aquele abraço demonstra bem a nossa união e amizade.
- bem, penso que está tudo dito. É por estas e por outras que o FFA é uma das melhores coisas que aconteceu ao nosso grupo de amigos: o Gaia United F. C. !!! Um muito obrigado a vocês todos por este dia magnífico de futebol e convívio !!! Somos os maiores !!!
Rodrigo de Almada Martins
Fase Final Taça Nacional FFA 2007: 3º Lugar
Antes de mais, queria dar os parabéns aos MariaBolacha e ao InterCoimbrões pelas suas vitórias. São sem dúvida duas excelentes equipas. E, acima de tudo, malta muito fixe. Parabéns também a todas as equipas presentes nos 3 pavilhões, em especial aos outros semi-finalistas e finalistas: FLX, Balio, Damaia, Stamina e AS4H.
Às 6:45 da matina já nos encontrávamos no nosso ponto de encontro habitual (Liceu de Gaia) para estas andanças no FFA. E pelas 7:30 já estávamos a caminho de Parceiros, bastante animados nos dois carros (Nelo, Pedro, Ruca, Diguinho, Vitó, Gonçalo e eu - o Paulo estava em Leiria e juntar-se-ia a nós na Pocariça) que seguiam pela estrada fora, com a nossa bandeira a ser estreada em clima de grande festa
Relativamente aos nossos jogos:
Gaia United 3 - 1 Enois05
Era o nosso 1º jogo na Taça Nacional e a expectativa era grande. Pavilhão da Pocariça com bastante público. Metade era a grande claque que o Enois trouxe (com bombos, apitos e tudo o mais), a dar um grande colorido a esta Taça Nacional. Ia ser díficil defrontar este Enois (única equipa que até agora nos ganhou na Mini-Liga).
Contudo, logo depois do apito inicial os bombos abrandaram o ritmo com os golos da nossa equipa. O Gonçalo fez o gosto ao pé por duas vezes (o primeiro numa excelente jogada individual concluída com um remate cruzado; o segundo a concluir uma bela iniciativa do Nelo). O terceiro golo foi marcado por mim, após passe do Paulo, tendo eu apenas que encostar para a baliza. Era o 3-0 e o encontro estava praticamente decidido.
Fizemos um jogo praticamente perfeito. Apenas uma única desatenção deu o golo ao Enois.
Um grande abraço a toda a equipa do Enois! São sem dúvida alguma do melhor pessoal que o FFA tem. Um abraço em especial ao Igor e Rafa, os dois líderes do Enois, mas também um grande abraço a todos os jogadores (e eram imensos - dava para afzer uma equipa de futebol de 11 com suplentes) e também a todos os seus adeptos, que animaram bastante esta Taça Nacional.
Marcadores dos Golos:
- Gonçalo (2x);
- Rodrigo.
Gaia United 3 - 2 Amigos
Os Amigos venceram os Digesta e, portanto, colocavam-se no nosso caminho nesta Taça Nacional. Os Amigos estavam bastantes fortes, fruto dos reforços Hélder e Fraga (RD Congo).
Mais uma entrada fantástica da nossa equipa que aos 12 minutos de jogo já estava a vencer por 3-0. O primeiro golo nasce de uma iniciativa fenomenal do Gonçalo junto à linha de fundo, que culmina com um remate fantástico para o fundo das redes. O segundo e terceiro golos são da autoria do nosso Capitão Nelo, que fez um jogo fantástico. São dois grandes golos, daqueles remates de encher o pé, que fuzilam autenticamente as balizas adversárias.
Depois do 3-0 adormecemos um pouco e começamos a gerir o resultado. Nada mais errado. Em jogos de 20m tudo acontece. Os Amigos fizeram dois golos e estiveram muito perto de fazer o 3º, não fosse uma monumental defesa do nosso super-guardião João Vítor.
Marcadores dos Golos:
- Nelo (2x);
- Gonçalo.
Gaia United 1 - 2 MariaBolacha
Depois de termos derrotado os nossos colegas da Mini-Liga Enois e Amigos, tínhamos pela frente a equipa que estava a praticar melhor futsal na Taça Nacional FFA 2007. Estávamos nas meias-finais e tudo podia acontecer. Os MariaBolacha estavam muito fortes, mas nós também. E já os tínhamos derrotado na fase de apuramento, apesar dos MariaBolacha aí apenas estarem com 6 elementos, enquanto que no Sábado tinham 10.
Foi sem dúvida um grande jogo. Além do mais, tenho a dizer que os MariaBolacha são a melhor equipa que o Gaia United alguma vez defrontou no FFA (opinião de todos nós). Os MariaBolacha entraram a todo o vapor (rápidos a tabelar, traingular, desmarcar, incríveis mesmo) e obrigaram-nos a recuar. Isso só parou quando fizeram o golo.
Depois disso partimos nós para cima dos MariaBolacha e fomos massacrando, até que um remate absolutamente fantástico do Diguinho de muito (mas mesmo muito!) longe deu-nos o empate.
Ainda acreditamos e continuamos na mesma toada e o Diguinho num remate cruzado ia fazendo o 2-1 para nós. Mas isso não aconteceu e os MariaBolacha, com grande equipa que são, estabilizaram o seu jogo e acabaram por marcar o segundo golo.
Daí até ao final lutamos com todas as nossas forças, mas foi impossível conseguir o empate. O Gonçalo ainda obrigou o GR contrário a uma defesa fantástica e o Diguinho, mesmo sobre o apito final, num livre directo, atirou um remate potente que passou a rasar a barra.
Depois soou o apito final e o Gaia United ficava pelas meias-finais na sua 1ª participação na Taça Nacional. Ficamos em 3º lugar (como os Stamina) e penso que estamos de parabéns.
Claro que ficou um sabor amargo na boca. Os dois golos dos MariaBolacha surgiram após desvios nos nossos defesas e o golo do Diguinho (que fez o empate) ainda nos fez acreditar. Sem dúvida que mostramos, uma vez mais, que temos um grande grupo e que somos uma grande equipa. Lutamos sempre pela vitória e acreditamos sempre que é possível sair vencedor de todos os jogos, mesmo que à partida os adversários pareçam mais fortes.
Foi um dos jogos mais emocionantes e renhidos que tivemos no FFA. O sabor amargo fica apenas porque disputamos o jogo pelo jogo e podíamos perfeitamente ter levado o jogo a penalties ou mesmo ter ganho. Ainda para mais já tínhamos derrotado os MariaBolacha na fase de qualificação. Ainda para mais o nosso jogador mais ofensivo (Gonçalo) lesionou-se logo nos instantes iniciais do jogo - após uma entrada sem qualquer maldade de um jogador dos MariaBolacha. O Gonçalo era o nosso melhor artilheiro, visto que o nosso melhor marcador, infelizmente, estava a 10% das suas capacidades (o Ruca apenas entrou nos jogos contra Enois e Amigos, mas apenas 1 ou 2 minutos, visto que nem consegue rematar á baliza - está lesionado desde um jogo contra os Amigos. Quem conhece o nosso modo de jogar sabe que o Ruca é muito importante no nosso processo ofensivo - tem 17 golos na Mini-Liga e isso diz tudo!).
Para além disso senti que o vencedor deste jogo iria ser o vencedor da Taça Nacional FFA. E isso veio-se a concretizar, tendo os MariaBolacha derrotado os AS4H na Final por 4-2. Senti que aquele jogo era decisivo e que o vencedor dele iria levantar o troféu. Não porque os Stamina ou os AS4H fossem piores equipas, mas sim porque me pareceu que das 4 equipas que atingiram as meias-finais, os MariaBolacha e nós éramos os que estavam melhor fisicamente e com mais forças para enfrentar um hipotético quarto e último jogo.
Contudo, não podia deixar aqui de referir que a vitória dos MariaBolacha é justa. É verdade que podíamos ter ido para penalties ou mesmo ter sido nós a ganhar, mas estes MariaBolacha (com 10 elementos contra 7 nossos) são das equipas mais competitivas que já vi jogar. São rápidos (principalmente o 00 e o seu irmão - desculpem não saber os nomes!), incisivos, triangulam como ninguém, sabem defender, chutam de qualquer lado e têm uma técnica acima da média. Apesar destas qualidades todas, penso que aquilo que os diferenciou foi o poder físico. Fazem sprints como não vi ninguém fazer nesta edição da Taça Nacional, são duros no choque e têm um sentido táctico-posicional perfeito. São muito poucas as equipas que são fisicamente melhores que nós (e muitas vezes é isso que nos traz as vitórias), mas estes MariaBolacha sem dúvida que o foram.
Mas acima de tudo (e não podia deixar de o dizer) são pessoal fantástico. Os MariaBolacha não são apenas os Campeões Nacionais do FFA, como também são os Campeões do Fair-Play. Quando o Gonçalo se lesionou foram vários jogadores a rodeá-lo, a pedir desculpa, a ver se estava tudo bem. Para além disso, são leais a jogar. E apesar disso, conseguem ser duros e incisivos, o que é de enaltecer. Os MariaBolacha (incluindo as suas respectivas famílias) são malta fantástica, do melhor que já vi no FFA. Gostamos muito de os defrontar, pois são jogos disputadíssimos, vibrantes, mas acima de tudo leais e com abraços e cumprimentos de parabéns no final (e segundo o que eles me disseram no final eles também têm a mesma opinião). Os meus parabéns a eles, por terem ganho a Taça Nacional FFA 2007 (são bi-campeões) e por serem como são. Temos que jogar um terceiro jogo para desempatar isto!
Marcador do Golo:
- Diguinho.
Quanto ao resto do convívio que se verificou na Taça Nacional guardo para o post a seguir!
Abraço!
Rodrigo de Almada Martins
Às 6:45 da matina já nos encontrávamos no nosso ponto de encontro habitual (Liceu de Gaia) para estas andanças no FFA. E pelas 7:30 já estávamos a caminho de Parceiros, bastante animados nos dois carros (Nelo, Pedro, Ruca, Diguinho, Vitó, Gonçalo e eu - o Paulo estava em Leiria e juntar-se-ia a nós na Pocariça) que seguiam pela estrada fora, com a nossa bandeira a ser estreada em clima de grande festa
Relativamente aos nossos jogos:
Gaia United 3 - 1 Enois05
Era o nosso 1º jogo na Taça Nacional e a expectativa era grande. Pavilhão da Pocariça com bastante público. Metade era a grande claque que o Enois trouxe (com bombos, apitos e tudo o mais), a dar um grande colorido a esta Taça Nacional. Ia ser díficil defrontar este Enois (única equipa que até agora nos ganhou na Mini-Liga).
Contudo, logo depois do apito inicial os bombos abrandaram o ritmo com os golos da nossa equipa. O Gonçalo fez o gosto ao pé por duas vezes (o primeiro numa excelente jogada individual concluída com um remate cruzado; o segundo a concluir uma bela iniciativa do Nelo). O terceiro golo foi marcado por mim, após passe do Paulo, tendo eu apenas que encostar para a baliza. Era o 3-0 e o encontro estava praticamente decidido.
Fizemos um jogo praticamente perfeito. Apenas uma única desatenção deu o golo ao Enois.
Um grande abraço a toda a equipa do Enois! São sem dúvida alguma do melhor pessoal que o FFA tem. Um abraço em especial ao Igor e Rafa, os dois líderes do Enois, mas também um grande abraço a todos os jogadores (e eram imensos - dava para afzer uma equipa de futebol de 11 com suplentes) e também a todos os seus adeptos, que animaram bastante esta Taça Nacional.
Marcadores dos Golos:
- Gonçalo (2x);
- Rodrigo.
Gaia United 3 - 2 Amigos
Os Amigos venceram os Digesta e, portanto, colocavam-se no nosso caminho nesta Taça Nacional. Os Amigos estavam bastantes fortes, fruto dos reforços Hélder e Fraga (RD Congo).
Mais uma entrada fantástica da nossa equipa que aos 12 minutos de jogo já estava a vencer por 3-0. O primeiro golo nasce de uma iniciativa fenomenal do Gonçalo junto à linha de fundo, que culmina com um remate fantástico para o fundo das redes. O segundo e terceiro golos são da autoria do nosso Capitão Nelo, que fez um jogo fantástico. São dois grandes golos, daqueles remates de encher o pé, que fuzilam autenticamente as balizas adversárias.
Depois do 3-0 adormecemos um pouco e começamos a gerir o resultado. Nada mais errado. Em jogos de 20m tudo acontece. Os Amigos fizeram dois golos e estiveram muito perto de fazer o 3º, não fosse uma monumental defesa do nosso super-guardião João Vítor.
Marcadores dos Golos:
- Nelo (2x);
- Gonçalo.
Gaia United 1 - 2 MariaBolacha
Depois de termos derrotado os nossos colegas da Mini-Liga Enois e Amigos, tínhamos pela frente a equipa que estava a praticar melhor futsal na Taça Nacional FFA 2007. Estávamos nas meias-finais e tudo podia acontecer. Os MariaBolacha estavam muito fortes, mas nós também. E já os tínhamos derrotado na fase de apuramento, apesar dos MariaBolacha aí apenas estarem com 6 elementos, enquanto que no Sábado tinham 10.
Foi sem dúvida um grande jogo. Além do mais, tenho a dizer que os MariaBolacha são a melhor equipa que o Gaia United alguma vez defrontou no FFA (opinião de todos nós). Os MariaBolacha entraram a todo o vapor (rápidos a tabelar, traingular, desmarcar, incríveis mesmo) e obrigaram-nos a recuar. Isso só parou quando fizeram o golo.
Depois disso partimos nós para cima dos MariaBolacha e fomos massacrando, até que um remate absolutamente fantástico do Diguinho de muito (mas mesmo muito!) longe deu-nos o empate.
Ainda acreditamos e continuamos na mesma toada e o Diguinho num remate cruzado ia fazendo o 2-1 para nós. Mas isso não aconteceu e os MariaBolacha, com grande equipa que são, estabilizaram o seu jogo e acabaram por marcar o segundo golo.
Daí até ao final lutamos com todas as nossas forças, mas foi impossível conseguir o empate. O Gonçalo ainda obrigou o GR contrário a uma defesa fantástica e o Diguinho, mesmo sobre o apito final, num livre directo, atirou um remate potente que passou a rasar a barra.
Depois soou o apito final e o Gaia United ficava pelas meias-finais na sua 1ª participação na Taça Nacional. Ficamos em 3º lugar (como os Stamina) e penso que estamos de parabéns.
Claro que ficou um sabor amargo na boca. Os dois golos dos MariaBolacha surgiram após desvios nos nossos defesas e o golo do Diguinho (que fez o empate) ainda nos fez acreditar. Sem dúvida que mostramos, uma vez mais, que temos um grande grupo e que somos uma grande equipa. Lutamos sempre pela vitória e acreditamos sempre que é possível sair vencedor de todos os jogos, mesmo que à partida os adversários pareçam mais fortes.
Foi um dos jogos mais emocionantes e renhidos que tivemos no FFA. O sabor amargo fica apenas porque disputamos o jogo pelo jogo e podíamos perfeitamente ter levado o jogo a penalties ou mesmo ter ganho. Ainda para mais já tínhamos derrotado os MariaBolacha na fase de qualificação. Ainda para mais o nosso jogador mais ofensivo (Gonçalo) lesionou-se logo nos instantes iniciais do jogo - após uma entrada sem qualquer maldade de um jogador dos MariaBolacha. O Gonçalo era o nosso melhor artilheiro, visto que o nosso melhor marcador, infelizmente, estava a 10% das suas capacidades (o Ruca apenas entrou nos jogos contra Enois e Amigos, mas apenas 1 ou 2 minutos, visto que nem consegue rematar á baliza - está lesionado desde um jogo contra os Amigos. Quem conhece o nosso modo de jogar sabe que o Ruca é muito importante no nosso processo ofensivo - tem 17 golos na Mini-Liga e isso diz tudo!).
Para além disso senti que o vencedor deste jogo iria ser o vencedor da Taça Nacional FFA. E isso veio-se a concretizar, tendo os MariaBolacha derrotado os AS4H na Final por 4-2. Senti que aquele jogo era decisivo e que o vencedor dele iria levantar o troféu. Não porque os Stamina ou os AS4H fossem piores equipas, mas sim porque me pareceu que das 4 equipas que atingiram as meias-finais, os MariaBolacha e nós éramos os que estavam melhor fisicamente e com mais forças para enfrentar um hipotético quarto e último jogo.
Contudo, não podia deixar aqui de referir que a vitória dos MariaBolacha é justa. É verdade que podíamos ter ido para penalties ou mesmo ter sido nós a ganhar, mas estes MariaBolacha (com 10 elementos contra 7 nossos) são das equipas mais competitivas que já vi jogar. São rápidos (principalmente o 00 e o seu irmão - desculpem não saber os nomes!), incisivos, triangulam como ninguém, sabem defender, chutam de qualquer lado e têm uma técnica acima da média. Apesar destas qualidades todas, penso que aquilo que os diferenciou foi o poder físico. Fazem sprints como não vi ninguém fazer nesta edição da Taça Nacional, são duros no choque e têm um sentido táctico-posicional perfeito. São muito poucas as equipas que são fisicamente melhores que nós (e muitas vezes é isso que nos traz as vitórias), mas estes MariaBolacha sem dúvida que o foram.
Mas acima de tudo (e não podia deixar de o dizer) são pessoal fantástico. Os MariaBolacha não são apenas os Campeões Nacionais do FFA, como também são os Campeões do Fair-Play. Quando o Gonçalo se lesionou foram vários jogadores a rodeá-lo, a pedir desculpa, a ver se estava tudo bem. Para além disso, são leais a jogar. E apesar disso, conseguem ser duros e incisivos, o que é de enaltecer. Os MariaBolacha (incluindo as suas respectivas famílias) são malta fantástica, do melhor que já vi no FFA. Gostamos muito de os defrontar, pois são jogos disputadíssimos, vibrantes, mas acima de tudo leais e com abraços e cumprimentos de parabéns no final (e segundo o que eles me disseram no final eles também têm a mesma opinião). Os meus parabéns a eles, por terem ganho a Taça Nacional FFA 2007 (são bi-campeões) e por serem como são. Temos que jogar um terceiro jogo para desempatar isto!
Marcador do Golo:
- Diguinho.
Quanto ao resto do convívio que se verificou na Taça Nacional guardo para o post a seguir!
Abraço!
Rodrigo de Almada Martins
terça-feira, maio 22, 2007
Mini-Liga 16ª Jornada: InterDesportivo 3 - 4 Gaia United
O jogo já se realizou.
Assistiu-se a um bom jogo hoje na Choaemato, com bons lances de parte a parte e com incerteza no resultado até final.
A 1ª parte foi totalmente dominada pela nossa equipa e penso que nisso não há discussão possível, pois apenas me lembro de um lance de perigo do InterDesportivo, após a cobrança de um livre frontal. Agradou-me bastante ver a minha equipa a jogar assim, confiante e personalisada, sem medo do adversário, mesmo sabendo que estávamos a jogar sem o nosso artilheiro e principal desiquilibrador Ruca (lesionado desde o encontro com os Amigos, no Gaia United Arena). As tabelas e desmarcações saíam na perfeição e jogávamos a toda a largura do campo.
De facto, fomos fortíssimos nos primeiros 20m, com perigosos remates por parte do Diguinho e bons lances individuais por intermédio do Gonçalo. Contudo, as figuras da 1ª parte acabaram por ser o Nelo e o Paulo, adiante explicarei porquê.
O nosso primeiro golo surge sensivelmente aos 15m de jogo. O Gonçalo recebe uma bola na frente, ganha o lance, isola-se, parte em direcção à baliza e quase frente ao Justino (GR do Inter) é derrubado por trás pelo defensor dos "azuis". Esse jogador leva o correspondente amarelo, mas conforme está plasmado nas regras no site da Mini-Liga deveria ter sido expulso por 2m, visto que o Gonçalo ia isolado frente à baliza e apenas tinha o GR pela frente.
Porém, dessa falta nasce o nosso 1º golo, por intermédio de uma bomba do Diguinho, que partiu para a bola com uma grande determinação, encheu o pé e saiu uma bomba descomunal que só parou no fundo das redes. Foi um remate não muito colocado, pois entrou mesmo acima da cabeça do GR contrário, mas a violência do remate foi tal que só tivemos tempo de vermos a bola lá dentro. Grande bomba do nosso nº 27.
Nessa altura assistiu-se a uma pequena reacção da equipa do Inter, mas fomos nós a marcar de novo. Estávamos fortes, confiantes e anulávamos com grande empenho e raça os ataques contrários. Tivemos durante toda a 1ª parte cerca de 4 lances de perigo eminente, lances de superioridade numérica da nossa parte, mas, ou fomos infelizes na finalização ou tivemos pela frente o Justino, que mais uma vez provou ser um GR de eleição, principalmente no que toca a fazer a mancha.
Como estava a dizer, o 2º golo surge perto do intervalo. Após grande jogada pela esquerda do Diguinho e do Gonçalo, a bola é libertada para a direita onde o Nelo recebe e coloca com mestria na cabeça do Paulo. Depois o que se seguiu foi dos lances mais bonitos que vi este ano na Mini-Liga. O Paulo vem a fazer uma diagonal da esquerda para a direita, eleva-se junto da pequena área e "penteia" a bola, que faz um chapéu perfeito ao Justino e aninha-se no fundo das redes. Era o 1º golo do Paulo para o Campeonato e era o nosso 2º golo. A festa foi enorme!
Fomos para o intervalo calmos e confiantes. O jogo estava a ser dominado por nós, estava agora a um ritmo mais lento e tínhamos todas as possibilidades de sair da Choaemato com um resultado positivo.
Contudo, as coisas alteraram-se na 2ª parte. O InterDesportivo voltou mais forte e obrigou-nos a jogarmos com mais cautelas, embora ache que até aos 10m de jogo tivemos o jogo controlado. As nossas combinações estavam a sair bem e o Diguinho e Nelo estavam a soltar-se bastante bem para o ataque, o que causava bastante confusão aos elementos do Inter. E os lances de perigo iam-se sucedendo. Primeiro fui eu a falhar na cara do Justinho, após boa combinação com o Diguinho. Depois foi o Nelo a surgir na cara do Justino pronto para fazer o golo, quando é autenticamente ceifado mesmo na entrada da área pelo Greg. Falta não assinalada por nenhum dos árbitros, o que se compreende (mas não devia acontecer) pois o árbitro melhor colocado para ver o lance - do lado dos bancos de suplentes - estava a falar ao telemóvel.
Logo a seguir há um atraso do Diguinho para o João Vítor que é sancionado pela equipa de arbitragem (um lance bastante estranho e infantil). Desse lance nasce o golo do Inter, após um ressalto e uma recarga que, infelizmente para nós, deu em golo dos "azuis".
A nossa equipa acusou este golpe e logo na jogada seguinte sofremos o 2-2, numa bela jogada individual do André, que é um jogador muito rápido e bastante evoluído tecnicamente.
Mas é nestas alturas, mais uma vez, que o Gaia United se une. Faltavam apenas 7 minutos para jogar e tínhamos que dar tudo por tudo. E aqui os nossos atletas foram uns leões, começando a jogar no meio-campo do adversário, com combinações, remates perigosos, cantos, sprints, etc. Inclusivamente tivemos uma bola na trave, após remate de pé esquerdo do nosso nº17 Gonçalo. Partimos para cima do Inter e só os deixamos respirar quando fizemos o 2-3, por intermédio do nosso miúdo Gonçalo, que, após tirar um adversário do caminho remata forte e seco para o fundo das redes.
Este golo penso que nos deu um ânimo brutal e foi um soco no estômago do Inter. Voltamos a jogar mais desinibidos e pouco depois surge o 2-4. O Diguinho endossa-me a bola para o lado direito, junto à linha, finto um jogador do Inter, vou à linha de fundo e dou para o Paulo, que estava na zona de penalty. O passe é feito um pouco para trás, mas ele consegue esticar-se e tocar a bola para o poste mais distante. O Justino ainda se esticou mas a bola só parou mesmo quando se aninhou no fundo das redes. Era o 2º golo do Paulo, a coroar uma grande exibição. Estreou-se a marcar no Campeonato este jogo (já tinha marcado na Meia-Final da Taça da Mini-Liga frente à Anitex) e logo com dois golos, um deles magnífico. Está de parabéns.
Com o 2-4 pensamos que tínhamos o jogo ganho. Erro crasso. O Inter é uma equipa bastante forte, com jogadores muito rápidos e tecnicistas, que podem virar o rumo de um jogo. Há um lance na zona frontal por intermédio do André, eu corto a bola (quanto a mim de forma totalmente limpa, pois só toquei na bola, embora ela tenha batido no pé do André) e o Nuno marca falta. Protestamos essa decisão (erro nosso) e o Inter aproveita para marcar rápido o livre, dando a bola para a direita, onde aparece um jogador do Inter a fuzilar, sem quaisquer hipóteses para o nosso GR João Vítor.
Com o 3-4 no marcador, tivemos que recuar, pois apenas faltava minuto e meio para jogar. Esse minuto e meio a nós pareceu-nos uma eternidade (aliado aos descontos de tempo), pois o Inter pressionou bastante, embora não tenha criado perigo real.
Quando soou o apito, eram mais 3 pontos para o Gaia United e a certeza de que este tinha sido um jogo bastante díficil, em que só a nossa raça, vontade, empenho e querer nos trouxe a vitória. Penso que não merecíamos ter sofrido tanto até ao fim, pois no cômputo geral fomos de longe a melhor equipa dentro das 4 linhas. Mas há que dar mérito aos "azuis". O Inter é uma grande equipa (o lugar em que está na classificação, na minha opinião, não corresponde ao seu valor real) que joga um futsal bastante elaborado e sempre com a bola controlada rente ao chão. Esta equipa com André, Vitinha e Simon pode ser destrutiva para as defesas contrárias.
Relativamente à arbitragem, nunca comentei/critiquei nenhuma e não é agora que o vou fazer. Aquilo que tinha a dizer transmiti ao Nuno no final do jogo.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Paulo (2x);
- Diguinho;
- Gonçalo.
Um abraço a todos!
Rodrigo de Almada Martins
Assistiu-se a um bom jogo hoje na Choaemato, com bons lances de parte a parte e com incerteza no resultado até final.
A 1ª parte foi totalmente dominada pela nossa equipa e penso que nisso não há discussão possível, pois apenas me lembro de um lance de perigo do InterDesportivo, após a cobrança de um livre frontal. Agradou-me bastante ver a minha equipa a jogar assim, confiante e personalisada, sem medo do adversário, mesmo sabendo que estávamos a jogar sem o nosso artilheiro e principal desiquilibrador Ruca (lesionado desde o encontro com os Amigos, no Gaia United Arena). As tabelas e desmarcações saíam na perfeição e jogávamos a toda a largura do campo.
De facto, fomos fortíssimos nos primeiros 20m, com perigosos remates por parte do Diguinho e bons lances individuais por intermédio do Gonçalo. Contudo, as figuras da 1ª parte acabaram por ser o Nelo e o Paulo, adiante explicarei porquê.
O nosso primeiro golo surge sensivelmente aos 15m de jogo. O Gonçalo recebe uma bola na frente, ganha o lance, isola-se, parte em direcção à baliza e quase frente ao Justino (GR do Inter) é derrubado por trás pelo defensor dos "azuis". Esse jogador leva o correspondente amarelo, mas conforme está plasmado nas regras no site da Mini-Liga deveria ter sido expulso por 2m, visto que o Gonçalo ia isolado frente à baliza e apenas tinha o GR pela frente.
Porém, dessa falta nasce o nosso 1º golo, por intermédio de uma bomba do Diguinho, que partiu para a bola com uma grande determinação, encheu o pé e saiu uma bomba descomunal que só parou no fundo das redes. Foi um remate não muito colocado, pois entrou mesmo acima da cabeça do GR contrário, mas a violência do remate foi tal que só tivemos tempo de vermos a bola lá dentro. Grande bomba do nosso nº 27.
Nessa altura assistiu-se a uma pequena reacção da equipa do Inter, mas fomos nós a marcar de novo. Estávamos fortes, confiantes e anulávamos com grande empenho e raça os ataques contrários. Tivemos durante toda a 1ª parte cerca de 4 lances de perigo eminente, lances de superioridade numérica da nossa parte, mas, ou fomos infelizes na finalização ou tivemos pela frente o Justino, que mais uma vez provou ser um GR de eleição, principalmente no que toca a fazer a mancha.
Como estava a dizer, o 2º golo surge perto do intervalo. Após grande jogada pela esquerda do Diguinho e do Gonçalo, a bola é libertada para a direita onde o Nelo recebe e coloca com mestria na cabeça do Paulo. Depois o que se seguiu foi dos lances mais bonitos que vi este ano na Mini-Liga. O Paulo vem a fazer uma diagonal da esquerda para a direita, eleva-se junto da pequena área e "penteia" a bola, que faz um chapéu perfeito ao Justino e aninha-se no fundo das redes. Era o 1º golo do Paulo para o Campeonato e era o nosso 2º golo. A festa foi enorme!
Fomos para o intervalo calmos e confiantes. O jogo estava a ser dominado por nós, estava agora a um ritmo mais lento e tínhamos todas as possibilidades de sair da Choaemato com um resultado positivo.
Contudo, as coisas alteraram-se na 2ª parte. O InterDesportivo voltou mais forte e obrigou-nos a jogarmos com mais cautelas, embora ache que até aos 10m de jogo tivemos o jogo controlado. As nossas combinações estavam a sair bem e o Diguinho e Nelo estavam a soltar-se bastante bem para o ataque, o que causava bastante confusão aos elementos do Inter. E os lances de perigo iam-se sucedendo. Primeiro fui eu a falhar na cara do Justinho, após boa combinação com o Diguinho. Depois foi o Nelo a surgir na cara do Justino pronto para fazer o golo, quando é autenticamente ceifado mesmo na entrada da área pelo Greg. Falta não assinalada por nenhum dos árbitros, o que se compreende (mas não devia acontecer) pois o árbitro melhor colocado para ver o lance - do lado dos bancos de suplentes - estava a falar ao telemóvel.
Logo a seguir há um atraso do Diguinho para o João Vítor que é sancionado pela equipa de arbitragem (um lance bastante estranho e infantil). Desse lance nasce o golo do Inter, após um ressalto e uma recarga que, infelizmente para nós, deu em golo dos "azuis".
A nossa equipa acusou este golpe e logo na jogada seguinte sofremos o 2-2, numa bela jogada individual do André, que é um jogador muito rápido e bastante evoluído tecnicamente.
Mas é nestas alturas, mais uma vez, que o Gaia United se une. Faltavam apenas 7 minutos para jogar e tínhamos que dar tudo por tudo. E aqui os nossos atletas foram uns leões, começando a jogar no meio-campo do adversário, com combinações, remates perigosos, cantos, sprints, etc. Inclusivamente tivemos uma bola na trave, após remate de pé esquerdo do nosso nº17 Gonçalo. Partimos para cima do Inter e só os deixamos respirar quando fizemos o 2-3, por intermédio do nosso miúdo Gonçalo, que, após tirar um adversário do caminho remata forte e seco para o fundo das redes.
Este golo penso que nos deu um ânimo brutal e foi um soco no estômago do Inter. Voltamos a jogar mais desinibidos e pouco depois surge o 2-4. O Diguinho endossa-me a bola para o lado direito, junto à linha, finto um jogador do Inter, vou à linha de fundo e dou para o Paulo, que estava na zona de penalty. O passe é feito um pouco para trás, mas ele consegue esticar-se e tocar a bola para o poste mais distante. O Justino ainda se esticou mas a bola só parou mesmo quando se aninhou no fundo das redes. Era o 2º golo do Paulo, a coroar uma grande exibição. Estreou-se a marcar no Campeonato este jogo (já tinha marcado na Meia-Final da Taça da Mini-Liga frente à Anitex) e logo com dois golos, um deles magnífico. Está de parabéns.
Com o 2-4 pensamos que tínhamos o jogo ganho. Erro crasso. O Inter é uma equipa bastante forte, com jogadores muito rápidos e tecnicistas, que podem virar o rumo de um jogo. Há um lance na zona frontal por intermédio do André, eu corto a bola (quanto a mim de forma totalmente limpa, pois só toquei na bola, embora ela tenha batido no pé do André) e o Nuno marca falta. Protestamos essa decisão (erro nosso) e o Inter aproveita para marcar rápido o livre, dando a bola para a direita, onde aparece um jogador do Inter a fuzilar, sem quaisquer hipóteses para o nosso GR João Vítor.
Com o 3-4 no marcador, tivemos que recuar, pois apenas faltava minuto e meio para jogar. Esse minuto e meio a nós pareceu-nos uma eternidade (aliado aos descontos de tempo), pois o Inter pressionou bastante, embora não tenha criado perigo real.
Quando soou o apito, eram mais 3 pontos para o Gaia United e a certeza de que este tinha sido um jogo bastante díficil, em que só a nossa raça, vontade, empenho e querer nos trouxe a vitória. Penso que não merecíamos ter sofrido tanto até ao fim, pois no cômputo geral fomos de longe a melhor equipa dentro das 4 linhas. Mas há que dar mérito aos "azuis". O Inter é uma grande equipa (o lugar em que está na classificação, na minha opinião, não corresponde ao seu valor real) que joga um futsal bastante elaborado e sempre com a bola controlada rente ao chão. Esta equipa com André, Vitinha e Simon pode ser destrutiva para as defesas contrárias.
Relativamente à arbitragem, nunca comentei/critiquei nenhuma e não é agora que o vou fazer. Aquilo que tinha a dizer transmiti ao Nuno no final do jogo.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Paulo (2x);
- Diguinho;
- Gonçalo.
Um abraço a todos!
Rodrigo de Almada Martins
sábado, maio 05, 2007
Mini-Liga 15ª Jornada: Gaia United 5 - 2 Amigos FC
O jogo já se realizou.
O Gaia United recebeu hoje e bateu a equipa dos Amigos por 5-2. O jogo disputou-se no Gaia United Arena. Foi um grande jogo de futsal, bem disputado, com lances perigosos de parte a parte e com os seus intervenientes a darem o máximo.
Entramos para este jogo sem o nosso grande Capitão (Nelo) - que não consegui chegar a horas de Lisboa - e sem o nosso camisa 17 Gonçalo, miúdo que nos últimos jogos tem estado em grande forma. Nada que amedrontasse esta equipa, que fez a 1ª volta quase toda sem o nosso Capitão (devido a uma lesão no ombro num jogo amigável com o Enois) e que só tem o Gonçalo a jogar há 3 jogos.
Por isso, entramos para este jogo decididos a vencê-lo.
Mas a verdade é que os Amigos vieram ao Gaia United Arena em grande forma. A começar pelo número de jogadores que trouxeram (nos últimos tempos, nos jogos dos Amigos que tenho ido ver - o último que vi foi no jogo deles em casa contra os AS4H), pois nos últimos jogos têm jogado na Mini-Liga com 6 elementos. Desta vez os Amigos apresentaram-se quase na máxima força (faltou o Nuno e o Mourão - lesionados) e vinham decididos a entrar fortes no jogo.
E efectivamente os Amigos começaram melhor, a jogar mais em cima, mais pressionantes, mais duros no choque, mais rápidos a tabelar e a rematar à nossa baliza.
Mas se há coisa que admiro nesta minha equipa é a capacidade de saber sofrer, de saber colocar-se em posição inferior à do adversário e preparar-se para sofrer. E foi assim que passamos os primeiros 5 minutos. Os Amigos encostaram-nos lá atrás e foi uma sucessão de cantos, livres, lançamentos, remates, jogadas perigosas, etc. Mas a minha equipa está preparada para isso tudo e muito mais e conseguimos guardar a nossa baliza de forma heróica. Saber sofrer é muito importante. Temos a consciência que não somos nenhuns jogadores fora de série e sabemos que temos de trabalhar muito para vencer os jogos. Sabemos também que o campeonato que estamos a fazer é fruto da nossa união e do nosso empenho nos treinos e, por isso, só com união e empenho nos jogos é que podemos vencer. Este é o espírito do Gaia United !!!
Ora, cedo nos apercebemos que seria impossível aos Amigos aguentarem o ritmo que estavam a imprimir. Assim, começamos a estabilizar o nosso jogo e a lançar perigosos contra-ataques. Um deles teve o efeito desejado. Bola recebida pelo Ruca no meio-campo após uma transição rápida, vira-se muito bem, encara o adversário como só ele sabe, finta para dentro (quem dizia que o Ruca faz sempre a mesma finta enganou-se... estão sempre a dizer que ele passa sempre pelo lado de fora, desta vez foi mesmo pelo lado de dentro...) e, frente ao GR dos Amigos, não dá hipóteses e remata com convicção para o fundo das redes. Estava feito o 1-0 e podíamos respirar um pouco mais.
Contudo, os Amigos reagiram muito bem e empataram quase de seguida, num lance em que tenho bastantes responsabilidades, visto que não acompanhei a subida do meu adversário directo que, após remate/passe cruzado desviou a bola para o fundo da baliza, sem chances para o João Vítor. E foi com o 1-1 que chegamos ao intervalo.
Reunimos a equipa e decidimos que tínhamos que establizar o jogo e jogar aquilo que sabemos. E assim o fizemos.
Para o lugar do Pedro colocamos o Miguel (o nosso miúdo que estava a poucas horas de fazer 17 anos). E esta alteração viria a surtir efeitos. Bola em posse dos Amigos que a adiantam em demasia, o Miguel esforça-se por chegar primeiro na raça, adianta a bola para o Ruca que, com um adversário pela frente (estávamos 2 para 1) toca para mim que recebo a bola e desfiro um remate certeiro para o fundo das redes. Era o 2-1 e, como disse o Miguel no final do desafio, foi aí que se deu a "cambalhota no jogo". Passamos a jogar mais confiantes e descomplexados e a praticar o nosso futebol. Criamos bastantes oportunidades em contra-ataque junto da baliza adversária, bem como em ataque continuado. Uma delas seria executada pelo Miguel, que frente à baliza, atirou centímetros ao lado.
Já num lance anterior a bola tinha entrado na baliza dos Amigos, mas esse golo não contou, visto que a equipa de arbitragem assinalou falta a nossa favor. Penso que nestes casos a lei da vantagem deve ser dada, mas realmente o Rodolfo apitou bastante antes da bola ter entrado. Por isso, nada a dizer.
E o 3-1 surge pouco depois numa incursão minha pela esquerda (antes disso já o Ruca estava "encostado ás boxes" devido a um lance dividido com um jogador dos Amigos, que resultou num entorse para o nosso nº 7. Vamos a ver o tempo de paragem. "Quem anda à chuva molha-se" e é normal que o Ruca, bastante castigado pelas entradas adversárias em todos os jogos, se lesione de quando em vez). Grande passe do Diguinho para mim junto à linha, recolho a bola, ultrapasso um atleta dos Amigos, vou em direcção ao GR contrário, finto-o e atiro a bola para a baliza.... contudo a bola bate no poste, mas ainda está ao meu alcance. Domino a bola e atiro para o fundo das redes. Estava feito o 3-1 e seguiram-se festejos incríveis. Há quem se ria dos meus festejos eufóricos e dos dos meus colegas, mas é assim que vivemos o futebol e é este o amor que sentimos pelo nosso clube.
Mas estes Amigos estavam a jogar bastante bem e nunca desistiram do ataque. Penso mesmo que se os Amigos jogassem sempre com esta equipa completa podiam ser bastante mais competitivos durante toda a época. E foi com mérito que chegaram ao 3-2, apesar de ter sido num lance após mau alívio da nossa defesa.
Seria o momento do Gaia United juntar as tropas e fazer da união, mais uma vez, a sua grande característica. Sai Miguel e entra Pedro para jogar numa linha de 3 defesas (Diguinho, Paulo e Pedro) e eu na frente. No banco ficavam apenas o Miguel e o Ruca (incapacitado de voltar para dentro de campo). C
om esta táctica tornamo-nos insuperáveis na defesa e não mais os Amigos nos incomodaram de sobremaneira. Foi altura de jogarmos de forma inteligente, mais pausada, mas sempre com um olho na baliza adversária. Tivemos bastantes oportunidades nesta fase e estávamos, sem dúvida, na mó de cima.
E após uma falta cometida pelos Amigos no lado direito do nosso ataque, Diguinho assumiu a tarefa de bater o livre. O que se seguiu depois foi uma lição de como bem cobrar um lance de bola parada. Diguinho parte para a bola e desfere um potente remate em arco que só para no ângulo superior direito da baliza adversária. É preciso fazer notar que a bola fez um arco pelo lado de fora da barreira (visto que o Diguinho é destro e não rematou em trivela), fazendo um perfeito arco e só parando mesmo no fundo das redes. Remate com selo de golo, que, mais uma vez, o carteiro não se enganou na entrega.
Daí até ao final assistiu-se àquilo que se previa. Amigos a tentarem encostar-nos lá atrás e nós a lançarmos fulminantes contra-ataques (embora aqui tenhamos sentido a falta do Ruca), fazendo com que os Amigos cometessem faltas. Isto fez com que os Amigos chegassem à 6ª falta. Mais uma vez, Diguinho tomou a iniciativa de bater o livre. Mais uma vez não perdoou, desferindo um remate rasteiro e seco que só parou no fundo das redes contrárias. Era o 5-2 e o jogo estava definitivamente sentenciado.
Julgo que as duas equipas estão de parabéns pelo excelente jogo que proporcionaram. Foi um jogo durinho, jogado com lealdade e com uma única preocupação: visar a baliza adversária.
Da nossa parte, de destacar a excelente exibição do nosso miúdo Miguel. Entrou com uma raça à Gaia United que a todos nos surpreendeu. E todos sabemos como é díficil um rapaz de 17 anos enfrentar adversários de 28/30 anos. Mas ele compensa a falta de "cabedal" com uma impressionante raça e vontade. É um jogador como nós queremos: à Gaia United. Está a seguir as pisadas do Diguinho (seu irmão) e pode vir a tornar-se num excelente defesa. O Miguel e o Gonçalo (irmão do João Vítor) são o futuro do Gaia United. Mas também já são o presente e isso deixa-me a mim e a toda a equipa particularmente felizes.
Um abraço ao Nuno e a todos os restantes elementos do plantel dos Amigos. Mais uma vez, as condolências do Gaia United pelo falecimento de uma pessoa que vos é querida.
Um abraço também ao pessoal que se deslocou, mais uma vez, ao Gaia United Arena. Começa a ser um hábito ver tanta gente nos nossos jogos. Julgo que devemos ser, pelo menos na Zona Norte FFA, a equipa com melhor média de assistência. Até fomos indirectamente responsáveis pela 1ª claque no FFA, os Ultras FFA, visto que se formaram no Gaia United - Portus. Isto dá-nos bastante ânimo e prazer, pois significa que os nossos jogos são bastante apreciados por quem os vai ver. Contudo, penso que às vezes o ânimo nas bancadas salta lá para dentro e penso que isso não beneficia as equipas em campo. Mas esse é o sal de ter a melhor média de assistências na Zona Norte FFA e temos de ser nós a saber controlar isso.
Um abraço também para a equipa de arbitragem (três elementos do InterDesportivo: dois com apitos, um a fazer trabalho de mesa).
MARCADORES DOS GOLOS:
Rodrigo (2x);
Diguinho (2x);
Ruca.
Rodrigo de Almada Martins
P.S. - Agora pára tudo!!! It's QUEIMA TIME!!! Os nossos jogos agora são no Queimódromo!!!
O Gaia United recebeu hoje e bateu a equipa dos Amigos por 5-2. O jogo disputou-se no Gaia United Arena. Foi um grande jogo de futsal, bem disputado, com lances perigosos de parte a parte e com os seus intervenientes a darem o máximo.
Entramos para este jogo sem o nosso grande Capitão (Nelo) - que não consegui chegar a horas de Lisboa - e sem o nosso camisa 17 Gonçalo, miúdo que nos últimos jogos tem estado em grande forma. Nada que amedrontasse esta equipa, que fez a 1ª volta quase toda sem o nosso Capitão (devido a uma lesão no ombro num jogo amigável com o Enois) e que só tem o Gonçalo a jogar há 3 jogos.
Por isso, entramos para este jogo decididos a vencê-lo.
Mas a verdade é que os Amigos vieram ao Gaia United Arena em grande forma. A começar pelo número de jogadores que trouxeram (nos últimos tempos, nos jogos dos Amigos que tenho ido ver - o último que vi foi no jogo deles em casa contra os AS4H), pois nos últimos jogos têm jogado na Mini-Liga com 6 elementos. Desta vez os Amigos apresentaram-se quase na máxima força (faltou o Nuno e o Mourão - lesionados) e vinham decididos a entrar fortes no jogo.
E efectivamente os Amigos começaram melhor, a jogar mais em cima, mais pressionantes, mais duros no choque, mais rápidos a tabelar e a rematar à nossa baliza.
Mas se há coisa que admiro nesta minha equipa é a capacidade de saber sofrer, de saber colocar-se em posição inferior à do adversário e preparar-se para sofrer. E foi assim que passamos os primeiros 5 minutos. Os Amigos encostaram-nos lá atrás e foi uma sucessão de cantos, livres, lançamentos, remates, jogadas perigosas, etc. Mas a minha equipa está preparada para isso tudo e muito mais e conseguimos guardar a nossa baliza de forma heróica. Saber sofrer é muito importante. Temos a consciência que não somos nenhuns jogadores fora de série e sabemos que temos de trabalhar muito para vencer os jogos. Sabemos também que o campeonato que estamos a fazer é fruto da nossa união e do nosso empenho nos treinos e, por isso, só com união e empenho nos jogos é que podemos vencer. Este é o espírito do Gaia United !!!
Ora, cedo nos apercebemos que seria impossível aos Amigos aguentarem o ritmo que estavam a imprimir. Assim, começamos a estabilizar o nosso jogo e a lançar perigosos contra-ataques. Um deles teve o efeito desejado. Bola recebida pelo Ruca no meio-campo após uma transição rápida, vira-se muito bem, encara o adversário como só ele sabe, finta para dentro (quem dizia que o Ruca faz sempre a mesma finta enganou-se... estão sempre a dizer que ele passa sempre pelo lado de fora, desta vez foi mesmo pelo lado de dentro...) e, frente ao GR dos Amigos, não dá hipóteses e remata com convicção para o fundo das redes. Estava feito o 1-0 e podíamos respirar um pouco mais.
Contudo, os Amigos reagiram muito bem e empataram quase de seguida, num lance em que tenho bastantes responsabilidades, visto que não acompanhei a subida do meu adversário directo que, após remate/passe cruzado desviou a bola para o fundo da baliza, sem chances para o João Vítor. E foi com o 1-1 que chegamos ao intervalo.
Reunimos a equipa e decidimos que tínhamos que establizar o jogo e jogar aquilo que sabemos. E assim o fizemos.
Para o lugar do Pedro colocamos o Miguel (o nosso miúdo que estava a poucas horas de fazer 17 anos). E esta alteração viria a surtir efeitos. Bola em posse dos Amigos que a adiantam em demasia, o Miguel esforça-se por chegar primeiro na raça, adianta a bola para o Ruca que, com um adversário pela frente (estávamos 2 para 1) toca para mim que recebo a bola e desfiro um remate certeiro para o fundo das redes. Era o 2-1 e, como disse o Miguel no final do desafio, foi aí que se deu a "cambalhota no jogo". Passamos a jogar mais confiantes e descomplexados e a praticar o nosso futebol. Criamos bastantes oportunidades em contra-ataque junto da baliza adversária, bem como em ataque continuado. Uma delas seria executada pelo Miguel, que frente à baliza, atirou centímetros ao lado.
Já num lance anterior a bola tinha entrado na baliza dos Amigos, mas esse golo não contou, visto que a equipa de arbitragem assinalou falta a nossa favor. Penso que nestes casos a lei da vantagem deve ser dada, mas realmente o Rodolfo apitou bastante antes da bola ter entrado. Por isso, nada a dizer.
E o 3-1 surge pouco depois numa incursão minha pela esquerda (antes disso já o Ruca estava "encostado ás boxes" devido a um lance dividido com um jogador dos Amigos, que resultou num entorse para o nosso nº 7. Vamos a ver o tempo de paragem. "Quem anda à chuva molha-se" e é normal que o Ruca, bastante castigado pelas entradas adversárias em todos os jogos, se lesione de quando em vez). Grande passe do Diguinho para mim junto à linha, recolho a bola, ultrapasso um atleta dos Amigos, vou em direcção ao GR contrário, finto-o e atiro a bola para a baliza.... contudo a bola bate no poste, mas ainda está ao meu alcance. Domino a bola e atiro para o fundo das redes. Estava feito o 3-1 e seguiram-se festejos incríveis. Há quem se ria dos meus festejos eufóricos e dos dos meus colegas, mas é assim que vivemos o futebol e é este o amor que sentimos pelo nosso clube.
Mas estes Amigos estavam a jogar bastante bem e nunca desistiram do ataque. Penso mesmo que se os Amigos jogassem sempre com esta equipa completa podiam ser bastante mais competitivos durante toda a época. E foi com mérito que chegaram ao 3-2, apesar de ter sido num lance após mau alívio da nossa defesa.
Seria o momento do Gaia United juntar as tropas e fazer da união, mais uma vez, a sua grande característica. Sai Miguel e entra Pedro para jogar numa linha de 3 defesas (Diguinho, Paulo e Pedro) e eu na frente. No banco ficavam apenas o Miguel e o Ruca (incapacitado de voltar para dentro de campo). C
om esta táctica tornamo-nos insuperáveis na defesa e não mais os Amigos nos incomodaram de sobremaneira. Foi altura de jogarmos de forma inteligente, mais pausada, mas sempre com um olho na baliza adversária. Tivemos bastantes oportunidades nesta fase e estávamos, sem dúvida, na mó de cima.
E após uma falta cometida pelos Amigos no lado direito do nosso ataque, Diguinho assumiu a tarefa de bater o livre. O que se seguiu depois foi uma lição de como bem cobrar um lance de bola parada. Diguinho parte para a bola e desfere um potente remate em arco que só para no ângulo superior direito da baliza adversária. É preciso fazer notar que a bola fez um arco pelo lado de fora da barreira (visto que o Diguinho é destro e não rematou em trivela), fazendo um perfeito arco e só parando mesmo no fundo das redes. Remate com selo de golo, que, mais uma vez, o carteiro não se enganou na entrega.
Daí até ao final assistiu-se àquilo que se previa. Amigos a tentarem encostar-nos lá atrás e nós a lançarmos fulminantes contra-ataques (embora aqui tenhamos sentido a falta do Ruca), fazendo com que os Amigos cometessem faltas. Isto fez com que os Amigos chegassem à 6ª falta. Mais uma vez, Diguinho tomou a iniciativa de bater o livre. Mais uma vez não perdoou, desferindo um remate rasteiro e seco que só parou no fundo das redes contrárias. Era o 5-2 e o jogo estava definitivamente sentenciado.
Julgo que as duas equipas estão de parabéns pelo excelente jogo que proporcionaram. Foi um jogo durinho, jogado com lealdade e com uma única preocupação: visar a baliza adversária.
Da nossa parte, de destacar a excelente exibição do nosso miúdo Miguel. Entrou com uma raça à Gaia United que a todos nos surpreendeu. E todos sabemos como é díficil um rapaz de 17 anos enfrentar adversários de 28/30 anos. Mas ele compensa a falta de "cabedal" com uma impressionante raça e vontade. É um jogador como nós queremos: à Gaia United. Está a seguir as pisadas do Diguinho (seu irmão) e pode vir a tornar-se num excelente defesa. O Miguel e o Gonçalo (irmão do João Vítor) são o futuro do Gaia United. Mas também já são o presente e isso deixa-me a mim e a toda a equipa particularmente felizes.
Um abraço ao Nuno e a todos os restantes elementos do plantel dos Amigos. Mais uma vez, as condolências do Gaia United pelo falecimento de uma pessoa que vos é querida.
Um abraço também ao pessoal que se deslocou, mais uma vez, ao Gaia United Arena. Começa a ser um hábito ver tanta gente nos nossos jogos. Julgo que devemos ser, pelo menos na Zona Norte FFA, a equipa com melhor média de assistência. Até fomos indirectamente responsáveis pela 1ª claque no FFA, os Ultras FFA, visto que se formaram no Gaia United - Portus. Isto dá-nos bastante ânimo e prazer, pois significa que os nossos jogos são bastante apreciados por quem os vai ver. Contudo, penso que às vezes o ânimo nas bancadas salta lá para dentro e penso que isso não beneficia as equipas em campo. Mas esse é o sal de ter a melhor média de assistências na Zona Norte FFA e temos de ser nós a saber controlar isso.
Um abraço também para a equipa de arbitragem (três elementos do InterDesportivo: dois com apitos, um a fazer trabalho de mesa).
MARCADORES DOS GOLOS:
Rodrigo (2x);
Diguinho (2x);
Ruca.
Rodrigo de Almada Martins
P.S. - Agora pára tudo!!! It's QUEIMA TIME!!! Os nossos jogos agora são no Queimódromo!!!
domingo, abril 29, 2007
Qualificação Taça Nacional FFA 2007
Olá a todos!
Foi uma grande tarde de futsal, passada na companhia de grandes equipas e de grandes pessoas. Acima de tudo, dar os parabéns à organização do Balio, nas pessoas do Paulo Pereira e do seu pai, que tudo fizeram para nos proporcionar uma tarde fantástica. Nada nos faltou no Pavilhão do Araújo e, por isso, só temos que dar os parabéns ao Balio, pela excelente organização que tem e pela comitiva que trouxe ao Pavilhão. Sem dúvida que jogos FFA com público é outra coisa.
Para além disso, conhecemos mais duas equipas: FLX e MariaBolacha, ambas de Lisboa. Tudo pessoal 5 estrelas, que se deslocou ao Norte para umas belas jogatanas. Finalmente conheci o Strik3r (que tudo fez para nos marcar um golo no Gaia United - FLX , golo esse que felizmente não aconteceu) e outros user's aqui do FFA. Foram todos jogos muito disputados e renhidos em que, por vezes, só a sorte ou um ou outro lance de mestria individual ditou o resultado final. Parabéns ao Balio, FLX (desta vez não me esqueci de vocês, ao contrário do meu discurso no final do jantar) e aos MariaBolacha, que são, sem dúvida, uma das melhores equipas com que jogamos até hoje, senão mesmo a melhor. É incrível o carrossel que fazem e a técnica de passe e recepção que possuem. E só vieram com 6 jogadores!
Quanto à nossa equipa, marcamos apenas 3 golos, mas não sofremos nenhum. Vencemos todos os jogos pela margem mínima e essa margem mínima vale 3 pontos. Por isso estamos de parabéns ! Julgo que fomos uma equipa adulta e madura (conforme referiu um atleta dos MariaBolacha) a defender e venenosa a lançar contra-ataques. Depois dos nossos golos, a nossa defesa começava a ter mais atenção cá atrás e isso permitia-nos gerir os jogos. A nossa defesa está fortíssima, pois jogadores como Diguinho, Nelo, Paulo e Pedro dão uma extrema segurança defensiva. Na frente, Ruca, Gonçalo, Sérgio e eu. O Rui Ferreira também lá esteve mas não chegou a entrar em campo, visto que se encontra com limitações físicas.
Analisando os jogos um a um:
Gaia United 1 - 0 MariaBolacha
O nosso primeiro jogo e logo contra os favoritos à vitória. Grande equipa, sem dúvida. Nunca joguei contra Patrick ou GDCB, mas julgo que os MariaBolacha devem ser dos que estão mais próximos desses gigantes do FFA. E são sem dúvida fantásticos no modo como trocam a bola, como defendem (não fazem faltas), como se desmarcam... enfim, são uma grande equipa. Entramos muito bem no jogo e cedo vimos que tínhamos que correr muito para suster o carrossel desta equipa. E num lance de 2-1 fizemos o golo, numa excelente combinação entre o Diguinho e o Ruca, que conclui o lance num belo remate cruzado, sem hipóteses para o GR dos MariaBolacha. Foi um golo pleno de eficácia, visto que na única oportunidade cara-a-cara com o GR do Balio, o Ruca não perdoou.
A partir daí mudamos a estratégia e vocacionamos a nossa estratégia para defender. Aqui o nosso GR João Vítor foi um gigante, tal o leque de intervenções que teve. O poste foi também nosso amigo a certa altura. Mesmo assim julgo que os nossos movimentos defensivos estão de parabéns, embora saiba admitir que um empate neste jogo não ficaria mal.
Gaia United 1 - 0 FLX
Era a 1ª vez que iríamos defrontar este histórico FFA. Uma equipa cheia de raça, de vontade, com bons elementos na frente de ataque e bastante acutilante quando tem de encostar uma equipa lá atrás.
Começamos algo nervosos e demoramos a impôr o nosso jogo. Quando o fizemos fomos para cima do FLX até marcarmos o golo, por intermédio do Ruca, mais uma vez após excelente passe do Diguinho.
A seguir recuamos, como nos competia. As jogadas de contra-ataque ficavam a cargo das deambulações frenéticas do Ruca e do Gonçalo e cá atrás Diguinho e Nelo controlavam as operações.
Contudo, o FLX não se abateu com o golo sofrido e veio à procura do golo do empate. Golo esse que não surgiu porque, mais uma vez, tivemos no poste um grande amigo. Para além disso, mais uma vez, tivemos o João Vítor a mostrar que está em grande forma e, quando assim é, transforma-se num GR enorme.
Mesmo assim, conseguimos suster o ímperto atacante do FLX e segurar a vantagem, ainda que tivéssemos passado por alguns apuros, mas sem nunca esquecer o contra-ataque.
Gaia United 1 - 0 Balio
Chegados a este jogo, era a hora das decisões. Os Maria Bolacha já tinham terminado a sua participação com 6 pontos, os FLX estavam fora da corrida, aparecia então um Gaia United - Balio que iria definir tudo na classificação pelos 3 primeiros lugares. MariaBolacha, obviamente, a torcer pela vitória do Gaia United, de modo a que o Balio ficasse com os 3 pontos que tinha até ali e não fosse à Taça dos Campeões. A nós bastava-nos o empate ou mesmo uma derrota por um golo de diferença.
Contudo, a nossa equipa não é feita para jogar para o empate. Procura sempre a vitória, em qualquer situação e contra qualquer adversidade. E foi assim que começamos a disputar o jogo com o Balio, na intenção de vencê-lo.
Foi um jogo bastante disputado a meio-campo, com ambas as equipas a darem o máximo de si mesmas. Naturalmente o Balio com maior pendor ofensivo, mas com o Gaia United sempre mais perigoso, com contra-ataques rapidíssimos e de deixar a cabeça em água aos defesas do Balio.
Por volta dos 10m de jogo surge o nosso golo. E que golo ! Diguinho recebe a bola no seu meio-campo, faz um pique junto à linha lateral direita e, ainda bastante longe da baliza adversária, desfere uma autêntica bomba. Essa bomba tinha um selo: malhas da baliza adversária. O selo tinha o destinatário correcto e a bola só se aninhou no fundo das redes. O GR do Balio ainda se estirou na tentativa de chegar à bola, mas aquela bomba era mesmo impossível de defender. Excelente remate cruzado do Diguinho que já nos vai habituando a estes tiros de longa distância.
Daí até ao final assistiu-se a uma gestão inteligente do jogo da nossa parte, sendo que as grandes oportunidades que aconteceram a seguir são nossas, nomeadamente em duas jogadas individuais fantásticas do Gonçalo e do Ruca, que terminaram com duas excelenetes defesas do GR do Balio, ele que é um grande GR.
E foi assim que decorreu a nossa participação no Pavilhão do Araújo a contar para q Qualificação para a Taça Nacional FFA 2007: 3 jogos, 3 golos, 0 golos sofridos, 9 pontos. Vamos, então, disputar a Taça dos Campeões !!! Mas acima de tudo, o que mais me impressionou na minha equipa foi o abraço conjunto que demos no final do jogo com o Balio. Penso que ali reside a nossa força em campo. Aquele abraço demonstra a amizade que nos une e o amor que temos ao Gaia United .
Um abraço aos FLX, MariaBolacha e, em especial, aos organizadores (Balio), na pessoa do Paulo Pereira e do seu pai, Sr. Pereira, que tudo fizeram (e conseguiram) para nos proporcionar uma excelente tarde de convívio e futsal. Foi fantástico ver estas 4 equipas todas envolvidas e partilhando um gosto comum: jogar futebol.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (2x);
- Diguinho.
Rodrigo de Almada Martins
Foi uma grande tarde de futsal, passada na companhia de grandes equipas e de grandes pessoas. Acima de tudo, dar os parabéns à organização do Balio, nas pessoas do Paulo Pereira e do seu pai, que tudo fizeram para nos proporcionar uma tarde fantástica. Nada nos faltou no Pavilhão do Araújo e, por isso, só temos que dar os parabéns ao Balio, pela excelente organização que tem e pela comitiva que trouxe ao Pavilhão. Sem dúvida que jogos FFA com público é outra coisa.
Para além disso, conhecemos mais duas equipas: FLX e MariaBolacha, ambas de Lisboa. Tudo pessoal 5 estrelas, que se deslocou ao Norte para umas belas jogatanas. Finalmente conheci o Strik3r (que tudo fez para nos marcar um golo no Gaia United - FLX , golo esse que felizmente não aconteceu) e outros user's aqui do FFA. Foram todos jogos muito disputados e renhidos em que, por vezes, só a sorte ou um ou outro lance de mestria individual ditou o resultado final. Parabéns ao Balio, FLX (desta vez não me esqueci de vocês, ao contrário do meu discurso no final do jantar) e aos MariaBolacha, que são, sem dúvida, uma das melhores equipas com que jogamos até hoje, senão mesmo a melhor. É incrível o carrossel que fazem e a técnica de passe e recepção que possuem. E só vieram com 6 jogadores!
Quanto à nossa equipa, marcamos apenas 3 golos, mas não sofremos nenhum. Vencemos todos os jogos pela margem mínima e essa margem mínima vale 3 pontos. Por isso estamos de parabéns ! Julgo que fomos uma equipa adulta e madura (conforme referiu um atleta dos MariaBolacha) a defender e venenosa a lançar contra-ataques. Depois dos nossos golos, a nossa defesa começava a ter mais atenção cá atrás e isso permitia-nos gerir os jogos. A nossa defesa está fortíssima, pois jogadores como Diguinho, Nelo, Paulo e Pedro dão uma extrema segurança defensiva. Na frente, Ruca, Gonçalo, Sérgio e eu. O Rui Ferreira também lá esteve mas não chegou a entrar em campo, visto que se encontra com limitações físicas.
Analisando os jogos um a um:
Gaia United 1 - 0 MariaBolacha
O nosso primeiro jogo e logo contra os favoritos à vitória. Grande equipa, sem dúvida. Nunca joguei contra Patrick ou GDCB, mas julgo que os MariaBolacha devem ser dos que estão mais próximos desses gigantes do FFA. E são sem dúvida fantásticos no modo como trocam a bola, como defendem (não fazem faltas), como se desmarcam... enfim, são uma grande equipa. Entramos muito bem no jogo e cedo vimos que tínhamos que correr muito para suster o carrossel desta equipa. E num lance de 2-1 fizemos o golo, numa excelente combinação entre o Diguinho e o Ruca, que conclui o lance num belo remate cruzado, sem hipóteses para o GR dos MariaBolacha. Foi um golo pleno de eficácia, visto que na única oportunidade cara-a-cara com o GR do Balio, o Ruca não perdoou.
A partir daí mudamos a estratégia e vocacionamos a nossa estratégia para defender. Aqui o nosso GR João Vítor foi um gigante, tal o leque de intervenções que teve. O poste foi também nosso amigo a certa altura. Mesmo assim julgo que os nossos movimentos defensivos estão de parabéns, embora saiba admitir que um empate neste jogo não ficaria mal.
Gaia United 1 - 0 FLX
Era a 1ª vez que iríamos defrontar este histórico FFA. Uma equipa cheia de raça, de vontade, com bons elementos na frente de ataque e bastante acutilante quando tem de encostar uma equipa lá atrás.
Começamos algo nervosos e demoramos a impôr o nosso jogo. Quando o fizemos fomos para cima do FLX até marcarmos o golo, por intermédio do Ruca, mais uma vez após excelente passe do Diguinho.
A seguir recuamos, como nos competia. As jogadas de contra-ataque ficavam a cargo das deambulações frenéticas do Ruca e do Gonçalo e cá atrás Diguinho e Nelo controlavam as operações.
Contudo, o FLX não se abateu com o golo sofrido e veio à procura do golo do empate. Golo esse que não surgiu porque, mais uma vez, tivemos no poste um grande amigo. Para além disso, mais uma vez, tivemos o João Vítor a mostrar que está em grande forma e, quando assim é, transforma-se num GR enorme.
Mesmo assim, conseguimos suster o ímperto atacante do FLX e segurar a vantagem, ainda que tivéssemos passado por alguns apuros, mas sem nunca esquecer o contra-ataque.
Gaia United 1 - 0 Balio
Chegados a este jogo, era a hora das decisões. Os Maria Bolacha já tinham terminado a sua participação com 6 pontos, os FLX estavam fora da corrida, aparecia então um Gaia United - Balio que iria definir tudo na classificação pelos 3 primeiros lugares. MariaBolacha, obviamente, a torcer pela vitória do Gaia United, de modo a que o Balio ficasse com os 3 pontos que tinha até ali e não fosse à Taça dos Campeões. A nós bastava-nos o empate ou mesmo uma derrota por um golo de diferença.
Contudo, a nossa equipa não é feita para jogar para o empate. Procura sempre a vitória, em qualquer situação e contra qualquer adversidade. E foi assim que começamos a disputar o jogo com o Balio, na intenção de vencê-lo.
Foi um jogo bastante disputado a meio-campo, com ambas as equipas a darem o máximo de si mesmas. Naturalmente o Balio com maior pendor ofensivo, mas com o Gaia United sempre mais perigoso, com contra-ataques rapidíssimos e de deixar a cabeça em água aos defesas do Balio.
Por volta dos 10m de jogo surge o nosso golo. E que golo ! Diguinho recebe a bola no seu meio-campo, faz um pique junto à linha lateral direita e, ainda bastante longe da baliza adversária, desfere uma autêntica bomba. Essa bomba tinha um selo: malhas da baliza adversária. O selo tinha o destinatário correcto e a bola só se aninhou no fundo das redes. O GR do Balio ainda se estirou na tentativa de chegar à bola, mas aquela bomba era mesmo impossível de defender. Excelente remate cruzado do Diguinho que já nos vai habituando a estes tiros de longa distância.
Daí até ao final assistiu-se a uma gestão inteligente do jogo da nossa parte, sendo que as grandes oportunidades que aconteceram a seguir são nossas, nomeadamente em duas jogadas individuais fantásticas do Gonçalo e do Ruca, que terminaram com duas excelenetes defesas do GR do Balio, ele que é um grande GR.
E foi assim que decorreu a nossa participação no Pavilhão do Araújo a contar para q Qualificação para a Taça Nacional FFA 2007: 3 jogos, 3 golos, 0 golos sofridos, 9 pontos. Vamos, então, disputar a Taça dos Campeões !!! Mas acima de tudo, o que mais me impressionou na minha equipa foi o abraço conjunto que demos no final do jogo com o Balio. Penso que ali reside a nossa força em campo. Aquele abraço demonstra a amizade que nos une e o amor que temos ao Gaia United .
Um abraço aos FLX, MariaBolacha e, em especial, aos organizadores (Balio), na pessoa do Paulo Pereira e do seu pai, Sr. Pereira, que tudo fizeram (e conseguiram) para nos proporcionar uma excelente tarde de convívio e futsal. Foi fantástico ver estas 4 equipas todas envolvidas e partilhando um gosto comum: jogar futebol.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (2x);
- Diguinho.
Rodrigo de Almada Martins
sábado, abril 28, 2007
1/2 Finais Taça da Mini-Liga: Anitex 4 - 7 Gaia United
O jogo já se realizou.
Convém dizer que este jogo era, antes de mais, um dos jogos mais importantes (senão mesmo o mais importante) da história do Gaia United. Isto porque, pela primeira vez, iríamos disputar o acesso a uma Final de uma importante competição FFA, como é a Taça da Mini-Liga. Por isso, encaramos este jogo com a máxima atenção.
Entramos em jogo sem duas das nossas peças fundamentais: Diguinho e Nelo, que chegaram já a 1ª parte estava a acabar, tendo estes elementos apenas entrado na 2ª metade do desafio.
Então, montamos um esquema que nos permitisse gerir a posse de bola e controlar os ataques contrários, que sabíamos serem perigosos. E esta estratégia, com João Vítor na baliza, Paulo e Pedro na defensiva e Ruca e eu na frente de ataque cedo nos trouxe benefícios. Julgo que aos 5 minutos de jogo já estávamos a ganhar 0-3.
O 1º golo surge de um grande remate de ressaca de pé esquerdo do Paulo, que hoje fez uma exibição enorme, ganhando inúmeros ressaltos, fazendo as marcações de forma perfeita e ainda dando uma ajuda preciosa no ataque.
O 2º golo surge logo a seguir, numa jogada de entendimento entre mim e o Ruca. Ruca recebe a bola no meio-campo adversário, toca para mim que faço um compasso de espera até lhe endossar a bola para a área, onde o Ruca facilmente atirou para o fundo das redes, fazendo funcionar o marcador pela 2ª vez e a nosso favor.
O 3º golo surge logo na jogada a seguir. Incursão minha pelo flanco direito em que toco para o Pedro, que aparece ao 2º poste a encostar para a baliza. Era o 0-3 e as coisas pareciam bem encaminhadas a nosso favor.
Porém, a Anitex é uma equipa experiente com bons jogadores, principalmente dois deles, que sabem conduzir e proteger muito bem a bola. Para além disso, todos os seus elementos chutam de qualquer lado, o que muitas vezes causa perigosos ressaltos e excelentes defesas do nosso GR João Vítor, que hoje voltou a exibir-se em bom plano.
Ora, a Anitex, num contra-ataque elaborado pelo lado esquerdo do seu ataque chegou ao 1-3, numa boa jogada individual.
Porém, o Gaia United não adormeceu e logo a seguir, já com o nosso miúdo Gonçalo em campo, fizemos o 1-4, num belo golo do Gonçalo. Isto quando já tínhamos atirado por duas vezes a bola aos ferros na mesma jogada, por intermédio do Gonçalo e do Pedro. Sem dúvida que o Gonçalo veio trazer maior criatividade, velocidade e poder de fogo na frente de ataque da nossa equipa.
O 1-5 aparece por intermédio do Nuno, que mostrou que está numa boa forma, num golo pleno de oportunismo, a mostrar que os inúmeros golos que fez no treino de Sábado não foram fruto do acaso. Diga-se que o golo do Nuno surge de uma excelente combinação com o Gonçalo.
Prestes a acabar a 1ª parte, a Anitex reduz para 2-5, numa jogada um tanto ou quanto semelhante à que deu origem ao 1º golo dos que equipam de verde.
Na 2ª parte optamos por jogar mais em contenção e colocamos para jogar durante os 20m o Nelo e o Diguinho, que tinham estado a aquecer mal chegaram ao pavilhão.
Curiosamente, entramos algo apáticos na 2ª parte, talvez um pouco convencidos em demasia no resultado algo folgado que tínhamos conseguido na 1ª parte. E isto fez com que a Anitex marcasse dois golos, em duas jogadas de contra-ataque e colocasse o resultado em 4-5.
Mas é precisamente nestas alturas que o Gaia United se une e se transforma numa equipa guerreira e cheia de força. E então, a partir daqui, partimos para uma exibição segura e confiante, coroada com dois golos de belo efeito do Ruca.
O 6º golo surge numa excelente jogada de ataque envolvente, em que o Ruca tira um adversário do caminho e remata para o fundo das redes.
O 7º golo surge de novo por intermédio do nosso nº 7, naquele que foi, quanto a mim, o melhor golo do jogo. Bola a fugir para o lado esquerdo do nosso ataque, o GR sai-se aos pés do Ruca e este pica-lhe a bola, que só pára quando se aninhou nas redes contrárias. Estava feito o resultado final e daí até ao apito do árbitro assistiu-se a uma gestão inteligente do jogo por parte da nossa equipa.
Foi um bom jogo, sempre muito correcto e bem disputado. Discordo da opinião de um dos árbitros (do Xixas, mais concretamente), quando diz que o jogo se tornou duro na 2ª parte. Não penso que tenha sido assim. Ocorreram mais faltas, é verdade, mas nenhuma delas perigosa ou a cortar lances de ataque. No geral foi um jogo bem jogado, no qual das duas equipas preocuparam-se exclusivamente em jogar a bola.
Parabéns à Anitex pela bela equipa que possui. Com mais uns acertos defensivos esta equipa pode chegar bem longe no FFA.
Quanto à arbitragem, nada a dizer. Estiveram discretos e isso é o que se pode dizer de melhor sobre uma arbitragem. Um muito obrigado a eles.
Apenas duas notas negativas deste jogo:
- o jogo foi realizado no FootSpace, no campo de piso azul. Foi dos campos mais pequeninos em já joguei no FFA. Igual a este, conforme até comentei com o Pinto dos Cabasada, só o antigo campo do Enois. É um campo bastante apertado em que é muito díficil às equipas explorarem o seu estilo de jogo. Para além disso, em bolas aéreas tem que se ter muito cuidado para que não batam no tecto, que é bastante baixo. Mas mesmo assim assistiu-se a um bom jogo de futsal, com pouco contacto, o que, num campo destes, é de enaltecer;
- o nosso balneário. Num lugar onde caberiam 4 pessoas (e já apertadas) tiveram que caber 9. Continuo a preferir os pavilhões de escolas ou de equipas. Mas foi o que se pôde arranjar e tenho a certeza que o Manuel da Anitex tentou proporcionar o melhor jogo possível.
Um abraço a toda a equipa da Anitex, em especial ao Manuel.
Nós estamos pela 1ª vez num Final de uma competição importante, frente à grande equipa dos AS4H. Vai ser concerteza uma grande Final. Estamos na Final da Taça da Mini-Liga !!!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (3x);
- Paulo;
- Pedro;
- Nuno;
- Gonçalo.
Rodrigo de Almada Martins
Convém dizer que este jogo era, antes de mais, um dos jogos mais importantes (senão mesmo o mais importante) da história do Gaia United. Isto porque, pela primeira vez, iríamos disputar o acesso a uma Final de uma importante competição FFA, como é a Taça da Mini-Liga. Por isso, encaramos este jogo com a máxima atenção.
Entramos em jogo sem duas das nossas peças fundamentais: Diguinho e Nelo, que chegaram já a 1ª parte estava a acabar, tendo estes elementos apenas entrado na 2ª metade do desafio.
Então, montamos um esquema que nos permitisse gerir a posse de bola e controlar os ataques contrários, que sabíamos serem perigosos. E esta estratégia, com João Vítor na baliza, Paulo e Pedro na defensiva e Ruca e eu na frente de ataque cedo nos trouxe benefícios. Julgo que aos 5 minutos de jogo já estávamos a ganhar 0-3.
O 1º golo surge de um grande remate de ressaca de pé esquerdo do Paulo, que hoje fez uma exibição enorme, ganhando inúmeros ressaltos, fazendo as marcações de forma perfeita e ainda dando uma ajuda preciosa no ataque.
O 2º golo surge logo a seguir, numa jogada de entendimento entre mim e o Ruca. Ruca recebe a bola no meio-campo adversário, toca para mim que faço um compasso de espera até lhe endossar a bola para a área, onde o Ruca facilmente atirou para o fundo das redes, fazendo funcionar o marcador pela 2ª vez e a nosso favor.
O 3º golo surge logo na jogada a seguir. Incursão minha pelo flanco direito em que toco para o Pedro, que aparece ao 2º poste a encostar para a baliza. Era o 0-3 e as coisas pareciam bem encaminhadas a nosso favor.
Porém, a Anitex é uma equipa experiente com bons jogadores, principalmente dois deles, que sabem conduzir e proteger muito bem a bola. Para além disso, todos os seus elementos chutam de qualquer lado, o que muitas vezes causa perigosos ressaltos e excelentes defesas do nosso GR João Vítor, que hoje voltou a exibir-se em bom plano.
Ora, a Anitex, num contra-ataque elaborado pelo lado esquerdo do seu ataque chegou ao 1-3, numa boa jogada individual.
Porém, o Gaia United não adormeceu e logo a seguir, já com o nosso miúdo Gonçalo em campo, fizemos o 1-4, num belo golo do Gonçalo. Isto quando já tínhamos atirado por duas vezes a bola aos ferros na mesma jogada, por intermédio do Gonçalo e do Pedro. Sem dúvida que o Gonçalo veio trazer maior criatividade, velocidade e poder de fogo na frente de ataque da nossa equipa.
O 1-5 aparece por intermédio do Nuno, que mostrou que está numa boa forma, num golo pleno de oportunismo, a mostrar que os inúmeros golos que fez no treino de Sábado não foram fruto do acaso. Diga-se que o golo do Nuno surge de uma excelente combinação com o Gonçalo.
Prestes a acabar a 1ª parte, a Anitex reduz para 2-5, numa jogada um tanto ou quanto semelhante à que deu origem ao 1º golo dos que equipam de verde.
Na 2ª parte optamos por jogar mais em contenção e colocamos para jogar durante os 20m o Nelo e o Diguinho, que tinham estado a aquecer mal chegaram ao pavilhão.
Curiosamente, entramos algo apáticos na 2ª parte, talvez um pouco convencidos em demasia no resultado algo folgado que tínhamos conseguido na 1ª parte. E isto fez com que a Anitex marcasse dois golos, em duas jogadas de contra-ataque e colocasse o resultado em 4-5.
Mas é precisamente nestas alturas que o Gaia United se une e se transforma numa equipa guerreira e cheia de força. E então, a partir daqui, partimos para uma exibição segura e confiante, coroada com dois golos de belo efeito do Ruca.
O 6º golo surge numa excelente jogada de ataque envolvente, em que o Ruca tira um adversário do caminho e remata para o fundo das redes.
O 7º golo surge de novo por intermédio do nosso nº 7, naquele que foi, quanto a mim, o melhor golo do jogo. Bola a fugir para o lado esquerdo do nosso ataque, o GR sai-se aos pés do Ruca e este pica-lhe a bola, que só pára quando se aninhou nas redes contrárias. Estava feito o resultado final e daí até ao apito do árbitro assistiu-se a uma gestão inteligente do jogo por parte da nossa equipa.
Foi um bom jogo, sempre muito correcto e bem disputado. Discordo da opinião de um dos árbitros (do Xixas, mais concretamente), quando diz que o jogo se tornou duro na 2ª parte. Não penso que tenha sido assim. Ocorreram mais faltas, é verdade, mas nenhuma delas perigosa ou a cortar lances de ataque. No geral foi um jogo bem jogado, no qual das duas equipas preocuparam-se exclusivamente em jogar a bola.
Parabéns à Anitex pela bela equipa que possui. Com mais uns acertos defensivos esta equipa pode chegar bem longe no FFA.
Quanto à arbitragem, nada a dizer. Estiveram discretos e isso é o que se pode dizer de melhor sobre uma arbitragem. Um muito obrigado a eles.
Apenas duas notas negativas deste jogo:
- o jogo foi realizado no FootSpace, no campo de piso azul. Foi dos campos mais pequeninos em já joguei no FFA. Igual a este, conforme até comentei com o Pinto dos Cabasada, só o antigo campo do Enois. É um campo bastante apertado em que é muito díficil às equipas explorarem o seu estilo de jogo. Para além disso, em bolas aéreas tem que se ter muito cuidado para que não batam no tecto, que é bastante baixo. Mas mesmo assim assistiu-se a um bom jogo de futsal, com pouco contacto, o que, num campo destes, é de enaltecer;
- o nosso balneário. Num lugar onde caberiam 4 pessoas (e já apertadas) tiveram que caber 9. Continuo a preferir os pavilhões de escolas ou de equipas. Mas foi o que se pôde arranjar e tenho a certeza que o Manuel da Anitex tentou proporcionar o melhor jogo possível.
Um abraço a toda a equipa da Anitex, em especial ao Manuel.
Nós estamos pela 1ª vez num Final de uma competição importante, frente à grande equipa dos AS4H. Vai ser concerteza uma grande Final. Estamos na Final da Taça da Mini-Liga !!!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (3x);
- Paulo;
- Pedro;
- Nuno;
- Gonçalo.
Rodrigo de Almada Martins
terça-feira, abril 24, 2007
Mini-LIga 14ª Jornada: Gaia United 7 - 2 Portus87
O jogo já se realizou.
Como já me acusam de fazer comentários enormes (vulgo Khamsim), vou fazer um pequeno comentário para quem não quer ler a "palha" toda.
"Grande jogo disputado hoje à noite no Pavilhão do Gaia FC. O Gaia United recebeu e venceu o Portus87 por 7-2, num belo jogo de futsal, em que a descantagem de 5 golos não demonstra aquilo que se disputou dentro de campo".
Pronto... agora para quem quer ler um pouco mais...
O Gaia United recebeu esta noite a equipa do Portus87 e venceu por 7-2, num jogo que foi bastante emocionante, com belas jogadas de parte a parte, disputadíssimo, com jogadas no limite e que fizeram deste jogo um grande jogo de futsal. Quem o diz não sou eu, mas sim o público dos RD Congo (Fraga e Pardal - se esteve lá mais alguém peço desculpa), dos Areínho, dos Universidade FC (os meus amigos Marco e João Lima), entre outros que se deslocaram ao Pavilhão, como o Pedro Ribeiro, a Joana, o Nuno, Helder Barbosa, José Sousa, o Malafaia, etc. Peço desculpa já agora se me estou a esquecer de alguém.
O jogo começou praticamente com um golo nosso. O Gonçalo, recebe a bola no meio-campo e, devido a uma falha de marcação da equipa do Portus, avança para a baliza e remata seco e rasteiro para o 1º golo da noite.
Mas logo na jogada seguinte, o Portus marca naquela que é a sua jogada habitual. Bola metida para o pivot, que toca de imediato para alguém que aparece na zona de remate frontal. Quem apareceu foi o João, que numa bomba colocou o resultado em 1-1.
Depois assistiu-se ao período mais equilibrado do desafio, com as equipas a estudarem-se mutuamente e a não correrem riscos.
Este período foi interrompido por um contra-ataque nosso. Gonçalo finta um adversário, leva a bola controlada até ao meio-campo contrário, toca para a esquerda onde apareço eu que, frente ao Abel, devolvo para o Gonçalo que, facilmente, faz o 2-1.
O 3-1 surge logo a seguir numa fantástica jogada da nossa parte. Diguinho combina muito bem com Gonçalo, a bola vem ter comigo que, frente ao Abel, devolvo de novo a bola ao Gonçalo que faz o 3-1. Era o "hat-trick" do Gonçalo, no seu jogo de estreia no Campeonato (o outro jogo que tinha feito com a nossa camisola tinha sido para a Taça frente aos Reforços D'Inverno e tinha facturado por 2 vezes).
O 4-1 surge já no final da 1ª parte, numa grande jogada do Ruca, em que tira dois adversários do caminho com duas fintas rápidas e remata cruzado, de pé esquerdo e bastante longe ainda da baliza contrária, para o fundo das redes.
Depois deste golo adormecemos um pouco e o Portus carregou no acelerador. E, numa bela jogada de entendimento, o João desfere um potente remate, quase sem ângulo, que reduz o resultado para 4-2.
Daí até ao final assistiu-se, quanto a mim, ao melhor período do Portus, onde dispôs de um livre de 10 metros e de vários remates perigosos. Mesmo assim, fomos para o intervalo com o resultado fixado em 4-2.
No início da 2ª parte, adoptamos maiores cautelas defensivas, pois sabíamos que o Portus ia tentar dar a volta ao resultado (como já várias vezes conseguiu esta época). Dispusemos o Diguinho, Nelo e Paulo de modo a anularem da melhor forma os lances individuais do Sebas, jogador bastante móvel e díficil de marcar, bem como o Manuel Maganete. O jogador da frente teria que ter atenção às subidas do João e do Tó Zé.
Com esta estratégia bem montada chegamos ao 5-2, naquele que foi, quanto a mim, o golo mais importante para a nossa equipa, pois foi um rude golpe nas aspirações do Portus de conseguir outro resultado que não a derrota. Este golo, como não podia deixar de ser, foi marcado pelo nosso Capitão Nelo, como o seu espírito guerreiro que, numa bola aparentemente perdida junto à linha lateral, desfere um remate potente, que bate no poste e aninha-se no fundo das redes contrárias.
Daí até ao final assistiu-se a sucessivos ataques do Portus e com a nossa equipa a jogar, como tanto gosta, em contra-ataque, quer por intermédio do Ruca, do Gonçalo, ou por mim, ficando o Paulo, Diguinho e Nelo com funções essencialmente defensivas. Também convém aqui mencionar a grande exibição destes três jogadores, que poucas oportunidades concederam ao Portus. Realçar também, por último mas não menos importante, a enorme, gigante, fantástica exibição do nosso GR João Vítor, que defendeu tudo o que lhe era humanamente possível defender. Fantástico mesmo. Depois da família Martins (Diguinho, eu e Miguel), temos a família Borges (João Vítor e Gonçalo) em grande no Gaia United !
E neste período de contra-ataque fomos letais. Em três lances perigosos que tivemos, marcamos 2 golos. O Ruca e o Gonçalo iam fazendo diagonais sucessivas e iam confundindo a defesa do Portus (já mais preocupada em atacar, como é óbvio), com as suas movimentações rápidas e imprevisíveis.
O 6-2 surge por intermédio do Ruca, em mais uma jogada individual fantástica e plena de classe. Recebe a bola no meio-campo contrário, vira-se para a baliza, tira um adversário do caminho com o pé esquerdo e remate colocado para a baliza com o seu pior pé, o direito. Era o 6-2 e era mais um golo de belo efeito.
O 7-2 é da minha autoria e é, quanto a mim (eu sei que sou suspeito...), o melhor golo do jogo. Recebo a bola através de um corte do Diguinho, entro no meio-campo do Portus, vejo o Ruca a fazer uma diagonal mesmo á minha frente da direita para a esquerda, endosso-lhe a bola a meia altura; o Ruca de costas para mim devolve-ma em perfeitas condições mesmo para a grande área do Abel; e eu, de primeira, perante a saída do Abel, coloco a bola no canto inferior esquerdo. Foi uma jogada de entendimento perfeito, que culminou num golo fantástico.
Depois, não podia esquecer-me disto aqui, assistiu-se a um remate do outro mundo do Diguinho que, praticamente da linha do meio-campo, desfere um remate em jeito que, se tivesse entrado, era sério candidato a golo da Mini-Liga 2006/2007. Um remate em jeito com a parte interior do pé direito que bateu mesmo na quina do ângulo. Se tivesse entrado seria um golo do outro mundo. Não entrou, paciência. Entra para a próxima!
Daí até ao final novos ataques do Portus e nós a devolver a bola para a frente. Depois assistiu-se à pior fase do jogo, com muitas faltas e nem sempre bem jogado.
Queria apenas deixar aqui um pedido do nosso GR João Vítor, que me pediu expressamente para colocar isto aqui no fórum. O João Vítor entende e assume que o termo que usou não foi o mais correcto para aquilo que queria criticar e por isso pede desculpa a toda a equipa do Portus87. Mesmo assim os intervenientes já resolveram o assunto entre eles. P
ara finalizar, resta dizer que vencemos uma grande equipa, hoje algo desfalcada de dois dos seus principais elementos. O 7-2 talvez seja um resultado algo pesado para o Portus, mas penso que premeia a nossa maior concentração defensiva e organização e criatividade no jogo atacante, sectores-chave que nos permitiram atingir este resultado. Um abraço a toda a equipa do Portus87.
Para concluir, uma palavra de incentivo para o nosso reforço, Gonçalo, que jogou e fez jogar. Estreia no Campeonato da Mini-Liga com 3 golos e logo frente a uma equipa como o Portus87. Não é para todos! Um grande abraço para ele e que continue a jogar e a marcar como está a fazer!
MARCADORES DOS GOLOS
- Gonçalo (3x);
- Ruca (2x);
- Nelo;
- Rodrigo.
Rodrigo de Almada Martins
VITÓRIA DEDICADA AO PROF. CARLOS ALBERTO
Como já me acusam de fazer comentários enormes (vulgo Khamsim), vou fazer um pequeno comentário para quem não quer ler a "palha" toda.
"Grande jogo disputado hoje à noite no Pavilhão do Gaia FC. O Gaia United recebeu e venceu o Portus87 por 7-2, num belo jogo de futsal, em que a descantagem de 5 golos não demonstra aquilo que se disputou dentro de campo".
Pronto... agora para quem quer ler um pouco mais...
O Gaia United recebeu esta noite a equipa do Portus87 e venceu por 7-2, num jogo que foi bastante emocionante, com belas jogadas de parte a parte, disputadíssimo, com jogadas no limite e que fizeram deste jogo um grande jogo de futsal. Quem o diz não sou eu, mas sim o público dos RD Congo (Fraga e Pardal - se esteve lá mais alguém peço desculpa), dos Areínho, dos Universidade FC (os meus amigos Marco e João Lima), entre outros que se deslocaram ao Pavilhão, como o Pedro Ribeiro, a Joana, o Nuno, Helder Barbosa, José Sousa, o Malafaia, etc. Peço desculpa já agora se me estou a esquecer de alguém.
O jogo começou praticamente com um golo nosso. O Gonçalo, recebe a bola no meio-campo e, devido a uma falha de marcação da equipa do Portus, avança para a baliza e remata seco e rasteiro para o 1º golo da noite.
Mas logo na jogada seguinte, o Portus marca naquela que é a sua jogada habitual. Bola metida para o pivot, que toca de imediato para alguém que aparece na zona de remate frontal. Quem apareceu foi o João, que numa bomba colocou o resultado em 1-1.
Depois assistiu-se ao período mais equilibrado do desafio, com as equipas a estudarem-se mutuamente e a não correrem riscos.
Este período foi interrompido por um contra-ataque nosso. Gonçalo finta um adversário, leva a bola controlada até ao meio-campo contrário, toca para a esquerda onde apareço eu que, frente ao Abel, devolvo para o Gonçalo que, facilmente, faz o 2-1.
O 3-1 surge logo a seguir numa fantástica jogada da nossa parte. Diguinho combina muito bem com Gonçalo, a bola vem ter comigo que, frente ao Abel, devolvo de novo a bola ao Gonçalo que faz o 3-1. Era o "hat-trick" do Gonçalo, no seu jogo de estreia no Campeonato (o outro jogo que tinha feito com a nossa camisola tinha sido para a Taça frente aos Reforços D'Inverno e tinha facturado por 2 vezes).
O 4-1 surge já no final da 1ª parte, numa grande jogada do Ruca, em que tira dois adversários do caminho com duas fintas rápidas e remata cruzado, de pé esquerdo e bastante longe ainda da baliza contrária, para o fundo das redes.
Depois deste golo adormecemos um pouco e o Portus carregou no acelerador. E, numa bela jogada de entendimento, o João desfere um potente remate, quase sem ângulo, que reduz o resultado para 4-2.
Daí até ao final assistiu-se, quanto a mim, ao melhor período do Portus, onde dispôs de um livre de 10 metros e de vários remates perigosos. Mesmo assim, fomos para o intervalo com o resultado fixado em 4-2.
No início da 2ª parte, adoptamos maiores cautelas defensivas, pois sabíamos que o Portus ia tentar dar a volta ao resultado (como já várias vezes conseguiu esta época). Dispusemos o Diguinho, Nelo e Paulo de modo a anularem da melhor forma os lances individuais do Sebas, jogador bastante móvel e díficil de marcar, bem como o Manuel Maganete. O jogador da frente teria que ter atenção às subidas do João e do Tó Zé.
Com esta estratégia bem montada chegamos ao 5-2, naquele que foi, quanto a mim, o golo mais importante para a nossa equipa, pois foi um rude golpe nas aspirações do Portus de conseguir outro resultado que não a derrota. Este golo, como não podia deixar de ser, foi marcado pelo nosso Capitão Nelo, como o seu espírito guerreiro que, numa bola aparentemente perdida junto à linha lateral, desfere um remate potente, que bate no poste e aninha-se no fundo das redes contrárias.
Daí até ao final assistiu-se a sucessivos ataques do Portus e com a nossa equipa a jogar, como tanto gosta, em contra-ataque, quer por intermédio do Ruca, do Gonçalo, ou por mim, ficando o Paulo, Diguinho e Nelo com funções essencialmente defensivas. Também convém aqui mencionar a grande exibição destes três jogadores, que poucas oportunidades concederam ao Portus. Realçar também, por último mas não menos importante, a enorme, gigante, fantástica exibição do nosso GR João Vítor, que defendeu tudo o que lhe era humanamente possível defender. Fantástico mesmo. Depois da família Martins (Diguinho, eu e Miguel), temos a família Borges (João Vítor e Gonçalo) em grande no Gaia United !
E neste período de contra-ataque fomos letais. Em três lances perigosos que tivemos, marcamos 2 golos. O Ruca e o Gonçalo iam fazendo diagonais sucessivas e iam confundindo a defesa do Portus (já mais preocupada em atacar, como é óbvio), com as suas movimentações rápidas e imprevisíveis.
O 6-2 surge por intermédio do Ruca, em mais uma jogada individual fantástica e plena de classe. Recebe a bola no meio-campo contrário, vira-se para a baliza, tira um adversário do caminho com o pé esquerdo e remate colocado para a baliza com o seu pior pé, o direito. Era o 6-2 e era mais um golo de belo efeito.
O 7-2 é da minha autoria e é, quanto a mim (eu sei que sou suspeito...), o melhor golo do jogo. Recebo a bola através de um corte do Diguinho, entro no meio-campo do Portus, vejo o Ruca a fazer uma diagonal mesmo á minha frente da direita para a esquerda, endosso-lhe a bola a meia altura; o Ruca de costas para mim devolve-ma em perfeitas condições mesmo para a grande área do Abel; e eu, de primeira, perante a saída do Abel, coloco a bola no canto inferior esquerdo. Foi uma jogada de entendimento perfeito, que culminou num golo fantástico.
Depois, não podia esquecer-me disto aqui, assistiu-se a um remate do outro mundo do Diguinho que, praticamente da linha do meio-campo, desfere um remate em jeito que, se tivesse entrado, era sério candidato a golo da Mini-Liga 2006/2007. Um remate em jeito com a parte interior do pé direito que bateu mesmo na quina do ângulo. Se tivesse entrado seria um golo do outro mundo. Não entrou, paciência. Entra para a próxima!
Daí até ao final novos ataques do Portus e nós a devolver a bola para a frente. Depois assistiu-se à pior fase do jogo, com muitas faltas e nem sempre bem jogado.
Queria apenas deixar aqui um pedido do nosso GR João Vítor, que me pediu expressamente para colocar isto aqui no fórum. O João Vítor entende e assume que o termo que usou não foi o mais correcto para aquilo que queria criticar e por isso pede desculpa a toda a equipa do Portus87. Mesmo assim os intervenientes já resolveram o assunto entre eles. P
ara finalizar, resta dizer que vencemos uma grande equipa, hoje algo desfalcada de dois dos seus principais elementos. O 7-2 talvez seja um resultado algo pesado para o Portus, mas penso que premeia a nossa maior concentração defensiva e organização e criatividade no jogo atacante, sectores-chave que nos permitiram atingir este resultado. Um abraço a toda a equipa do Portus87.
Para concluir, uma palavra de incentivo para o nosso reforço, Gonçalo, que jogou e fez jogar. Estreia no Campeonato da Mini-Liga com 3 golos e logo frente a uma equipa como o Portus87. Não é para todos! Um grande abraço para ele e que continue a jogar e a marcar como está a fazer!
MARCADORES DOS GOLOS
- Gonçalo (3x);
- Ruca (2x);
- Nelo;
- Rodrigo.
Rodrigo de Almada Martins
VITÓRIA DEDICADA AO PROF. CARLOS ALBERTO
segunda-feira, abril 23, 2007
Gonçalo entra definitivamente no plantel do Gaia United
O Gaia United informa que o atleta Gonçalo Borges, de 17 anos, irmão de João Vítor Borges (GR da nossa equipa), é oficialmente, desde Sábado, jogador do plantel do Gaia United FC.
O Gonçalo já vinha treinando há muito tempo com a nossa equipa, mas só no almoço-convívio depois do treino de Sábado (dia 21 de Abril de 2007) se decidiu pela inclusão definitiva do Gonçalo no nosso plantel. Aliás, até já tinha disputado um jogo na Mini-Liga, marcando 2 golos (jogo dos 1/3 de Final da Taça da Mini-Liga, frente aos Reforços D'Inverno).
O Gonçalo, que vai actuar com o nº 17 nas costas, joga preferencialmente na posição de ala. É um avançado bastante móvel, que joga bem com os dois pés, com uma finta muito rápida e com um remate bastante certeiro.
Há muito que este jovem atleta fazia parte da família do Gaia United, nomeadamente por ser irmão do João Vítor. Sendo assim, é mais um elemento a juntar-se a este grande Clube e a este grande grupo de amigos! O Gaia United passa a contar, sendo assim, com 2 atletas de 17 anos de idade: Miguel e Gonçalo, atletas esses que prometem vir a dar cartas no futuro do nosso Clube !
Sê bem-vindo, Gonçalo à equipa do Gaia United !!! Desejos das maiores felicidades !!! Um abraço !!!
Rodrigo de Almada Martins
O Gonçalo já vinha treinando há muito tempo com a nossa equipa, mas só no almoço-convívio depois do treino de Sábado (dia 21 de Abril de 2007) se decidiu pela inclusão definitiva do Gonçalo no nosso plantel. Aliás, até já tinha disputado um jogo na Mini-Liga, marcando 2 golos (jogo dos 1/3 de Final da Taça da Mini-Liga, frente aos Reforços D'Inverno).
O Gonçalo, que vai actuar com o nº 17 nas costas, joga preferencialmente na posição de ala. É um avançado bastante móvel, que joga bem com os dois pés, com uma finta muito rápida e com um remate bastante certeiro.
Há muito que este jovem atleta fazia parte da família do Gaia United, nomeadamente por ser irmão do João Vítor. Sendo assim, é mais um elemento a juntar-se a este grande Clube e a este grande grupo de amigos! O Gaia United passa a contar, sendo assim, com 2 atletas de 17 anos de idade: Miguel e Gonçalo, atletas esses que prometem vir a dar cartas no futuro do nosso Clube !
Sê bem-vindo, Gonçalo à equipa do Gaia United !!! Desejos das maiores felicidades !!! Um abraço !!!
Rodrigo de Almada Martins
sexta-feira, abril 20, 2007
Faleceu o Professor Carlos Alberto
O Gaia United informa que está de luto em virtude do falecimento do nosso saudoso Professor Carlos Alberto, Professor de Matemática e Director de Turma de quase todos os atletas do Gaia United no 7º, 8º e 9º anos do Colégio de Gaia.
Para além disso, era neste momento explicador dos atletas mais novos da nossa equipa: Miguel e Gonçalo (irmãos, respectivamente, do Diguinho e João Vítor).
O Professor Carlos Alberto faleceu na madrugada do dia 19 de Abril de 2007. O Professor Carlos Alberto deixou-nos quando ainda tinha muito para viver à sua frente e muitas gerações de alunos para formar.
O Gaia United está, assim, de luto pela morte deste grande Professor, mas, acima de tudo, grande HOMEM. Ficaremos para sempre eternamente gratos pelos seus ensinamentos, pelo seu carisma, pela sua força de carácter e pela forma como nos ajudou a crescer como alunos e principalmente como homens. Todos estamos de acordo de que foi o melhor Professor que já alguma vez tivemos. As suas aulas eram autênticas lições de vida e é por isso que o Professor Carlos Alberto é um mito para todos nós e ficará para sempre guardado nas nossas memórias e nos nossos corações.
Como disse o Pedro Sousa (amigo nosso): "Estamos mais pobres. Morreu um dos maiores".
Até sempre, Professor Carlos Alberto!
Rodrigo de Almada Martins
(Mensagem de todo o plantel do Gaia United FC)
Para além disso, era neste momento explicador dos atletas mais novos da nossa equipa: Miguel e Gonçalo (irmãos, respectivamente, do Diguinho e João Vítor).
O Professor Carlos Alberto faleceu na madrugada do dia 19 de Abril de 2007. O Professor Carlos Alberto deixou-nos quando ainda tinha muito para viver à sua frente e muitas gerações de alunos para formar.
O Gaia United está, assim, de luto pela morte deste grande Professor, mas, acima de tudo, grande HOMEM. Ficaremos para sempre eternamente gratos pelos seus ensinamentos, pelo seu carisma, pela sua força de carácter e pela forma como nos ajudou a crescer como alunos e principalmente como homens. Todos estamos de acordo de que foi o melhor Professor que já alguma vez tivemos. As suas aulas eram autênticas lições de vida e é por isso que o Professor Carlos Alberto é um mito para todos nós e ficará para sempre guardado nas nossas memórias e nos nossos corações.
Como disse o Pedro Sousa (amigo nosso): "Estamos mais pobres. Morreu um dos maiores".
Até sempre, Professor Carlos Alberto!
Rodrigo de Almada Martins
(Mensagem de todo o plantel do Gaia United FC)
sábado, março 31, 2007
Amigável: Gaia United 5 - 3 Gaiathynaikos
Já se realizou este jogo.
Excelente jogo realizado no Liceu de Gaia, hoje, pelas 12h30.
Jogo jogado em ritmo concerteza mais lento do que aquele que as duas equipas empregam quer na Mini-Liga, quer na Longa Vida. Deu para treinar certas movimentações, fazer rodar o plantel e fundamentalmente conhecer o Gaiathynaikos, finalmente. Este jogo estava para ser feito há meses, mas ainda não tínhamos conseguido chegar a acordo de datas.
O jogo começou praticamente com o golo do Gaiathynaikos, numa boa jogada da equipa adversária.
O Gaia United, algo lento e previsível, demorou a reagir. Quando os remates começaram a sair, bem como as tabelinhas, foi o Carlos (GR do Gaiathynaikos) que começou a fazer a grande exibição da tarde. Realmente defendue tudo o que havia para defender, excepto aqueles remates que, definitivamente, levavam selo de golo. Defendeu bolas altas, bolas rasteiras, fez boas "manchas", enfim... impediu-nos por diversas vezes de chegarmos ao golo, até porque neste jogo criamos bastante oportunidades.
Depois, numa boa jogada individual do Ruca (fintou 2 adversários e colociu a bola rasteira no poste mais distante), chegamos finalmente ao empate.
A equipa do Gaiathynaikos desmoralizou um bocadinho e, pouco depois, por intermédio do Diguinho, voltamos a marcar (2-1), numa boa jogada de entendimento na qual o Diguinho apenas tem que empurrar para o fundo da baliza.
Aí o Gaiathynaikos mudou de estratégia. Até então as equipas estavam ambas a jogar abertas. O Gaiathynaikos passou a fecar-se na sua área e a sair em contra-ataque. A nossa equipa, bastante mais desconcentrada do que é habitual, foi permitindo espaços nas nossas costas, que fizeram com que o Gaiathynaikos fizesse dois golos (ambos em típicas jogadas de contra-ataque bem gizadas) e chegasse à vantagem (2-3).
Nesta altura a nossa equipa motivou-se e arrancou para uma boa exibição, fazendo 3 golos que fixaram o resultado final em 5-3 a nosso favor.
O golo do empate foi marcado pelo Pedro, no melhor golo da tarde. Após um canto do Ruca, o Pedro, de 1ª e sem deixar cair a bola, coloca-a no fundo das redes, sem qualquer hipótese para o Carlos.
O 4-3 foi marcado por mim. Recebo a bola na esquerda, parto em direcção à baliza e depois coloco a bola, de pé esquerdo, entre o poste e o GR contrário.
O 5-3 veio logo depois. Bola metida para o interior da área para o Diguinho que recebe a bola de costas e, numa rotação perfeita (mais um grande golo), coloca-a no ângulo, num remate cheio de precisão e potência.
Foi um bom jogo, animado, com duas equipas a lutarem pela vitória. Notou-se na parte final uma nítida quebra física por parte dos elementos do Gaiathynaikos (que tinham tido jogo ontem com os Linha Branca), se não me engano). O Gaiathynaikos fecha-se bem cá atrás e sai bem para o contra-ataque. Quando conseguirem ser mais eficazes na frente, poderão melhorar muito os seus resultados.
Nós aproveitamos este jogo para treinar certas movimentações e fazermos jogar alguns jogadores menos utilizados que vêm de lesões graves. Foi por isso que nos apresentamos no Liceu com 10 jogadores (apenas não jogaram Nelo, Nuno, Bezerra e Eloi).
Um abraço ao Carlos, Leandro e restante plantel do Gaiathynaikos e obrigado por esta visita. Foi um bom jogo que esperamos repetir (desta feita em casa do Gaiathynaikos, no excelente Pavilhão Municipal de Coimbrões.. lá estou eu a fazer-me a ser convidado!). Votos ainda de bons jogos na Liga Longa Vida para esta equipa. Espero que esteja tudo bem com o vosso jogador que ficou a sangrar do nariz num choque durante o jogo.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Diguinho (2x);
- Ruca;
- Pedro;
- Rodrigo.
Rodrigo de Almada Martins
Excelente jogo realizado no Liceu de Gaia, hoje, pelas 12h30.
Jogo jogado em ritmo concerteza mais lento do que aquele que as duas equipas empregam quer na Mini-Liga, quer na Longa Vida. Deu para treinar certas movimentações, fazer rodar o plantel e fundamentalmente conhecer o Gaiathynaikos, finalmente. Este jogo estava para ser feito há meses, mas ainda não tínhamos conseguido chegar a acordo de datas.
O jogo começou praticamente com o golo do Gaiathynaikos, numa boa jogada da equipa adversária.
O Gaia United, algo lento e previsível, demorou a reagir. Quando os remates começaram a sair, bem como as tabelinhas, foi o Carlos (GR do Gaiathynaikos) que começou a fazer a grande exibição da tarde. Realmente defendue tudo o que havia para defender, excepto aqueles remates que, definitivamente, levavam selo de golo. Defendeu bolas altas, bolas rasteiras, fez boas "manchas", enfim... impediu-nos por diversas vezes de chegarmos ao golo, até porque neste jogo criamos bastante oportunidades.
Depois, numa boa jogada individual do Ruca (fintou 2 adversários e colociu a bola rasteira no poste mais distante), chegamos finalmente ao empate.
A equipa do Gaiathynaikos desmoralizou um bocadinho e, pouco depois, por intermédio do Diguinho, voltamos a marcar (2-1), numa boa jogada de entendimento na qual o Diguinho apenas tem que empurrar para o fundo da baliza.
Aí o Gaiathynaikos mudou de estratégia. Até então as equipas estavam ambas a jogar abertas. O Gaiathynaikos passou a fecar-se na sua área e a sair em contra-ataque. A nossa equipa, bastante mais desconcentrada do que é habitual, foi permitindo espaços nas nossas costas, que fizeram com que o Gaiathynaikos fizesse dois golos (ambos em típicas jogadas de contra-ataque bem gizadas) e chegasse à vantagem (2-3).
Nesta altura a nossa equipa motivou-se e arrancou para uma boa exibição, fazendo 3 golos que fixaram o resultado final em 5-3 a nosso favor.
O golo do empate foi marcado pelo Pedro, no melhor golo da tarde. Após um canto do Ruca, o Pedro, de 1ª e sem deixar cair a bola, coloca-a no fundo das redes, sem qualquer hipótese para o Carlos.
O 4-3 foi marcado por mim. Recebo a bola na esquerda, parto em direcção à baliza e depois coloco a bola, de pé esquerdo, entre o poste e o GR contrário.
O 5-3 veio logo depois. Bola metida para o interior da área para o Diguinho que recebe a bola de costas e, numa rotação perfeita (mais um grande golo), coloca-a no ângulo, num remate cheio de precisão e potência.
Foi um bom jogo, animado, com duas equipas a lutarem pela vitória. Notou-se na parte final uma nítida quebra física por parte dos elementos do Gaiathynaikos (que tinham tido jogo ontem com os Linha Branca), se não me engano). O Gaiathynaikos fecha-se bem cá atrás e sai bem para o contra-ataque. Quando conseguirem ser mais eficazes na frente, poderão melhorar muito os seus resultados.
Nós aproveitamos este jogo para treinar certas movimentações e fazermos jogar alguns jogadores menos utilizados que vêm de lesões graves. Foi por isso que nos apresentamos no Liceu com 10 jogadores (apenas não jogaram Nelo, Nuno, Bezerra e Eloi).
Um abraço ao Carlos, Leandro e restante plantel do Gaiathynaikos e obrigado por esta visita. Foi um bom jogo que esperamos repetir (desta feita em casa do Gaiathynaikos, no excelente Pavilhão Municipal de Coimbrões.. lá estou eu a fazer-me a ser convidado!). Votos ainda de bons jogos na Liga Longa Vida para esta equipa. Espero que esteja tudo bem com o vosso jogador que ficou a sangrar do nariz num choque durante o jogo.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Diguinho (2x);
- Ruca;
- Pedro;
- Rodrigo.
Rodrigo de Almada Martins
quinta-feira, março 29, 2007
Taça da Mini-Liga 1/4 de Final: Reforços D'Inverno 2 - 7 Gaia United
O jogo já se realizou.
Apesar das peripécias de hoje de tarde (ligo a desmarcar o jogo, volto a tentar marcar, mas o Hélder não me atendia; ligo pos Cabasada - que seriam os árbitros - e soube que eles não podiam ir arbitrar - volto a ligar para o Hélder, finalmente ele atende, marca-se o jogo, escolhe-se os árbitros, etc), lá se conseguiu realizar este jogo.
E apesar do resultado algo desnivelado assistiu-se a boas jogadas de futsal de parte a parte, tendo o Gaia United sido mais mortífero e letal. Também diga-se que os Reforços encontraram pela frente um João Vítor inspiradíssimo (estava com uma directa em cima). Daí o resultado final ter sido de 2 - 7.
Mas vamos lá relatar, então, o que se passou hoje no Pavilhão de S. Mamede.
O Gaia United deslocou-se ao reduto dos Reforços algo debilitado físicamente: João Vítor com uma directa em cima e uma entorse do jogo com o InterDesportivo; Nelo com um olho praticamente fechado; Paulo tocado no pé esquerdo (hoje agravou a lesão, esperemos que não seja nada de grave); Pedro com o dedo do pé todo negro; Ruca, que hoje tinha ido fazer uma endoscopia e tirar sangue. Em boas condições apenas tínhamos o Rui Ferreira, o Diguinho, o seu irmão mais novo Miguel e o Gonçalo (reforço de última hora), irmão mais novo do João Vítor.
Mas é justamente nestas condições que o Gaia United mais se motiva e mais se une. E essa união e garra trouxe-nos a vitória no jogo de hoje.
É verdade que começamos mal, desconcentrados, demasiado presos e lentos, muito talvez devido ao atraso do nosso Capitão Nelo, que nos dá muita motivação e segurança defensiva cá atrás. E numa dessas desconcentrações os Reforços fizeram o 1-0, numa jogada sem qualquer hipótese para o nosso GR, que ainda fez uma primeira grande defesa a um remate bastante potente.
Por esta altura chegou o Nelo e aí, coincidência ou não, o jogo mudou. Mesmo antes dele entrar em campo. Jogada bonita do Ruca pelo meio, que liberta para o Gonçalo que, com muita classe, faz o 1-1 num remate seco e colocado.
Pouco depois, praticamente na jogada seguinte, passamos para a frente do marcador. Ruca recebe uma bola no meio-campo, parte para cima dos defesas dos Reforços, liberta para mim, que de primeira desfiro um remate ao ângulo superior direito da baliza do Teixeira, que ainda toca na bola mas não impede que ela só pare no fundo das redes.
O 1-3 vem também logo a seguir. Jogada perigosa dos Reforços muito bem defendida pelo João Vítor que, rápidamente, mete a bola na frente para o Ruca. Este recebe a bola magistralmente de costas, parte isolado em direcção à baliza, faz um primeiro remate que o Teixeira defende, mas na recaraga atira a contar.
Daí até ao final da 1ª parte assistiu-se a uma maior pressão por parte dos Reforços, muito bem combatida pela nossa equipa, que se fechou cá atrás, apenas concedendo remates de longa distância à equipa comandada pelo Hélder.
Na 2ª parte entramos muito bem e, logo a abrir, fazemos o 1-4, numa fantástica jogada do Gonçalo pela direita que consegue aguentar uma carga de um adversário junto à linha e ainda tem o discernimento de colocar a bola mesmo à medida do Ruca, que apenas tem de colocar a bola junto ao poste.
O nosso 5º golo surge por intermédio de uma das jogadas mais bonitas do encontro. Recuperação de uma bola no meio-campo pelo Nelo, que dá imediatamente para o Gonçalo que, junto à meia esquerda dribla um adversário, parte em direcção à baliza, encosta para mim que atiro para a baliza. O Teixeira defende na linha (ou mesmo já dentro), a bola sobra para o Pedro que toca para o Gonçalo, à boca da baliza, fazer o 1-5.
O 6º golo surge através de uma bonita jogada individual por parte do Rui Ferreira que, aos poucos, vai regressando à sua forma de antigamente. Recebe a bola na esquerda, adianta-se uns metros e, de pé direito, atira a bola rasteira para o poste mais distante. A bola foi tão bem colocada que, antes de entrar, ainda bateu no poste. Parabéns ao Rui por este golo e esperemos que entre na senda dos golos!
O 2-6 surge numa confusão na nossa grande área que os Reforços aproveitaram muito bem para reduzir a desvantagem.
Logo a seguir, numa jogada que demonstra bem a excelente forma física do Diguinho e a raça que caracteriza o Gaia United, o nosso nº 27 pressiona o portador da bola dos Reforços logo na sua pequena área, o que faz com que este perca a bola e depois Diguinho só tem que atirar para o fundo da baliza, onde se encontrava um desprevenido Teixeira. E estava assim feito o 2-7 final.
Os Reforços são sem dúvida uma boa equipa, dispõem de jogadores muito bons tecnicamente, como é o caso do Pedro, por exemplo. São também incisivos na disputa de bola e, em dia sim, podem ser uma equipa bastante díficil de bater. Mas ontem era definitivamente um mau dia para os Reforços, que nunca se encontraram em campo.
Contudo, uma palavra de incentivo para esta equipa que, jogando mais vezes, vão certamente formar uma grande equipa, pois são, em minha opinião, a seguir ao InterDesportivo, a equipa com mais recursos técnicos. Se conseguirem aliar a isso uma maior solidez táctica podem tornar-se num caso sério.
Mais uma vez peço aqui desculpa ao jogador Pedro dos Reforços pela minha atitude na 1ª parte após uma disputa de bola mais acesa. Todos temos estes momentos. Eu é muito raro tê-los, mas ontem foi um desses dias. Peço-lhe desculpa, até porque ele é um grande jogador (dos melhores da Mini-Liga) e porque soube reagir muito bem naquela situação. Pedidos de desculpas feitos na hora, mas não queria deixar passar esta oportunidade para o dizer de novo.
Um abraço ao Hélder, Teixeira, Pedro e a todos os outros jogadores dos Reforços. Um abraço também à dupla de arbitragem (J04/AS4H), ambos GR. Esta ideia de haver equipas de arbitragem de duas equipas diferentes tem os seus prós e os seus contras, mas pode ser uma ideia a levar para a frente. Os árbitros estiveram bem, pois pouco se notaram, o que é o melhor que se pode dizer duma equipa de arbitragem. Já agora, Kako, como tens sido sempre tu a vir fazer estes favores, pois a arbitragem estava inicialmente a cargo dos Cabasada (que não foram avisados a tempo), quando precisares de alguém para ir arbitrar em tua vez diz qualquer coisa!
Uma nota final apenas para referir a excelente exibição do nosso reforço de última hora: Gonçalo. Jogou e fez jogar e ainda marcou dois golos. Melhor estreia seria impossível. Combinou muito bem comigo, Ruca e Rui na frente de ataque e é um verdadeiro abre-latas. Este miúdo de 17 anos (e hoje jogamos com dois: Miguel e Gonçalo - que curiosamente e como a maioria de nós mais velhos foram colegas desde miúdos e jogaram juntos no Vilanovense) é irmão do nosso GR João Vítor e há muito que se andava para estrear com a camisola do Gaia United. Como sabem, sou contra reforços contratados a meio da época, mas este caso é diferente, visto que é um rapaz que conhecemos desde criança e que sempre pertenceu à família do Gaia United. Por tudo isto, estamos seriamente a pensar incluí-lo no nosso plantel. A ver vamos!
Para além disso agrada-me ver o entusiasmo do Miguel e do Gonçalo nestes jogos. É sinal que já sentem o espírito do Gaia United. E depois temos de elogiar o facto de se conseguirem bater de igual para igual com adversários que têm praticamente mais 10 anos que eles.
Um abraço a todos!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (2x);
- Gonçalo (2x);
- Rodrigo;
- Rui;
- Diguinho.
Rodrigo de Almada Martins
P.S. - Passamos às meias-finais da Taça da Mini-Liga, onde vamos defrontar a Anitex, equipa que eliminou o Portus nos 1/4 de Final. Por isso, de certeza que é uma grande equipa e são essas as informações que me têm chegado aos ouvidos. Esperemos que seja um grande jogo!
Apesar das peripécias de hoje de tarde (ligo a desmarcar o jogo, volto a tentar marcar, mas o Hélder não me atendia; ligo pos Cabasada - que seriam os árbitros - e soube que eles não podiam ir arbitrar - volto a ligar para o Hélder, finalmente ele atende, marca-se o jogo, escolhe-se os árbitros, etc), lá se conseguiu realizar este jogo.
E apesar do resultado algo desnivelado assistiu-se a boas jogadas de futsal de parte a parte, tendo o Gaia United sido mais mortífero e letal. Também diga-se que os Reforços encontraram pela frente um João Vítor inspiradíssimo (estava com uma directa em cima). Daí o resultado final ter sido de 2 - 7.
Mas vamos lá relatar, então, o que se passou hoje no Pavilhão de S. Mamede.
O Gaia United deslocou-se ao reduto dos Reforços algo debilitado físicamente: João Vítor com uma directa em cima e uma entorse do jogo com o InterDesportivo; Nelo com um olho praticamente fechado; Paulo tocado no pé esquerdo (hoje agravou a lesão, esperemos que não seja nada de grave); Pedro com o dedo do pé todo negro; Ruca, que hoje tinha ido fazer uma endoscopia e tirar sangue. Em boas condições apenas tínhamos o Rui Ferreira, o Diguinho, o seu irmão mais novo Miguel e o Gonçalo (reforço de última hora), irmão mais novo do João Vítor.
Mas é justamente nestas condições que o Gaia United mais se motiva e mais se une. E essa união e garra trouxe-nos a vitória no jogo de hoje.
É verdade que começamos mal, desconcentrados, demasiado presos e lentos, muito talvez devido ao atraso do nosso Capitão Nelo, que nos dá muita motivação e segurança defensiva cá atrás. E numa dessas desconcentrações os Reforços fizeram o 1-0, numa jogada sem qualquer hipótese para o nosso GR, que ainda fez uma primeira grande defesa a um remate bastante potente.
Por esta altura chegou o Nelo e aí, coincidência ou não, o jogo mudou. Mesmo antes dele entrar em campo. Jogada bonita do Ruca pelo meio, que liberta para o Gonçalo que, com muita classe, faz o 1-1 num remate seco e colocado.
Pouco depois, praticamente na jogada seguinte, passamos para a frente do marcador. Ruca recebe uma bola no meio-campo, parte para cima dos defesas dos Reforços, liberta para mim, que de primeira desfiro um remate ao ângulo superior direito da baliza do Teixeira, que ainda toca na bola mas não impede que ela só pare no fundo das redes.
O 1-3 vem também logo a seguir. Jogada perigosa dos Reforços muito bem defendida pelo João Vítor que, rápidamente, mete a bola na frente para o Ruca. Este recebe a bola magistralmente de costas, parte isolado em direcção à baliza, faz um primeiro remate que o Teixeira defende, mas na recaraga atira a contar.
Daí até ao final da 1ª parte assistiu-se a uma maior pressão por parte dos Reforços, muito bem combatida pela nossa equipa, que se fechou cá atrás, apenas concedendo remates de longa distância à equipa comandada pelo Hélder.
Na 2ª parte entramos muito bem e, logo a abrir, fazemos o 1-4, numa fantástica jogada do Gonçalo pela direita que consegue aguentar uma carga de um adversário junto à linha e ainda tem o discernimento de colocar a bola mesmo à medida do Ruca, que apenas tem de colocar a bola junto ao poste.
O nosso 5º golo surge por intermédio de uma das jogadas mais bonitas do encontro. Recuperação de uma bola no meio-campo pelo Nelo, que dá imediatamente para o Gonçalo que, junto à meia esquerda dribla um adversário, parte em direcção à baliza, encosta para mim que atiro para a baliza. O Teixeira defende na linha (ou mesmo já dentro), a bola sobra para o Pedro que toca para o Gonçalo, à boca da baliza, fazer o 1-5.
O 6º golo surge através de uma bonita jogada individual por parte do Rui Ferreira que, aos poucos, vai regressando à sua forma de antigamente. Recebe a bola na esquerda, adianta-se uns metros e, de pé direito, atira a bola rasteira para o poste mais distante. A bola foi tão bem colocada que, antes de entrar, ainda bateu no poste. Parabéns ao Rui por este golo e esperemos que entre na senda dos golos!
O 2-6 surge numa confusão na nossa grande área que os Reforços aproveitaram muito bem para reduzir a desvantagem.
Logo a seguir, numa jogada que demonstra bem a excelente forma física do Diguinho e a raça que caracteriza o Gaia United, o nosso nº 27 pressiona o portador da bola dos Reforços logo na sua pequena área, o que faz com que este perca a bola e depois Diguinho só tem que atirar para o fundo da baliza, onde se encontrava um desprevenido Teixeira. E estava assim feito o 2-7 final.
Os Reforços são sem dúvida uma boa equipa, dispõem de jogadores muito bons tecnicamente, como é o caso do Pedro, por exemplo. São também incisivos na disputa de bola e, em dia sim, podem ser uma equipa bastante díficil de bater. Mas ontem era definitivamente um mau dia para os Reforços, que nunca se encontraram em campo.
Contudo, uma palavra de incentivo para esta equipa que, jogando mais vezes, vão certamente formar uma grande equipa, pois são, em minha opinião, a seguir ao InterDesportivo, a equipa com mais recursos técnicos. Se conseguirem aliar a isso uma maior solidez táctica podem tornar-se num caso sério.
Mais uma vez peço aqui desculpa ao jogador Pedro dos Reforços pela minha atitude na 1ª parte após uma disputa de bola mais acesa. Todos temos estes momentos. Eu é muito raro tê-los, mas ontem foi um desses dias. Peço-lhe desculpa, até porque ele é um grande jogador (dos melhores da Mini-Liga) e porque soube reagir muito bem naquela situação. Pedidos de desculpas feitos na hora, mas não queria deixar passar esta oportunidade para o dizer de novo.
Um abraço ao Hélder, Teixeira, Pedro e a todos os outros jogadores dos Reforços. Um abraço também à dupla de arbitragem (J04/AS4H), ambos GR. Esta ideia de haver equipas de arbitragem de duas equipas diferentes tem os seus prós e os seus contras, mas pode ser uma ideia a levar para a frente. Os árbitros estiveram bem, pois pouco se notaram, o que é o melhor que se pode dizer duma equipa de arbitragem. Já agora, Kako, como tens sido sempre tu a vir fazer estes favores, pois a arbitragem estava inicialmente a cargo dos Cabasada (que não foram avisados a tempo), quando precisares de alguém para ir arbitrar em tua vez diz qualquer coisa!
Uma nota final apenas para referir a excelente exibição do nosso reforço de última hora: Gonçalo. Jogou e fez jogar e ainda marcou dois golos. Melhor estreia seria impossível. Combinou muito bem comigo, Ruca e Rui na frente de ataque e é um verdadeiro abre-latas. Este miúdo de 17 anos (e hoje jogamos com dois: Miguel e Gonçalo - que curiosamente e como a maioria de nós mais velhos foram colegas desde miúdos e jogaram juntos no Vilanovense) é irmão do nosso GR João Vítor e há muito que se andava para estrear com a camisola do Gaia United. Como sabem, sou contra reforços contratados a meio da época, mas este caso é diferente, visto que é um rapaz que conhecemos desde criança e que sempre pertenceu à família do Gaia United. Por tudo isto, estamos seriamente a pensar incluí-lo no nosso plantel. A ver vamos!
Para além disso agrada-me ver o entusiasmo do Miguel e do Gonçalo nestes jogos. É sinal que já sentem o espírito do Gaia United. E depois temos de elogiar o facto de se conseguirem bater de igual para igual com adversários que têm praticamente mais 10 anos que eles.
Um abraço a todos!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (2x);
- Gonçalo (2x);
- Rodrigo;
- Rui;
- Diguinho.
Rodrigo de Almada Martins
P.S. - Passamos às meias-finais da Taça da Mini-Liga, onde vamos defrontar a Anitex, equipa que eliminou o Portus nos 1/4 de Final. Por isso, de certeza que é uma grande equipa e são essas as informações que me têm chegado aos ouvidos. Esperemos que seja um grande jogo!
terça-feira, março 27, 2007
Mini-Liga 7ª Jornada: Gaia United 2 - 1 InterDesportivo
O jogo já se realizou!
Antes de mais, quero dizer que quem se deslocou ao Pavilhão do Gaia viu, provavelmente, aquele que foi (pelo menos até agora) o melhor jogo da Mini-Liga desta época. Esta é a minha opinião e as opiniões valem o que valem, até porque não assisti a todos os jogos da Mini-Liga. Assisti ao jogo do Portus - Amigos da 1ª Volta e foi realmente um grande jogo, com muitos golos (era até hoje para mim o melhor jogo). Este não teve tantos golos, mas teve uma intensidade, velocidade, técnica, raça, luta e vontade tais que, é para mim e até agora, o melhor jogo da Mini-Liga 2006/2007.
A 1ª parte foi bastante disputada a meio-campo, com as equipas a encaixarem uma na outra e a haver muita luta a meio-campo. Foi uma grande 1ª parte, mas bastante longe da intensidade e dramatismo que a 2ª iria ter. Dá-me ideia que, analisando a frio, a 1ª parte tem um ligeiro ascendente do Inter. O Inter jogou mais cá atrás, na expectativa e ia tirando a bola aos nosso jogadores mais avançados (Ruca e eu), jogando na antecipação. E depois, claro está, bola a circular para o Vitinha e para o André que juntos formam uma dupla temível. É incrível a aceleração destes jogadores. São, sem sombra de dúvidas, os jogadores mais rápidos da Mini-Liga. Isto sem desmerecer o resto do plantel do Inter, que é composto por excelentes jogadores, mas realmente o Vitinha e o André são jogadores de um nível fantástico. E quem tem jogadores destes opta e bem por jogar em contra-ataque. E foi isso que o Inter fez bem na 1ª parte. Fechou-se muito bem cá atrás e saía rápidamente para o ataque por intermédio das combinações entre estes dois grandes jogadores.
E a verdade é que na 1ª parte, embora também tivéssemos tido as nossas chances (remates que, quase sempre, eram defendidos pelo GR substituto do Carlos - e diga-se que ter um substituto destes não é para qualquer um. Defendeu quase tudo o que havia para defender, não defendendo apenas o impossível. Quem esteve no Pavilhão pode dizer melhor do que eu a exibição dele. Bolas pelo ar agarra na maior das calmas, vai buscar bolas ao ângulo, é fantástico a fazer a mancha. Enfim, um grande GR que, disse-nos o Rodolfo mais tarde, jogou a GR nas camadas jovens do Benfica. Realmente nota-se), era o Inter quem era mais perigoso.
E num dos lances perigosos que teve chegou ao golo. E um golo fruto de um belo entendimento colectivo. Bola metida na diagonal a rasgar a nossa defesa para o Vitinha que de primeira mete a bola para o 2º poste, ficando o Nando com a baliza escancarada à sua frente e, com muita calma, fez o 0-1 para os azuis.
Bola ao centro, reinício do jogo. O Gaia United acusou um pouco este golo e viu-se um pouco remetido para a sua área. Foi um período díficil para nós, ainda para mais, quando faltavam 2m para acabar a 1ª parte, aconteceu o primeiro lance caricato do desafio: um choque entre o nosso Capitão Nelo e o nosso GR João Vítor. Na ânsia de cortar uma bola da nossa área, os nossos dois jogadores embateram violentamente um no outro. Resultado: Nelo fica com um olho completamente inchado por ter embatido na perna do João Vítor, que teve que sair imediatamente do jogo, devido a uma entorse.
Para o lugar do João Vítor entre o lesionado Paulo (que não tinha sido convocado para este jogo precisamente pela lesão que sofreu num jogo de amigos durante o decorrer desta semana), que estava na bancada a apoiar a nossa equipa. Foi só dizer-lhe para ir ao carro buscar o equipamento (que milagrosamente tinha trazido) e aí estava ele pronto para iniciar a 2ª parte, mesmo em nítidas dificuldades físicas. E aqui uma palavra de agradecimento para a equipa do Inter, que nos deu o tempo que precisávamos para que o Paulo fosse ao carro e se fosse equipar.
Nisto perderam-se cerca de 10m (os jogadores ficaram frios), tendo as três equipas em campo chegado a acordo relativamente a que a 2ª parte tivesse 22 minutos. Acordo esse que viria a ter influência no final dramático do jogo, como mais adiante iremos ver.
Mesmo assim, o nosso Capitão Nelo, contra todos os conselhos e com a garra que sempre o caracteriza, decidiu continuar em campo e iniciar a 2ª parte.
Início da 2ª parte e nova contrariedade para o Gaia United: o Nelo, numa disputa de bola a meio-campo, embate violentamente na nuca do Ruca e, de novo, fica estatelado no chão do Gaia United Arena, com um inchaço no sobrolho tal que era obrigado a sair de campo. Grande contrariedade para a nossa equipa, que se via privada de um dos seus dois bastiões defensivos: Nelo. O outro é o Diguinho.
Mas foi neste momento que a nossa equipa se uniu. Foi aqui que senti que podíamos ganhar o jogo. A raça do Gaia United veio ao de cima e aí o jogo mudou. Procedemos a alterações tácticas: Diguinho e Pedro (que agora recuava para o lugar do Nelo) a fazer duo defensivo; Ruca e eu (que tinha entrado para o lugar do lesionado Nelo - que já estava a fazer gelo) na frente.
E a verdade é que o Gaia United cresceu. Atrás estava um GR em dificuldades físicas mas que iria dar tudo por tudo; na defesa estava o Diguinho a comandar as operações e a organizar jogo e o Pedro (que fez um jogo a todos os títulos fantástico, quer a atacar, quer a defender). Com estes dois jogadores cá atrás, o Ruca e eu sabíamos que podíamos atacar, sem nunca esquecermos, claro, as preocupações defensivas.
Nos minutos seguintes, surge o nosso golo do empate, por intermédio de um meio remate-meio passe do Diguinho para o interior da área, tendo o Pedro aberto as pernas na pequena área, enganando por completo o GR do InterDesportivo. Estava feito o empate. Em minha opinião, este foi o nosso golpe de sorte no jogo e não o lance final em que fizemos o 2-1, como é opinião por parte dos jogadores do Inter. Se houve felicidade da nossa parte foi no 1º golo e nunca no 2º.
Depois deste golo começa aqui o grande jogo de futsal. Gaia United em franco crescimento - estávamos mais fortes fisicamente que o Inter - e começamos a cair em cima do Inter, a pressionar alto, a soltar rápido para o ataque. Mas o Inter também não se ficou e de novo o Vitinha e o André a deambularem na frente de ataque a darem muito que fazer ao Diguinho e ao Pedro. Mas estes nossos dois defesas estavam intransponíveis e o Ruca e eu recebíamos bastante jogo no ataque, em boas combinações de tabelas que podiam ter resultado em golo. Mas o Inter ia tendo as suas oportunidades também. Estava um ambiente fantástico no Pavilhão do Gaia. Muita vivacidade, lances fantásticos, magia por parte dos melhores intervenientes, lances de ataque e contra-ataque, parada e resposta, flagrantes oportunidades, excelentes defesas dos GR.
Nesta altura acontece outro episódio caricato do encontro. Lance individual do Vitinha, que finta dois jogadores, é interceptado pelo Diguinho, dois jogadores vêm em corrida por trás, projectam o Vitinha para a frente, que bate com os dentes no joelho do Diguinho e fica imediatamente a sangrar no chão. Mas um lance em que um jogador se magoava e, como é óbvio, o ambiente fervia. E então aí o Inter também cresceu e o jogo ficou animado e mais duro. Vimos os nossos 2 amarelos: Diguinho e eu, por faltas cirúrgicas, em que o André se escapulia por duas vezes para a nossa baliza, sem mais ninguém para ultrapassar a não ser o nosso GR Paulo.
Na jogada seguinte, mais uma vez, o GR do Inter mostra toda a sua classe. O Ruca e eu isolados cara a cara frente ao GR do Inter, Ruca toca para eu encostar para o fundo das redes, mas inacreditavelmente o GR consegue ir buscar a bola antes que ela chegasse aos meus pés. Não me perguntem como fez, pois penso que ninguém no Pavilhão conseguiu perceber como é que ele chegou áquela bola.
O Gaia United estava fortíssimo. Sentíamos que podíamos ganhar o jogo e começamos a arriscar mais (o que nos valeu grandes sustos devido ao sempre presete contra-ataque do Inter - um deles brilhantemente defendido pelo nosso GR Paulo, que faz uma mancha fantástica).
O Diguinho começou também a subir mais e senti que a hora do nosso golo vitorioso havia de chegar. Julgo que, por aquilo que lutamos e corremos e pela forma apaixonada como vivemos este jogo, merecíamos a vitória. Embora saiba reconhecer que os jogadores do Inter também têm motivos para pensar exactamente o contrário, ou seja, a vitória do Inter.
Num momento em que a bola estava nas bancadas, pergunto ao André quanto tempo faltava para o final do encontro. "2 minutos" foi a resposta que recebi - 2 minutos esses que foram os tais que resultaram da 2ª parte com 22 minutos.
Havia que apostar no ataque. Tínhamos de ganhar aquele jogo. Era um prémio para aquilo que lutamos. É então que o Diguinho conduz a bola até ao meio-campo, toca para a linhade fundo onde eu me estou a desmarcar, avanço uns metros (quase já sem forças, devido ao enorme desgaste físico) e cruzo para para a área onde vi uma mancha amarela e negra. E essa mancha amarela e negra era a entrada fulgurante do Diguinho a rematar sem espinhas para o fundo das redes, já na pequena área. Depois o que se seguiu foi indescritível, gritos, berros, festejos esfusiantes, camisolas atiradas ao ar, suplentes a entrar no campo para os festejos, gritos de GOLO, jogadores abraçados no chão a festejar. Quem esteve no pavilhão sabe ao que eu me refiro. Era o Diguinho a bisar (a corooar a nossa 2ª parte a todos os títulos fantástica) e agora tudo o que tínhamos a fazer era fecharmo-nos cá atrás, em 3-1.
Foi o que fizemos e, esses 2m pareceram eternos. E aí entra de novo o nosso Capitão Nelo em campo, com os dois olhos praticamente semicerrados, para substituir o Pedro. Quando finalmente soou o apito da equipa de arbitragem, foi como se nos tivessem tirado uma pedra de cima das nossas cabeças.
Era a vitória da nossa equipa, que tudo tinha feito para conseguir os 3 pontos.
Antes de partir para o resto das despedidas, permitam-me que envie um abraço sentido para toda a nossa equipa: ao Vitó, pelas defesas que fez na 1ª parte e pelas indicações tácticas; ao Diguinho pelos cortes fantásticos e pelos 2 golos; ao Nelo pela raça, garra e querer que muitos poucos no FFA devem ter que fez com que jogasse em campo com dois inchaços na cara; ao Sérgio pelo jogo que fez na 1ª parte e pelo seu apoio aos colegas; ao Nuno Tiago (que esteve de fora) pela força que nos transmitiu; ao Miguel, que embora tenha pecado por exagerado (desculpas ao pessoal do Inter), esteve sempre a puxar por nós; ao Bezerra pelo apoio passado para os que estavam lá dentro; ao Eloi (esteve de fora) pela força que nos deu para dentro de campo; ao Ruca pela sua técnica fantástica e pelo seu jogo fenomenal a pivot, pelas tabelas feitas, pela velocidade imprimida, pelas fintas, por tudo; ao Pedro pela incrível capacidade física e por jogar bem atrás e à frente, pelo bonito gesto técnico no 1º golo, pelos inúmeros cortes, pela raça com que joga; e, por fim mas não menos importante, para o Paulo, GR de última hora (nem sequer estava convocado), pelas enormes defesas, pela raça e querer com que jogou apesar de estar praticamente manco, pelos lançamentos para a frente de ataque, pelo amor ao clube, no fundo. E aos outros, que hoje não puderam comparecer (Rui e Nuno).
Um abraço também para o muito público que se deslocou ao Gaia United Arena para assitir a este grande jogo de futsal: para o pessoal dos Palankas (equipa que queria estrear-se contra nós, mas que não vai ser possível), que me pareceu malta bastante poreira; para os familiares e amigos do plantel do Inter, que compareceram em massa; para o Nélson (nosso colega do Secundário no Colégio de Gaia que já não víamos há muito e que foi lá torcer por nós); para o João do Portus (que, confesso não vi no pavilhão, mas disseram-me que esteve nas bancadas a assistir ao encontro, certamente a torcer pelo Gaia United :p), entre muitos outros que agora não me recorda.
Um abraço também para toda a malta do Inter, sem excepção. São uma equipa a todos os níveis fantástica, tecnicamente são incríveis, obrigado por este magnífico jogo, pela conversa no final do jogo, obrigado por este belo espectáculo de futsal, infelizmente com muitas lesões pelo meio, mas contra isso não há nada a fazer. Para eles as maiores felicidades, excepto no jogo InterDesportivo - Gaia United da 2ª Volta.
Um abraço, como não podia deixar de ser, para a equipa de arbitragem, composta pelo André, Sérginho e por outro jogador da Juventude (que agora não me recorda o nome). Fizeram a melhor arbitragem possível dentro daquilo que foi este jogo: quente, vivo, emotivo. Foi um jogo díficil de arbitrar, concerteza, mas o André e o Sérginho mostraram estar á altura das exigências. Um muito obrigado a eles pelo belo trabalho. Claro que tiveram erros. Se nos jogos mais calmos há erros, quanto mais nestes! Mas no geral penso que a arbitragem tem uma nota bastante alta.
Nota final apenas para dizer que houve 5 jogos que me marcaram desde que entrei para o FFA: o nosso baptismo frente ao Arsenal Oliveirense; o 2º jogo frente aos Cabasada; o jogo frente aos Tigres no Colégio de Gaia na recta final da Longa Vida; o jogo Portus - Gaia United da 1ª Volta da Mini-Liga; e o jogo de hoje. Mas sem dúvida que o jogo de hoje está, para mim, num patamar mais acima. Obrigado ao Inter por este jogaço e as melhoras para o Vitinha!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Diguinho (2x).
Rodrigo de Almada Martins
Antes de mais, quero dizer que quem se deslocou ao Pavilhão do Gaia viu, provavelmente, aquele que foi (pelo menos até agora) o melhor jogo da Mini-Liga desta época. Esta é a minha opinião e as opiniões valem o que valem, até porque não assisti a todos os jogos da Mini-Liga. Assisti ao jogo do Portus - Amigos da 1ª Volta e foi realmente um grande jogo, com muitos golos (era até hoje para mim o melhor jogo). Este não teve tantos golos, mas teve uma intensidade, velocidade, técnica, raça, luta e vontade tais que, é para mim e até agora, o melhor jogo da Mini-Liga 2006/2007.
A 1ª parte foi bastante disputada a meio-campo, com as equipas a encaixarem uma na outra e a haver muita luta a meio-campo. Foi uma grande 1ª parte, mas bastante longe da intensidade e dramatismo que a 2ª iria ter. Dá-me ideia que, analisando a frio, a 1ª parte tem um ligeiro ascendente do Inter. O Inter jogou mais cá atrás, na expectativa e ia tirando a bola aos nosso jogadores mais avançados (Ruca e eu), jogando na antecipação. E depois, claro está, bola a circular para o Vitinha e para o André que juntos formam uma dupla temível. É incrível a aceleração destes jogadores. São, sem sombra de dúvidas, os jogadores mais rápidos da Mini-Liga. Isto sem desmerecer o resto do plantel do Inter, que é composto por excelentes jogadores, mas realmente o Vitinha e o André são jogadores de um nível fantástico. E quem tem jogadores destes opta e bem por jogar em contra-ataque. E foi isso que o Inter fez bem na 1ª parte. Fechou-se muito bem cá atrás e saía rápidamente para o ataque por intermédio das combinações entre estes dois grandes jogadores.
E a verdade é que na 1ª parte, embora também tivéssemos tido as nossas chances (remates que, quase sempre, eram defendidos pelo GR substituto do Carlos - e diga-se que ter um substituto destes não é para qualquer um. Defendeu quase tudo o que havia para defender, não defendendo apenas o impossível. Quem esteve no Pavilhão pode dizer melhor do que eu a exibição dele. Bolas pelo ar agarra na maior das calmas, vai buscar bolas ao ângulo, é fantástico a fazer a mancha. Enfim, um grande GR que, disse-nos o Rodolfo mais tarde, jogou a GR nas camadas jovens do Benfica. Realmente nota-se), era o Inter quem era mais perigoso.
E num dos lances perigosos que teve chegou ao golo. E um golo fruto de um belo entendimento colectivo. Bola metida na diagonal a rasgar a nossa defesa para o Vitinha que de primeira mete a bola para o 2º poste, ficando o Nando com a baliza escancarada à sua frente e, com muita calma, fez o 0-1 para os azuis.
Bola ao centro, reinício do jogo. O Gaia United acusou um pouco este golo e viu-se um pouco remetido para a sua área. Foi um período díficil para nós, ainda para mais, quando faltavam 2m para acabar a 1ª parte, aconteceu o primeiro lance caricato do desafio: um choque entre o nosso Capitão Nelo e o nosso GR João Vítor. Na ânsia de cortar uma bola da nossa área, os nossos dois jogadores embateram violentamente um no outro. Resultado: Nelo fica com um olho completamente inchado por ter embatido na perna do João Vítor, que teve que sair imediatamente do jogo, devido a uma entorse.
Para o lugar do João Vítor entre o lesionado Paulo (que não tinha sido convocado para este jogo precisamente pela lesão que sofreu num jogo de amigos durante o decorrer desta semana), que estava na bancada a apoiar a nossa equipa. Foi só dizer-lhe para ir ao carro buscar o equipamento (que milagrosamente tinha trazido) e aí estava ele pronto para iniciar a 2ª parte, mesmo em nítidas dificuldades físicas. E aqui uma palavra de agradecimento para a equipa do Inter, que nos deu o tempo que precisávamos para que o Paulo fosse ao carro e se fosse equipar.
Nisto perderam-se cerca de 10m (os jogadores ficaram frios), tendo as três equipas em campo chegado a acordo relativamente a que a 2ª parte tivesse 22 minutos. Acordo esse que viria a ter influência no final dramático do jogo, como mais adiante iremos ver.
Mesmo assim, o nosso Capitão Nelo, contra todos os conselhos e com a garra que sempre o caracteriza, decidiu continuar em campo e iniciar a 2ª parte.
Início da 2ª parte e nova contrariedade para o Gaia United: o Nelo, numa disputa de bola a meio-campo, embate violentamente na nuca do Ruca e, de novo, fica estatelado no chão do Gaia United Arena, com um inchaço no sobrolho tal que era obrigado a sair de campo. Grande contrariedade para a nossa equipa, que se via privada de um dos seus dois bastiões defensivos: Nelo. O outro é o Diguinho.
Mas foi neste momento que a nossa equipa se uniu. Foi aqui que senti que podíamos ganhar o jogo. A raça do Gaia United veio ao de cima e aí o jogo mudou. Procedemos a alterações tácticas: Diguinho e Pedro (que agora recuava para o lugar do Nelo) a fazer duo defensivo; Ruca e eu (que tinha entrado para o lugar do lesionado Nelo - que já estava a fazer gelo) na frente.
E a verdade é que o Gaia United cresceu. Atrás estava um GR em dificuldades físicas mas que iria dar tudo por tudo; na defesa estava o Diguinho a comandar as operações e a organizar jogo e o Pedro (que fez um jogo a todos os títulos fantástico, quer a atacar, quer a defender). Com estes dois jogadores cá atrás, o Ruca e eu sabíamos que podíamos atacar, sem nunca esquecermos, claro, as preocupações defensivas.
Nos minutos seguintes, surge o nosso golo do empate, por intermédio de um meio remate-meio passe do Diguinho para o interior da área, tendo o Pedro aberto as pernas na pequena área, enganando por completo o GR do InterDesportivo. Estava feito o empate. Em minha opinião, este foi o nosso golpe de sorte no jogo e não o lance final em que fizemos o 2-1, como é opinião por parte dos jogadores do Inter. Se houve felicidade da nossa parte foi no 1º golo e nunca no 2º.
Depois deste golo começa aqui o grande jogo de futsal. Gaia United em franco crescimento - estávamos mais fortes fisicamente que o Inter - e começamos a cair em cima do Inter, a pressionar alto, a soltar rápido para o ataque. Mas o Inter também não se ficou e de novo o Vitinha e o André a deambularem na frente de ataque a darem muito que fazer ao Diguinho e ao Pedro. Mas estes nossos dois defesas estavam intransponíveis e o Ruca e eu recebíamos bastante jogo no ataque, em boas combinações de tabelas que podiam ter resultado em golo. Mas o Inter ia tendo as suas oportunidades também. Estava um ambiente fantástico no Pavilhão do Gaia. Muita vivacidade, lances fantásticos, magia por parte dos melhores intervenientes, lances de ataque e contra-ataque, parada e resposta, flagrantes oportunidades, excelentes defesas dos GR.
Nesta altura acontece outro episódio caricato do encontro. Lance individual do Vitinha, que finta dois jogadores, é interceptado pelo Diguinho, dois jogadores vêm em corrida por trás, projectam o Vitinha para a frente, que bate com os dentes no joelho do Diguinho e fica imediatamente a sangrar no chão. Mas um lance em que um jogador se magoava e, como é óbvio, o ambiente fervia. E então aí o Inter também cresceu e o jogo ficou animado e mais duro. Vimos os nossos 2 amarelos: Diguinho e eu, por faltas cirúrgicas, em que o André se escapulia por duas vezes para a nossa baliza, sem mais ninguém para ultrapassar a não ser o nosso GR Paulo.
Na jogada seguinte, mais uma vez, o GR do Inter mostra toda a sua classe. O Ruca e eu isolados cara a cara frente ao GR do Inter, Ruca toca para eu encostar para o fundo das redes, mas inacreditavelmente o GR consegue ir buscar a bola antes que ela chegasse aos meus pés. Não me perguntem como fez, pois penso que ninguém no Pavilhão conseguiu perceber como é que ele chegou áquela bola.
O Gaia United estava fortíssimo. Sentíamos que podíamos ganhar o jogo e começamos a arriscar mais (o que nos valeu grandes sustos devido ao sempre presete contra-ataque do Inter - um deles brilhantemente defendido pelo nosso GR Paulo, que faz uma mancha fantástica).
O Diguinho começou também a subir mais e senti que a hora do nosso golo vitorioso havia de chegar. Julgo que, por aquilo que lutamos e corremos e pela forma apaixonada como vivemos este jogo, merecíamos a vitória. Embora saiba reconhecer que os jogadores do Inter também têm motivos para pensar exactamente o contrário, ou seja, a vitória do Inter.
Num momento em que a bola estava nas bancadas, pergunto ao André quanto tempo faltava para o final do encontro. "2 minutos" foi a resposta que recebi - 2 minutos esses que foram os tais que resultaram da 2ª parte com 22 minutos.
Havia que apostar no ataque. Tínhamos de ganhar aquele jogo. Era um prémio para aquilo que lutamos. É então que o Diguinho conduz a bola até ao meio-campo, toca para a linhade fundo onde eu me estou a desmarcar, avanço uns metros (quase já sem forças, devido ao enorme desgaste físico) e cruzo para para a área onde vi uma mancha amarela e negra. E essa mancha amarela e negra era a entrada fulgurante do Diguinho a rematar sem espinhas para o fundo das redes, já na pequena área. Depois o que se seguiu foi indescritível, gritos, berros, festejos esfusiantes, camisolas atiradas ao ar, suplentes a entrar no campo para os festejos, gritos de GOLO, jogadores abraçados no chão a festejar. Quem esteve no pavilhão sabe ao que eu me refiro. Era o Diguinho a bisar (a corooar a nossa 2ª parte a todos os títulos fantástica) e agora tudo o que tínhamos a fazer era fecharmo-nos cá atrás, em 3-1.
Foi o que fizemos e, esses 2m pareceram eternos. E aí entra de novo o nosso Capitão Nelo em campo, com os dois olhos praticamente semicerrados, para substituir o Pedro. Quando finalmente soou o apito da equipa de arbitragem, foi como se nos tivessem tirado uma pedra de cima das nossas cabeças.
Era a vitória da nossa equipa, que tudo tinha feito para conseguir os 3 pontos.
Antes de partir para o resto das despedidas, permitam-me que envie um abraço sentido para toda a nossa equipa: ao Vitó, pelas defesas que fez na 1ª parte e pelas indicações tácticas; ao Diguinho pelos cortes fantásticos e pelos 2 golos; ao Nelo pela raça, garra e querer que muitos poucos no FFA devem ter que fez com que jogasse em campo com dois inchaços na cara; ao Sérgio pelo jogo que fez na 1ª parte e pelo seu apoio aos colegas; ao Nuno Tiago (que esteve de fora) pela força que nos transmitiu; ao Miguel, que embora tenha pecado por exagerado (desculpas ao pessoal do Inter), esteve sempre a puxar por nós; ao Bezerra pelo apoio passado para os que estavam lá dentro; ao Eloi (esteve de fora) pela força que nos deu para dentro de campo; ao Ruca pela sua técnica fantástica e pelo seu jogo fenomenal a pivot, pelas tabelas feitas, pela velocidade imprimida, pelas fintas, por tudo; ao Pedro pela incrível capacidade física e por jogar bem atrás e à frente, pelo bonito gesto técnico no 1º golo, pelos inúmeros cortes, pela raça com que joga; e, por fim mas não menos importante, para o Paulo, GR de última hora (nem sequer estava convocado), pelas enormes defesas, pela raça e querer com que jogou apesar de estar praticamente manco, pelos lançamentos para a frente de ataque, pelo amor ao clube, no fundo. E aos outros, que hoje não puderam comparecer (Rui e Nuno).
Um abraço também para o muito público que se deslocou ao Gaia United Arena para assitir a este grande jogo de futsal: para o pessoal dos Palankas (equipa que queria estrear-se contra nós, mas que não vai ser possível), que me pareceu malta bastante poreira; para os familiares e amigos do plantel do Inter, que compareceram em massa; para o Nélson (nosso colega do Secundário no Colégio de Gaia que já não víamos há muito e que foi lá torcer por nós); para o João do Portus (que, confesso não vi no pavilhão, mas disseram-me que esteve nas bancadas a assistir ao encontro, certamente a torcer pelo Gaia United :p), entre muitos outros que agora não me recorda.
Um abraço também para toda a malta do Inter, sem excepção. São uma equipa a todos os níveis fantástica, tecnicamente são incríveis, obrigado por este magnífico jogo, pela conversa no final do jogo, obrigado por este belo espectáculo de futsal, infelizmente com muitas lesões pelo meio, mas contra isso não há nada a fazer. Para eles as maiores felicidades, excepto no jogo InterDesportivo - Gaia United da 2ª Volta.
Um abraço, como não podia deixar de ser, para a equipa de arbitragem, composta pelo André, Sérginho e por outro jogador da Juventude (que agora não me recorda o nome). Fizeram a melhor arbitragem possível dentro daquilo que foi este jogo: quente, vivo, emotivo. Foi um jogo díficil de arbitrar, concerteza, mas o André e o Sérginho mostraram estar á altura das exigências. Um muito obrigado a eles pelo belo trabalho. Claro que tiveram erros. Se nos jogos mais calmos há erros, quanto mais nestes! Mas no geral penso que a arbitragem tem uma nota bastante alta.
Nota final apenas para dizer que houve 5 jogos que me marcaram desde que entrei para o FFA: o nosso baptismo frente ao Arsenal Oliveirense; o 2º jogo frente aos Cabasada; o jogo frente aos Tigres no Colégio de Gaia na recta final da Longa Vida; o jogo Portus - Gaia United da 1ª Volta da Mini-Liga; e o jogo de hoje. Mas sem dúvida que o jogo de hoje está, para mim, num patamar mais acima. Obrigado ao Inter por este jogaço e as melhoras para o Vitinha!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Diguinho (2x).
Rodrigo de Almada Martins
sábado, março 24, 2007
Apresentação dos avatares do Gaia United
Aqui estão os avatares do Gaia United, realizados pelo Pika, o nosso designer. Uma mistura de diferentes temas: Gaia United, FFA, o nosso lema e o lema do FFA. Para além disso, cada jogador passou a dispôr, também, de um avatar próprio. Penso que foi um trabalho muito bem realizado pelo Pika, que está de parabéns. A ele o nosso obrigado!
sexta-feira, março 23, 2007
Mini-Liga 12ª Jornada: Juventude Unida 0 - 2 Gaia United
O jogo já se realizou.
O Gaia United foi vencer ao reduto da Juventude Unida por 0-2, num jogo bastante díficil para nós e em que o resultado foi melhor que a exibição.
Foi um resultado importante, dado o ciclo díficil que agora iniciamos (agora 2ª contra o InterDesportivo e 4ª contra os Reforços, para a Taça).
Primeiro que tudo há que dizer uma coisa: não percebo sinceramente como é que a Juventude Unida ainda não pontuou nesta Mini-Liga. Ou melhor, se calhar até percebo. Se a Juventude Unida dispusesse sempre destes jogadores todos de certeza que estava melhor classificada.
Estiveram em campo, especificamente, três jogadores da Juventude que não têm jogado esta Mini-Liga: aquele jogador muito alto (que, segundo me disse o André está a trabalhar em Lisboa e raramente pode jogar); e os dois jogadores morenos que jogaram na frente. Com estes três jogadores, a Juventude Unida ganha muito maior força física e uma técnica bastante apreciável na frente. (Desculpem não saber o nome de nenhum deles).
E isso no início causou-nos muitos problemas, tendo acabado a 1ª parte com 0-0.
Esta 1ª parte não foi muito bem disputada, havendo muitas faltas e muitas vezes o jogo interrompido.
Mas estava um jogo vivo, animado, um bom espectáculo, no fundo. E se é verdade que tivemos as melhores oportunidades, também não podemos esquecer o facto da Juventude nunca ter abdicado do contra-ataque.
Na 1ª parte, confesso, fomos surpreendidos pela Juventude Unida que, muito fortes e aguerridos cá atrás (defendiam todos muito cá atrás, os 4 jogadores bem "entrincheirados" no seu meio campo - estacionaram, como se diz na gíria, o autocarro à frente da baliza) saíam bem para o contra-ataque, em boas combinações, sendo que numa delas estiveram muito perto de fazer o golo.
A nossa equipa ia encostando a Juventude lá atrás, com sucessivos cantos, lançamentos, remates contra a floresta de pernas da Juventude, boas defesas do GR, etc. De referir também que a Juventude Unida também teve alguns remates perigosos, todos eles de livre directo.
Na 2ª parte acalmamos o nosso jogo e começamos a fazer melhor circulação de bola.
E o 0-1 apareceu logo, numa bola metida para a zona central para o Ruca, que deixa para trás um adversário e remata rasteiro, ainda algo distante da baliza, fazendo o 0-1. Foi um golo muito importante para a nossa equipa, pois isso obrigou a Juventude Unida a libertar-se mais e a colocar mais homens na frente.
Foi o nosso melhor momento do jogo, em que aproveitamos o espaço fornecido cá atrás pelos homens de azul, só que, por falta de sorte ou por azelhice, fomos coleccionando falhanços atrás de falhanços. Umas vezes a bola ia fora, outras por cima, uma vez foi ao poste e outras o GR da Juventude defendia.
E depois a Juventude Unida, claro, ia tentando o empate, tendo disposto de uma grande ocasião para isso, tendo o João Vítor impedido de um modo fantástico que essa bola entrasse.
Tínhamos o jogo controlado, mas a Juventude ia assustando. Mas, conforme me disse o Sá Pinto no final do jogo, estamos fortíssimos a defender (e a prova disso mesmo são os 10 golos sofridos em 10 jogos na Mini-Liga, o que é de enaltecer da nossa parte). Claro que essa segurança defensiva paga-se caro na frente do ataque, onde deixamos os jogadores mais adiantados algo desapoiados.
Mas a verdade é que esse jogo mais defensivo deu os seus frutos, mais uma vez, já perto do final do jogo, naquela que foi, quanto a mim, a melhor jogada do desafio. Entendimento perfeito entre Nelo, Ruca e Pedro, que ao 2º poste encosta para o 0-2.
A partir daí, fechamo-nos cá atrás e, pouco depois, o Kako dava por teminado o encontro.
Bom jogo de futsal entre as duas equipas, com enorme vivacidade e emotividade. Nem sempre bem jogado, mas disputado com enorme vontade por parte de todos os intervenientes.
Tenho de reconhecer que a Juventude Unida nos surpreendeu. Jogaram muito bem cá atrás, com 4 jogadores bem à frente da baliza (como muitas vezes nós fazemos) e saíram rápido para o ataque (nomeadamente pelo Sérginho, sempre muito rápido).
Tivemos que suar muito para levar de vencida esta equipa que, se actuasse sempre com estes jogadores e com esta vontade, de certeza que não estava no último lugar da Mini-Liga.
A arbitragem do Kako e do Ferrão não foi fácil, reconheço. Houve lances em que ambas as equipas reclamaram falta (nomeadamente faltas a meio-campo) e ainda há 2 penalties (uma para cada lado) que as equipas ficaram a reclamar. De referir o sacrifício do Kako para apitar este jogo, pois estava constipado. Um muito obrigado a ele e ao Ferrão, naquele que foi um jogo díficil para eles.
Um abraço ao plantel da Juventude, em especial André, Sá Pinto e Sérginho. Um abraço atmbém à equipa de arbitragem.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca;
- Pedro Almeida.
Rodrigo de Almada Martins
O Gaia United foi vencer ao reduto da Juventude Unida por 0-2, num jogo bastante díficil para nós e em que o resultado foi melhor que a exibição.
Foi um resultado importante, dado o ciclo díficil que agora iniciamos (agora 2ª contra o InterDesportivo e 4ª contra os Reforços, para a Taça).
Primeiro que tudo há que dizer uma coisa: não percebo sinceramente como é que a Juventude Unida ainda não pontuou nesta Mini-Liga. Ou melhor, se calhar até percebo. Se a Juventude Unida dispusesse sempre destes jogadores todos de certeza que estava melhor classificada.
Estiveram em campo, especificamente, três jogadores da Juventude que não têm jogado esta Mini-Liga: aquele jogador muito alto (que, segundo me disse o André está a trabalhar em Lisboa e raramente pode jogar); e os dois jogadores morenos que jogaram na frente. Com estes três jogadores, a Juventude Unida ganha muito maior força física e uma técnica bastante apreciável na frente. (Desculpem não saber o nome de nenhum deles).
E isso no início causou-nos muitos problemas, tendo acabado a 1ª parte com 0-0.
Esta 1ª parte não foi muito bem disputada, havendo muitas faltas e muitas vezes o jogo interrompido.
Mas estava um jogo vivo, animado, um bom espectáculo, no fundo. E se é verdade que tivemos as melhores oportunidades, também não podemos esquecer o facto da Juventude nunca ter abdicado do contra-ataque.
Na 1ª parte, confesso, fomos surpreendidos pela Juventude Unida que, muito fortes e aguerridos cá atrás (defendiam todos muito cá atrás, os 4 jogadores bem "entrincheirados" no seu meio campo - estacionaram, como se diz na gíria, o autocarro à frente da baliza) saíam bem para o contra-ataque, em boas combinações, sendo que numa delas estiveram muito perto de fazer o golo.
A nossa equipa ia encostando a Juventude lá atrás, com sucessivos cantos, lançamentos, remates contra a floresta de pernas da Juventude, boas defesas do GR, etc. De referir também que a Juventude Unida também teve alguns remates perigosos, todos eles de livre directo.
Na 2ª parte acalmamos o nosso jogo e começamos a fazer melhor circulação de bola.
E o 0-1 apareceu logo, numa bola metida para a zona central para o Ruca, que deixa para trás um adversário e remata rasteiro, ainda algo distante da baliza, fazendo o 0-1. Foi um golo muito importante para a nossa equipa, pois isso obrigou a Juventude Unida a libertar-se mais e a colocar mais homens na frente.
Foi o nosso melhor momento do jogo, em que aproveitamos o espaço fornecido cá atrás pelos homens de azul, só que, por falta de sorte ou por azelhice, fomos coleccionando falhanços atrás de falhanços. Umas vezes a bola ia fora, outras por cima, uma vez foi ao poste e outras o GR da Juventude defendia.
E depois a Juventude Unida, claro, ia tentando o empate, tendo disposto de uma grande ocasião para isso, tendo o João Vítor impedido de um modo fantástico que essa bola entrasse.
Tínhamos o jogo controlado, mas a Juventude ia assustando. Mas, conforme me disse o Sá Pinto no final do jogo, estamos fortíssimos a defender (e a prova disso mesmo são os 10 golos sofridos em 10 jogos na Mini-Liga, o que é de enaltecer da nossa parte). Claro que essa segurança defensiva paga-se caro na frente do ataque, onde deixamos os jogadores mais adiantados algo desapoiados.
Mas a verdade é que esse jogo mais defensivo deu os seus frutos, mais uma vez, já perto do final do jogo, naquela que foi, quanto a mim, a melhor jogada do desafio. Entendimento perfeito entre Nelo, Ruca e Pedro, que ao 2º poste encosta para o 0-2.
A partir daí, fechamo-nos cá atrás e, pouco depois, o Kako dava por teminado o encontro.
Bom jogo de futsal entre as duas equipas, com enorme vivacidade e emotividade. Nem sempre bem jogado, mas disputado com enorme vontade por parte de todos os intervenientes.
Tenho de reconhecer que a Juventude Unida nos surpreendeu. Jogaram muito bem cá atrás, com 4 jogadores bem à frente da baliza (como muitas vezes nós fazemos) e saíram rápido para o ataque (nomeadamente pelo Sérginho, sempre muito rápido).
Tivemos que suar muito para levar de vencida esta equipa que, se actuasse sempre com estes jogadores e com esta vontade, de certeza que não estava no último lugar da Mini-Liga.
A arbitragem do Kako e do Ferrão não foi fácil, reconheço. Houve lances em que ambas as equipas reclamaram falta (nomeadamente faltas a meio-campo) e ainda há 2 penalties (uma para cada lado) que as equipas ficaram a reclamar. De referir o sacrifício do Kako para apitar este jogo, pois estava constipado. Um muito obrigado a ele e ao Ferrão, naquele que foi um jogo díficil para eles.
Um abraço ao plantel da Juventude, em especial André, Sá Pinto e Sérginho. Um abraço atmbém à equipa de arbitragem.
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca;
- Pedro Almeida.
Rodrigo de Almada Martins
terça-feira, março 06, 2007
Mini-Liga 11ª Jornada: Gaia United 10 - 2 Cabasada
O jogo já se realizou.
Foi uma grande vitória do Gaia United que se assistiu hoje no Pavilhão do Gaia FC, frente à sempre díficil equipa dos Cabasada. Por isso, entramos muito concentrados e atentos às marcações, procurando sair rápido para o ataque.
Cedo tomamos conta do jogo e partimos para cima dos Cabasada, tentando impôr o nosso ritmo de jogo e a nossa circulação de bola que hoje saiu muito bem. Para dizer a verdade, hoje tudo nos correu bem: os remates, os passes, as fintas, os cortes, etc.
Também convém dizer que tudo fizemos para tornar as coisas mais fáceis, pois sabíamos de antemão que a equipa dos Cabasada é composta por jogadores muito rápidos no contra-ataque (nomeadamente o Pinto, que combina muito bem com o Esguelha). E por isso, tivemos uma atitude irrepreensível ao longo dos 40 minutos de jogo, sempre atentos às marcações e às desmarcações dos homens alvi-negros. Procuramos sempr eum jogo rasteiro directo para o nosso homem mais avançado, o Ruca, que hoje (enquanto teve pernas - está ainda a recuperar de uma lesão) esteve imparável nas suas arrancadas, deixando para trás várias vezes os homens mais recuados dos Cabasada.
No final da 1ª parte tínhamos já o jogo decidido, pois o placard mostrava 5-0 a nosso favor. Os golos surgiram naturalmente face ao nosso domínio. De notar que na 1ª parte, o Ruca surgiu muitas vezes sozinho no um-para-um e, apesar de ter um pé ligado, consegiui conduzir 4 ou 5 jogadas de ataque de grande nível, tendo uma delas resultado num grande golo, num remate à entrada da área.
O 2º golo, também por intermédio do Ruca, surge de uma bola parada (ganha devido a falta sobre Diguinho numa jogada perigosa de contra-ataque) superiormente batida do lado direito, tendo a bola entrado ao canto superior esquerdo da baliza dos Cabasada. Um livre sem espinhas, como se diz na gíria futebolística.
O 3º golo é da minha autoria. Recebo uma bola no lado esquerdo do ataque, conduzo-a para a frente e remato cruzado, tendo a bola batido no poste e entrado.
O 4º golo é, quanto a mim, um dos melhores da noite. Diguinho recebe a bola na zona frontal (como tanto gosta de receber), simula que remata, pica a bola para a área dos Cabasada, onde aparece o nosso oportuno Bezerra a cabecear sem hipóteses para o fundo das redes dos alvi-negros. Estava feito o 4-0 e este golo moralizou-nos muito. Estávamos a jogar muito bem, com boas trocas de bola, com vontade e raça de ganhar o jogo. E, ainda por cima, os remates estavam a sair bem.
O 5º golo surge numa jogada algo confusa de contra-ataque, dois jogadores dos Cabasada embrulham-se com a bola e, face à pressão do Bezerra (grande exibição do Bezerra hoje, com um golo, participação directa noutro e uma assistência), acaba por ser auto-golo.
Era o 5-0 e soubemos que o jogo estava praticamente decidido, tendo nós apenas que fazer uma gestão inteligente da posse da bola e do tempo de jogo.
Entramos para a 2ª parte bastante confiantes ans nossas capacidades e voltamos a ir para cima (salvo seja!) dos Cabasada.
Logo a abrir surge o 6-0 na jogada mais bonita do encontro quanto a mim. Boa combinação entre o Nelo e Ruca, que deixa bola de costas para o Nelo, que de primeira encosta ao segundo poste para o Pedro, que apenas tem de empurrar para o fundo das redes (de notar que é o 3º golo do Pedro na Mini-Liga).
Este golo pensou que deitou ainda mais abaixo a equipa dos Cabasada. Porém, também nós nos fomos um pouco abaixo e, fruto dessa desconcentração, nasceram dois golos dos Cabasada, o do Esguelha num remate bastante potente ainda fora da área; o segundo numa boa combinação entre o Esguelha e o Pinto (julgo eu), que resulta no 2º golo dos Cabasada.
Decidimos fazer então algumas trocas no ataque e o nosso jogador de campo Paulo foi para a baliza por troca com o João Vítor, de modo a dar-lhes alguns minutos nas pernas como jogador de campo.
Estas trocas surtiram efeito e o Nelo acaba de vez com as dúvidas em torno do vencedor do jogo, ao executar um remate de ressaca de raiva, que não deu qualquer hipótese ao GR dos alvi-negros. estava feito o 7-2.
O 8-2 surge numa bonita jogada de contra-ataque da nossa parte. Canto para os Cabasada, Diguinho intercepta a bola em esforço, deixa para mim, conduzo a bola até à entrada da área adversária, toco para a direita onde aparece o Bezerra, que volta a tocar para o meio para mim, que frente ao GR apenas tenho que desviar para a baliza.
O 9-2 surge numa arranca fantástica do Ruca no lado esquerdo do nosso ataque. Finta de corpo, foge para a ala e ainda de muito longe arranca um remate seco, muito forte que entra entre o poste e o GR, muito semelhante a um que já tinha marcado na 1ª volta em Alfena aos Cabasada. Consumava-se, assim, mais um "hat-trick" do Ruca, o que o faz liderar a lista dos melhores marcadores com 13 golos, seguido do Esguelha com 9 tentos concretizados.
O 10-2 aparece numa jogada inicialmente bastante bonita por parte do Ruca, que recebe a bola no meio-campo, roda sobre si mesmo, parte para a baliza, pica a bola por cima de um jogador adversário, depois toca de cabeça para a baliza.. depois sinceramente não me apercebi do que se passou, surgem dois jogadores dos Cabasada no chão e um jogador nosso também estendido, facto que o João Vítor (que tinha deixado a baliza para o Paulo na 2ª parte) aproveitou para fazer o 10-2 final.
Essa jogada, infelizmente, terminou com uma lesão no pulso do Pinto, que caiu mal ao apoiar a mão. Desde já lhe envio as melhoras.
Resumindo: foi um jogo em que tudo nos calhou bem. Contudo, não acho que tenha sido apenas sorte. Lutamos por isso, estivemos muito concentrados e corremos imenso durante os 40 minutos e merecemos inteiramente esta vitória. Claro que há dias em que tudo corre bem e este foi um deles. É também de notar que estamos numa forma física bastante boa; ao contrário dos Cabasada que estão muito em baixo. Conforme disse ao Esguelha no final do jogo nem nós somos assim tão bons, nem os Cabasada são assim tão maus. Este resultado não reflecte o valor das duas equipas. Reflecte, sim, aquilo que se passou nestes 40 minutos de futsal. Os Cabasada não estão num bom momento de forma, isso é fácil de ver. Estes não são os Cabasada com raça, solidários, fortes no um para um, incisivos a sair para o contra-ataque que eu conheço e que já nos golearam (há cerca de um ano) por 12-2.. São fases que todas as equipas atravessam e, desde já, envio uma palavra de força a todo o plantel dos Cabasada.
Também é de salientar que nós éramos 8 jogadores, enquanto que os Cabasada eram apenas 6, o que para quem anda nestas lides do futsal amador, sabe bem que faz toda a diferença.
Tenho ainda de dar os meus parabéns à equipa dos Cabasada por se apresentar com apenas 6 elementos, de forma a cumprir o calendário desta Mini-Liga, que já vai com bastantes jogos adiados. Esta atitude é de aplaudir.
Uma última nota de agradecimento para o público presente hoje no Pavilhão do Gaia. É sempre bom ter público a assistir a estes jogos da Mini-Liga. Um abraço ao pessoal dos RD Congo, J04, Pedro Ribeiro e Joana, Pedro Nuno dos Amigos, etc (desculpem se me estou a esquecer de alguém). Abraço também para os nossos colegas de equipas e apoiantes que foram até ao Pavilhão para nos dar uma força! Esta vitória é de toda a equipa!!!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (3x);
- Rodrigo (2x);
- Bezerra;
- auto-golo;
- Pedro;
- Nelo;
- João Vítor.
Rodrigo de Almada Martins
Foi uma grande vitória do Gaia United que se assistiu hoje no Pavilhão do Gaia FC, frente à sempre díficil equipa dos Cabasada. Por isso, entramos muito concentrados e atentos às marcações, procurando sair rápido para o ataque.
Cedo tomamos conta do jogo e partimos para cima dos Cabasada, tentando impôr o nosso ritmo de jogo e a nossa circulação de bola que hoje saiu muito bem. Para dizer a verdade, hoje tudo nos correu bem: os remates, os passes, as fintas, os cortes, etc.
Também convém dizer que tudo fizemos para tornar as coisas mais fáceis, pois sabíamos de antemão que a equipa dos Cabasada é composta por jogadores muito rápidos no contra-ataque (nomeadamente o Pinto, que combina muito bem com o Esguelha). E por isso, tivemos uma atitude irrepreensível ao longo dos 40 minutos de jogo, sempre atentos às marcações e às desmarcações dos homens alvi-negros. Procuramos sempr eum jogo rasteiro directo para o nosso homem mais avançado, o Ruca, que hoje (enquanto teve pernas - está ainda a recuperar de uma lesão) esteve imparável nas suas arrancadas, deixando para trás várias vezes os homens mais recuados dos Cabasada.
No final da 1ª parte tínhamos já o jogo decidido, pois o placard mostrava 5-0 a nosso favor. Os golos surgiram naturalmente face ao nosso domínio. De notar que na 1ª parte, o Ruca surgiu muitas vezes sozinho no um-para-um e, apesar de ter um pé ligado, consegiui conduzir 4 ou 5 jogadas de ataque de grande nível, tendo uma delas resultado num grande golo, num remate à entrada da área.
O 2º golo, também por intermédio do Ruca, surge de uma bola parada (ganha devido a falta sobre Diguinho numa jogada perigosa de contra-ataque) superiormente batida do lado direito, tendo a bola entrado ao canto superior esquerdo da baliza dos Cabasada. Um livre sem espinhas, como se diz na gíria futebolística.
O 3º golo é da minha autoria. Recebo uma bola no lado esquerdo do ataque, conduzo-a para a frente e remato cruzado, tendo a bola batido no poste e entrado.
O 4º golo é, quanto a mim, um dos melhores da noite. Diguinho recebe a bola na zona frontal (como tanto gosta de receber), simula que remata, pica a bola para a área dos Cabasada, onde aparece o nosso oportuno Bezerra a cabecear sem hipóteses para o fundo das redes dos alvi-negros. Estava feito o 4-0 e este golo moralizou-nos muito. Estávamos a jogar muito bem, com boas trocas de bola, com vontade e raça de ganhar o jogo. E, ainda por cima, os remates estavam a sair bem.
O 5º golo surge numa jogada algo confusa de contra-ataque, dois jogadores dos Cabasada embrulham-se com a bola e, face à pressão do Bezerra (grande exibição do Bezerra hoje, com um golo, participação directa noutro e uma assistência), acaba por ser auto-golo.
Era o 5-0 e soubemos que o jogo estava praticamente decidido, tendo nós apenas que fazer uma gestão inteligente da posse da bola e do tempo de jogo.
Entramos para a 2ª parte bastante confiantes ans nossas capacidades e voltamos a ir para cima (salvo seja!) dos Cabasada.
Logo a abrir surge o 6-0 na jogada mais bonita do encontro quanto a mim. Boa combinação entre o Nelo e Ruca, que deixa bola de costas para o Nelo, que de primeira encosta ao segundo poste para o Pedro, que apenas tem de empurrar para o fundo das redes (de notar que é o 3º golo do Pedro na Mini-Liga).
Este golo pensou que deitou ainda mais abaixo a equipa dos Cabasada. Porém, também nós nos fomos um pouco abaixo e, fruto dessa desconcentração, nasceram dois golos dos Cabasada, o do Esguelha num remate bastante potente ainda fora da área; o segundo numa boa combinação entre o Esguelha e o Pinto (julgo eu), que resulta no 2º golo dos Cabasada.
Decidimos fazer então algumas trocas no ataque e o nosso jogador de campo Paulo foi para a baliza por troca com o João Vítor, de modo a dar-lhes alguns minutos nas pernas como jogador de campo.
Estas trocas surtiram efeito e o Nelo acaba de vez com as dúvidas em torno do vencedor do jogo, ao executar um remate de ressaca de raiva, que não deu qualquer hipótese ao GR dos alvi-negros. estava feito o 7-2.
O 8-2 surge numa bonita jogada de contra-ataque da nossa parte. Canto para os Cabasada, Diguinho intercepta a bola em esforço, deixa para mim, conduzo a bola até à entrada da área adversária, toco para a direita onde aparece o Bezerra, que volta a tocar para o meio para mim, que frente ao GR apenas tenho que desviar para a baliza.
O 9-2 surge numa arranca fantástica do Ruca no lado esquerdo do nosso ataque. Finta de corpo, foge para a ala e ainda de muito longe arranca um remate seco, muito forte que entra entre o poste e o GR, muito semelhante a um que já tinha marcado na 1ª volta em Alfena aos Cabasada. Consumava-se, assim, mais um "hat-trick" do Ruca, o que o faz liderar a lista dos melhores marcadores com 13 golos, seguido do Esguelha com 9 tentos concretizados.
O 10-2 aparece numa jogada inicialmente bastante bonita por parte do Ruca, que recebe a bola no meio-campo, roda sobre si mesmo, parte para a baliza, pica a bola por cima de um jogador adversário, depois toca de cabeça para a baliza.. depois sinceramente não me apercebi do que se passou, surgem dois jogadores dos Cabasada no chão e um jogador nosso também estendido, facto que o João Vítor (que tinha deixado a baliza para o Paulo na 2ª parte) aproveitou para fazer o 10-2 final.
Essa jogada, infelizmente, terminou com uma lesão no pulso do Pinto, que caiu mal ao apoiar a mão. Desde já lhe envio as melhoras.
Resumindo: foi um jogo em que tudo nos calhou bem. Contudo, não acho que tenha sido apenas sorte. Lutamos por isso, estivemos muito concentrados e corremos imenso durante os 40 minutos e merecemos inteiramente esta vitória. Claro que há dias em que tudo corre bem e este foi um deles. É também de notar que estamos numa forma física bastante boa; ao contrário dos Cabasada que estão muito em baixo. Conforme disse ao Esguelha no final do jogo nem nós somos assim tão bons, nem os Cabasada são assim tão maus. Este resultado não reflecte o valor das duas equipas. Reflecte, sim, aquilo que se passou nestes 40 minutos de futsal. Os Cabasada não estão num bom momento de forma, isso é fácil de ver. Estes não são os Cabasada com raça, solidários, fortes no um para um, incisivos a sair para o contra-ataque que eu conheço e que já nos golearam (há cerca de um ano) por 12-2.. São fases que todas as equipas atravessam e, desde já, envio uma palavra de força a todo o plantel dos Cabasada.
Também é de salientar que nós éramos 8 jogadores, enquanto que os Cabasada eram apenas 6, o que para quem anda nestas lides do futsal amador, sabe bem que faz toda a diferença.
Tenho ainda de dar os meus parabéns à equipa dos Cabasada por se apresentar com apenas 6 elementos, de forma a cumprir o calendário desta Mini-Liga, que já vai com bastantes jogos adiados. Esta atitude é de aplaudir.
Uma última nota de agradecimento para o público presente hoje no Pavilhão do Gaia. É sempre bom ter público a assistir a estes jogos da Mini-Liga. Um abraço ao pessoal dos RD Congo, J04, Pedro Ribeiro e Joana, Pedro Nuno dos Amigos, etc (desculpem se me estou a esquecer de alguém). Abraço também para os nossos colegas de equipas e apoiantes que foram até ao Pavilhão para nos dar uma força! Esta vitória é de toda a equipa!!!
MARCADORES DOS GOLOS:
- Ruca (3x);
- Rodrigo (2x);
- Bezerra;
- auto-golo;
- Pedro;
- Nelo;
- João Vítor.
Rodrigo de Almada Martins
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